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Logo da GM na sede da General Motors em Detroit, nos EUA. Rebecca Cook/ Reuters A General Motors aumentou sua previsão de lucros para este ano, apoiada na perspectiva de um mercado automotivo resiliente nos Estados Unidos e na expectativa de restituição das tarifas de importação impostas pelo presidente americano, Donald Trump. (entenda mais abaixo) A maior montadora dos EUA em vendas reportou um lucro antes de juros e impostos de US$ 4,3 bilhões (R$ 21,5 bilhões) no primeiro trimestre do ano, acima das estimativas dos analistas, segundo dados da LSEG. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Para 2026, a montadora aumentou sua perspectiva de lucro em US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) — valor que corresponde ao montante que a empresa espera recuperar com o reembolso das tarifas americanas. Com isso, a companhia projeta um lucro entre US$ 13,5 bilhões e US$ 15,6 bilhões (R$ 67,3 bilhões a R$ 77,8 bilhões) no ano. Apesar da melhora na projeção para 2026, a companhia reforçou que as tarifas americanas ainda devem ter um impacto negativo entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões) no resultado do ano. Veja os vídeos em alta no g1 Vídeos em alta no g1 Segundo a GM, as tarifas comerciais impostas por Trump e os custos mais elevados de energia, ligados à guerra com o Irã, estão pesando sobre os resultados — mesmo com margens maiores, impulsionadas por regras mais flexíveis de controle de poluição e economia de combustível nos EUA, introduzidas pelo presidente americano no ano passado. A GM também alertou que a inflação provocada pela guerra deve continuar pressionando seus negócios. “A principal questão que estamos observando é a evolução do conflito com o Irã”, disse a presidente‑executiva Mary Barra, ao citar o aumento dos custos de commodities e logística. A empresa afirmou ainda que desviou remessas planejadas de 7.500 SUVs do Oriente Médio por causa do conflito. A estimativa da montadora é que a inflação em matérias‑primas, semicondutores e logística reduza os lucros entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões (R$ 7,5 bilhões a R$ 10 bilhões) neste ano — cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) a mais do que o projetado no fim do ano passado. *Com informações da agência de notícias Reuters.

Pórtico free flow divulgação/Concessionária Novo Litoral Nesta terça-feira (28), o governo anunciou que vai suspender 3,4 milhões de multas de rodovias no sistema de pedágio eletrônico, conhecido como free flow. Quem foi multado tem até 200 dias para pagar o valor do pedágio devido e se livrar da multa. A partir desta quarta-feira (29), o sistema do Senatran vai indicar as multas como “suspensas”. O tema já vinha sendo discutido pelo número elevado de reclamações. Neste mesmo período de 200 dias, os motoristas continuarão pagando o pedágio eletrônico, mas não serão autuados. A medida visa dar um prazo para concessionárias, Estados e motoristas se familiarizarem com o novo sistema. Quem já pagou a multa pode pedir restituição. A devolução dos valores não será automática. O motorista precisa solicitar e o processo vai proceder no órgão de trânsito competente. Vídeos em alta no g1 Como recorrer da multa do pedágio eletrônico No caso da multa freeflow, o usuário precisa entrar com recurso, provar que fez o pagamento do pedágio e solicitar a restituição da multa. O motorista sempre tem a oportunidade de recorrer das infrações, e o processo depende do órgão que aplicou a multa, como Detran, Polícia Rodoviária Federal, DER, entre outros. Veja abaixo um passo a passo. Em geral, o processo começa com a apresentação da defesa de autuação. O motorista tem prazo de 30 dias para apontar eventuais erros antes mesmo de a multa ser aplicada. No caso do free flow, a multa já foi aplicada e o motorista precisa explicar isso no recurso. Essa primeira defesa deve ser analisada pelas autoridades em até 30 dias. Aqui é preciso provar que foi pago o pedágio devido. Se o recurso for indeferido, há prazo de 30 dias para recorrer em primeira instância à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O órgão tem mais um mês para emitir o parecer. Se essa etapa for rejeitada, é possível recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda instância. Multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal têm um processo próprio de recurso, com formulários específicos. A estimativa é que a devolução das multas deve alcançar R$ 93 milhões por parte do governo federal. "Eu liguei para cada governo estadual avisando dessa situação. Que existe a possibilidade de haver um complemento por parte do Estado para a restituição do valor", explicou George Santoro, ministro dos Transportes e presidente do Conselho Nacional de Trânsito.

Fábrida da BYD em Szeged, Hungria Divulgação / BYD A montadora chinesa de veículos elétricos BYD teve a maior queda no lucro trimestral em seis anos, mostrou um documento enviado ao mercado nesta terça-feira (28), pressionada por vendas fracas no mercado doméstico e pela intensificação da concorrência. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A maior vendedora de veículos elétricos do mundo, conhecida por seu foco em modelos mais acessíveis com preços abaixo de 150 mil yuans (US$ 21.931,43), enfrenta pressão de rivais como Geely e Leapmotor. O lucro líquido da BYD no primeiro trimestre caiu 55,4% em relação ao ano anterior, para 4,1 bilhões de yuans (US$ 599,46 milhões), aprofundando a queda de 38,2% registrada no quarto trimestre, segundo os dados. A receita recuou 11,8%, para 150,2 bilhões de yuans, estendendo a sequência de retração para o terceiro trimestre consecutivo. Salão de Pequim: Brasil terá 1 mil carregadores ultrarrápidos da BYD com recarga em 9 minutos até 2027; VÍDEO Vídeos em alta no g1 “A BYD precisa que os volumes de vendas domésticas ganhem força sequencialmente no segundo trimestre e que haja uma recuperação mais sustentada e de participação de mercado no terceiro trimestre para que o lucro geral melhore”, disse Eugene Hsiao, chefe de estratégia de ações da China na Macquarie Capital. A pressão aumentou à medida que a China reduz os subsídios de troca para carros elétricos de entrada e híbridos plug-in. As vendas totais da BYD caíram pelo sétimo mês consecutivo em março, apesar do crescimento contínuo e forte nas remessas para o exterior. Olhando para o exterior Com as vendas domésticas enfrentando uma desaceleração prolongada, a BYD está mirando agressivamente os mercados internacionais, com foco em tecnologia avançada ou na localização da produção. A maior concorrente chinesa da Tesla afirmou estar confiante em atingir sua meta de vendas no exterior de 1,5 milhão de veículos até 2026 — ou até mais — o que implicaria um crescimento superior a 40% em relação a 2025, embora não tenha divulgado uma meta total de vendas. Vincent Sun, analista da Morningstar, projetou que as exportações da BYD devem crescer entre 25% e 30% neste ano, enquanto as vendas totais de veículos devem avançar cerca de 12%. No entanto, Hsiao afirmou que as vendas no exterior podem não ser suficientes para compensar totalmente a fraqueza no mercado doméstico caso as tendências atuais persistam. Buscando recuperar sua vantagem tecnológica, a BYD está apostando ainda mais em tecnologia de carregamento ultrarrápido, com o objetivo de atrair motoristas fiéis a carros movidos a gasolina ao reduzir as preocupações com o tempo de recarga. A BYD iniciou na sexta-feira a pré-venda do seu SUV elétrico de grande porte Datang, durante o Salão do Automóvel de Pequim, juntando-se a uma lista crescente de montadoras chinesas que miram o segmento premium e intensificam a concorrência com marcas europeias de luxo.








