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RAM 2500 tem recall no Brasil por falha que pode afetar os freios e os controles de estabilidade e tração

RAM 2500 modelo 2018. Divulgação / RAM A Stellantis convocou no Brasil um recall da Ram 2500, modelo 2018, por uma falha que pode comprometer o funcionamento do sistema de freios ABS e dos controles de estabilidade e tração. O agendamento do reparo gratuito já pode ser feito nas concessionárias da marca. Segundo a Stellantis, 1.024 unidades da picape foram afetadas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo a fabricante, o problema pode ocorrer no motor da bomba da Unidade de Controle Hidráulico (HCU). Uma falha nesse componente pode reduzir ou alterar o desempenho dos sistemas de segurança, aumentando o risco de acidentes com danos materiais, ferimentos ou até mortes de ocupantes e terceiros. Honda NSX: carro esportivo de Ayrton Senna vai a leilão por R$ 5 milhões Veja os veículos envolvidos no recall: Ram Laramie 2500 / Modelo 2018 Chassis envolvidos (últimos oito dígitos, não sequenciais): JG133258 a JG426128 Reparo As concessionárias vão substituir gratuitamente o motor da bomba da Unidade de Controle Hidráulico. O serviço tem duração estimada de uma hora e precisa ser agendado. Os proprietários devem entrar em contato com a concessionária RAM de sua preferência para consultar a previsão de atendimento.
Ford do Brasil faz recall de F-150 por falha na fixação dos bancos

Ford F-150 na versão Lariat. Divulgação / Ford A Ford anunciou nesta terça-feira (3) um recall da picape F-150, modelos 2025 e 2026, por uma falha na fixação dos bancos dianteiros. O problema, de acordo com o comunicado, pode comprometer a proteção do motorista e do passageiro em uma colisão e aumentar o risco de lesões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo a fabricante, uma falha no processo de produção pode ter deixado os bancos sem alguns dos parafusos que os prendem à carroceria ou com essas peças sem o aperto adequado. Nessas condições, os ocupantes podem perceber movimentação dos bancos ou ouvir ruídos durante a condução. Agora no g1 Em caso de colisão, o defeito pode afetar a estabilidade do banco e a posição de quem está sentado, prejudicando o funcionamento do cinto de segurança. A campanha prevê a inspeção dos parafusos e, se necessário, o reaperto ou a substituição das peças. O serviço é gratuito e está disponível a partir desta terça-feira (3). O recall abrange as unidades da F-150 com os chassis e as datas de produção abaixo: Modelos: 2025 Chassi: 1FTFW5L50SFC42333 / Data de produção: 7 de outubro de 2025 Chassi: 1FTFW5L59SFC42041 / Data de produção: 8 de outubro de 2025 Chassi: 1FTFW5L53SFC41869 / Data de produção: 10 de outubro de 2025 Chassi: 1FTFW5L54SFC60480 / Data de produção: 19 de novembro de 2025 Chassi: 1FTFW5L59SFC65383 / Data de produção: 19 de novembro de 2025 Chassi: 1FTFW5L51SFC63210 / Data de produção: 24 de novembro de 2025 Chassi: 1FTFW5L55SFC65140 / Data de produção: 26 de novembro de 2025 Modelo: 2026 Chassi: 1FTFW4L56TFA43086 / Data de produção: 31 de janeiro de 2026 A previsão é de aproximadamente 25 minutos para a inspeção e, quando necessário, o reaperto ou a troca dos parafusos. O tempo pode variar conforme o fluxo de atendimento da concessionária. A Ford orienta os proprietários a atenderem imediatamente à convocação.
Toyota, GM, VW e mais fábricas pedem banimento permanente de carros chineses nos Estados Unidos

Fábrica da Toyota no Texas, Estados Unidos. Divulgação / Toyota Uma associação que representa General Motors, Volkswagen, Toyota e outras grandes montadoras pediu ao Congresso dos Estados Unidos que aprove ainda neste ano uma proibição permanente de veículos chineses. As informações são da Reuters. O apelo foi feito na segunda-feira (2), segundo a agência, antes da retomada dos trabalhos legislativos prevista para a próxima semana, após as eleições de meio de mandato nos EUA. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A Alliance for Automotive Innovation, que reúne quase todas as principais fabricantes, quer que os parlamentares aproveitem o curto período de votações para concluir a análise da proposta. A entidade argumenta que a entrada desses carros ameaça tanto a segurança nacional quanto os investimentos feitos pelas montadoras no país. Agora no g1 Montadoras que fazem parte da Alliance for Automotive Innovation nos Estados Unidos: Aston Martin; BMW; Bugatti; Ferrari; Ford; GM; Honda; Hyundai; Isuzu; Jaguar / Land Rover; Kia; Mazda; Mclaren; Mercedes-Benz; Mitsubishi; Nissan; Porsche; Stellantis; Subaru; Toyota; Grupo Volkswagen (Audi, Lamborghini, Bentley); Volvo. “Precisamos proteger o mercado dos Estados Unidos de uma enxurrada de importações chinesas que trazem risco de vigilância e colocam em desvantagem os fabricantes atuais que fizeram investimentos de longo alcance nas comunidades americanas”, afirmou John Bozzella, presidente da associação. Os Estados Unidos já têm restrições que, na prática, impedem montadoras chinesas de vender ou fabricar carros de passeio no país. A regulamentação foi adotada no início de 2025, durante o governo de Joe Biden, diante do risco de envio de dados sensíveis dos motoristas à China. Além dessa barreira, o país mantém tarifas superiores a 100% sobre os veículos elétricos chineses. Agora, as fabricantes pressionam pela aprovação de uma lei que estabeleça o banimento permanente. A posição do presidente Donald Trump, porém, provocou preocupação no setor. Em setembro, Trump disse à Fox News que aceitaria que empresas chinesas produzissem carros em território americano. Fábrica de modelos eletrificados da Leapmotor em Zhejiang, China. Divulgação Projeto avança O projeto de proibição avançou em julho, quando foi aprovado por uma comissão do Senado. Na Câmara dos Representantes, a versão da proposta já conta com mais de 100 parlamentares como coautores. Apesar do amplo apoio, os senadores responsáveis pela iniciativa, que reúne integrantes dos dois partidos, concordaram em setembro em adiar para novembro a tentativa de acelerar a tramitação. Montadoras e assessores legislativos ainda esperam concluir a aprovação neste ano. Mas alguns assessores do Congresso e representantes do setor avaliam que, se os democratas conquistarem o controle do Legislativo, poderá faltar tempo para votar o banimento antes do encerramento da sessão, em dezembro. Para defender a urgência da medida, Bozzella citou o avanço dos veículos produzidos na China sobre o mercado europeu. Segundo ele, a União Europeia importou mais de 1,1 milhão de veículos do país asiático nos oito primeiros meses de 2026, volume superior ao registrado em todo o ano de 2025. “Dado o evidente risco à segurança nacional e o padrão de comportamento desleal da China, o Congresso deve proteger nossa base de defesa e de manufatura avançada e impedir que as montadoras chinesas façam aqui o que conseguiram fazer impunemente na Europa”, declarou. O Ministério das Relações Exteriores da China já havia pedido aos Estados Unidos que passassem “a respeitar as leis da economia de mercado e os princípios da concorrência justa”. O governo chinês também classificou propostas anteriores contra empresas do país como “repressão injustificada”.