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Fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) Hyundai/Divulgação A Hyundai anunciou, nesta terça-feira (2), a expansão na fábrica em Piracicaba (SP) para a produção de um novo carro no Brasil. O modelo, que ainda não foi divulgado, será o terceiro fabricado na unidade e deve estrear ainda em 2026. Segundo a fabricante, o veículo terá uma configuração inédita e ficará posicionado entre o hatch Hyundai HB20 e o SUV Hyundai Creta, atualmente produzidos no interior de São Paulo. A proposta é ocupar um segmento intermediário entre hatchbacks e utilitários esportivos. SUV Hyundai Creta, produzido em Piracicaba (SP) Hyundai/Divulgação Investimento de US$ 1,1 bilhão Segundo a fabricante, a ampliação faz parte do pacote de investimentos de US$ 1,1 bilhão anunciado pela Hyundai para o Brasil até 2032. Siga o g1 Piracicaba no Instagram Os recursos serão destinados a avanços tecnológicos, aumento da capacidade produtiva e desenvolvimento de soluções de mobilidade sustentável, informou a fabricante. Veja os vídeos que estão em alta no g1 215 mil veículos por ano Com as melhorias implementadas, a fábrica de Piracicaba passa a ter capacidade superior a 215 mil veículos por ano, informou a fabricante, e poderá produzir diferentes modelos em linhas compartilhadas, o que aumenta a flexibilidade da operação industrial. Inaugurada em novembro de 2012, a unidade é considerada estratégica para a atuação da marca no país e na América do Sul. De acordo com a empresa, a expansão também está alinhada ao plano global da montadora, que prevê a produção de 5,55 milhões de veículos até 2030. Hatch Hyundai HB20 produzido pela Hyundai em Piracicaba (SP) Hyundai/Divulgação VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e Região Veja mais notícias sobre a região no g1 Piracicaba

Bomba de gasolina em posto de combustíveis de Macapá Jorge Júnior/Rede Amazônica O Inmetro atualizou nesta segunda-feira (2) o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), que reúne informações sobre todos os carros zero km vendidos no Brasil. A planilha traz informações como tipo de transmissão, motorização e tipo de combustível, além de um dado essencial para muitos brasileiros na escolha de um carro novo: o consumo na cidade e na estrada. Para os carros elétricos, é informada a autonomia com uma carga completa da bateria. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Ao todo, o Inmetro lista 794 modelos de 39 marcas, todos disponíveis para venda oficial no Brasil. Os modelos estão divididos nas seguintes categorias: 100% elétricos: 146 modelos; Híbridos plug-in: 94 modelos; Híbridos (leves ou plenos): 94 modelos; Flex: 246 modelos; Gasolina: 273 modelos; Diesel: 121 modelos. O g1 preparou uma tabela para facilitar a busca pelo seu carro — ou por aquele que você pretende comprar. Nela, é possível visualizar todos os modelos ou procurar um específico ao digitar o nome ou a versão no campo de busca. Veja a tabela abaixo.

Navio da BYD no porto de Itajaí, Santa Catarina REUTERS/Anderson Cohelo/File Photo As vendas globais de carros da BYD caíram 41% em fevereiro deste ano, na comparação com os emplacamentos do mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados pela fabricante no último domingo (1º). Em fevereiro de 2025, a BYD comercializou 322.846 veículos no mundo. Já no mesmo mês de 2026, o volume caiu para 190.190 unidades - redução de 41,09%. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No acumulado do de 2026, porém, a retração foi menos acentuada: Vendas entre janeiro e fevereiro de 2025: 623.384 unidades; Vendas entre janeiro e fevereiro de 2026: 400.241 unidades. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Com base nesses números, a queda registrada no período foi de 35,7%. A queda só não supera o resultado de fevereiro de 2020, quando todo o mercado foi impactado pela pandemia de Covid-19. Naquele mês, as vendas de veículos da BYD despencaram 80,5%, ao passar de 14.429 unidades em fevereiro de 2019 para 2.803 carros no mesmo mês de 2020. A BYD divide a venda de veículos em dois tipos de propulsão: totalmente elétricos e híbridos plug-in. Segundo o relatório, os híbridos plug-in foram os mais afetados: as vendas caíram de 193.331 unidades em 2025 para 108.243 neste ano, uma retração de 44%. Já os modelos totalmente elétricos passaram de 162.788 unidades no ano passado para 124.902 em 2026, o que representa queda de 36,3%. Especialistas avaliam que a queda não deve continuar neste patamar Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que, embora o relatório trate das vendas globais, a queda está ligada à redução dos emplacamentos no mercado chinês. “Fevereiro de 2026 foi impulsionado por uma desaceleração significativa da demanda no mercado doméstico chinês, onde consumidores estão menos estimulados a comprar veículos elétricos após anos de crescimento explosivo”, revela Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting. Ele e Milad Kalume Neto, consultor independente do setor automotivo, apontam ações do governo como um dos fatores para a queda nas vendas dentro da própria China, como a redução de incentivos para a compra de modelos eletrificados ou movidos a combustíveis alternativos ao petróleo. Outro movimento apontado pelos especialistas é a competitividade interna. Ela cria “uma guerra de preços no próprio país para controle dos estoques como um mecanismo de proteção das fabricantes que preferem vender logo com prejuízos menores do que amargaram prejuízos maiores em manterem os veículos por longo prazo em seus estoques”, diz Milad. Para conter a venda de veículos abaixo do preço de custo, o governo da China passou a impedir esse tipo de desconto. Com isso, Milad Kalume Neto prevê um cenário de consolidação, com fusões entre as cerca de 150 marcas de carros que existem no país asiático. “A tendência é que tenhamos uma reorganização nos próximos meses e não um encolhimento estrutural. Maior disciplina nos preços e ainda maior eficiência produtiva”, diz Kalume. Brasil vive cenário oposto e BYD aparece no topo Se nas vendas globais a BYD enfrenta dificuldades, no mercado de veículos do Brasil a marca chinesa segue em crescimento desde que passou a vender seus próprios carros. Considerando apenas os modelos elétricos e híbridos, a BYD lidera as vendas no Brasil. Em 2026, foram 9.801 unidades zero quilômetro emplacadas, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Dolphin Mini Divulgação/BYD Com esse desempenho, a BYD concentra 41,3% das vendas de veículos eletrificados. Em segundo lugar aparece a Toyota, com 3.944 emplacamentos no ano, o equivalente a 16,6% do mercado. Considerando todos os tipos de veículos, a BYD ocupa a quinta colocação entre as marcas que mais venderam carros, segundo ranking divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Neste ano, a BYD emplacou 9.755 veículos novos e, com esse volume, superou marcas tradicionais como: Jeep: 8.893 emplacamentos; Honda: 6.722 emplacamentos; Renault: 5.489 emplacamentos; Toyota: 5.310 emplacamentos; Nissan: 4.460 emplacamentos. Na lista da Fenabrave entram todas as vendas de veículos zero quilômetro, que podem ocorrer no varejo ou de forma direta. No varejo, a concessionária atua como intermediária. Já na venda direta, o consumidor compra o carro da própria marca — como nas aquisições pelo site da fabricante ou nas vendas com desconto para PCD, taxistas e frotas de empresas. Considerando apenas as vendas no varejo, o BYD Dolphin Mini foi o veículo zero km mais vendido de fevereiro - levando em conta carros de passeio e comerciais leves, como picapes e furgões. No mês, estes foram os modelos mais vendidos nesse tipo de comercialização: BYD Dolphin Mini: 4.094 unidades; Volkswagen Tera: 3.856 unidades; Fiat Strada: 3.214 unidades; Hyundai Creta: 3.129 unidades; Chevrolet Tracker: 3.023 unidades.








