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Entenda o motivo da greve geral na Argentina Uma greve geral paralisou nesta quinta-feira (19) diversas fábricas de automóveis na Argentina. O movimento é uma resposta à reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei, que prevê aumento da jornada de trabalho e regras mais duras para férias, indenizações, licenças médicas e negociações coletivas. O país é um importante fornecedor do mercado automotivo brasileiro. Em 2025, o Brasil importou cerca de 200 mil veículos do país vizinho, o equivalente a aproximadamente 40% do total importado no ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Entre as montadoras impactadas estão as plantas argentinas da Ford, Volkswagen, Toyota, Stellantis e Mercedes-Benz. Ainda não há previsão de efeitos sobre o abastecimento em razão da paralisação. Toyota Hiace sendo montado em Zárate, Argentina Divulgação A Ford produz em Pacheco a Ranger, que no ano passado vendeu mais de 34 mil unidades no Brasil. Ali perto, a Volkswagen monta a Amarok e, em Córdoba, a empresa alemã produz veículos pesados e transmissões que equipam alguns modelos do grupo. Em Zárate, cidade a 90 km de Buenos Aires, a Toyota monta a Hilux e a SW4. A dupla faz sucesso no Brasil e, juntas, acumularam mais de 66 mil unidades vendidas em 2025. Na mesma fábrica, a Toyota também monta a Hiace, van lançada no Brasil no ano passado. A Mercedes monta, em Virrey del Pino, na região de Buenos Aires, a van comercial Sprinter. A Stellantis interrompeu a produção dos Fiat Cronos e Titano e da picape RAM Dakota em Córdoba por causa da greve. A fábrica de Palomar, que produz os Peugeot 208, 2008 e Partner, além do Citroën Berlingo, já tinha programado uma pausa para atualização da linha de montagem. Segundo a empresa, nessa fábrica a produção será retomada integralmente em 2 de março. A fábrica da Renault em Santa Isabel também parou, mas a pausa técnica já estava agendada. Fiat Titano saindo da linha de produção em Córdoba, Argentina Divulgação O que dizem as marcas Segundo a Volkswagen, a fábrica ficará paralisada apenas nesta quinta-feira. A empresa informou que a produção deve ser retomada nesta sexta-feira e que a paralisação não deverá causar atrasos nas entregas ao cliente final. A VW afirma que não haverá impacto no estoque de veículos no Brasil. Toyota, Ford, Stellantis e Mercedes foram consultadas pelo g1 e ainda não se manifestaram. Saiba mais sobre a reforma trabalhista da Argentina. Reforma trabalhista de Milei começa a ser votada pela Câmara; veja o que está em jogo

Toyota Yaris Cross é híbrido pleno flex mais barato do Brasil. O Toyota Yaris Cross chega como o híbrido pleno flex mais barato no Brasil. No entanto, não dá para dizer que os R$ 172.390 da versão XRE Hybrid são uma pechincha. E nem todo mundo está disposto a pagar esse valor por um SUV compacto. Por isso, o g1 separou cinco opções de utilitários esportivos usados que entregam mais espaço e desempenho. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Há opções para todos os estilos. A lista começa pelo Hyundai Tucson com motor 1.6 turbo e pelo Honda HR-V na versão completa Touring. Para quem prefere a Volkswagen, é possível levar um Taos. Se a ideia de um SUV híbrido da Toyota agrada, mas o Yaris Cross parece pequeno, a alternativa é o RAV4 com alguns anos de uso. Quer apostar em um visual mais voltado ao fora de estrada? Então é possível optar por um Ford Bronco. Todos os preços a seguir são da tabela Fipe, e os dados de consumo são do Inmetro. Veja a lista abaixo. 5. Hyundai Tucson Limited 2024 – R$ 160 mil Hyundai Tucson 2024 Divulgação Os destaques do utilitário são a construção sólida e a ergonomia intuitiva da cabine. Há botões de fácil manuseio no volante e comandos independentes para o ar-condicionado e a central multimídia. O painel tem instrumentos analógicos com iluminação azul. É uma receita clássica, sem excessos. Como este Tucson é produzido em Anápolis (GO), o acerto de suspensão e a calibração da direção seguem o gosto do consumidor brasileiro. A proposta é mais suave, com foco em conforto. A transmissão de dupla embreagem a seco recebeu atualizações de software e tem trocas rápidas. O motor 1.6 turbo gera 177 cavalos e torque de 27 kgfm. Com esse conjunto, é possível aproveitar melhor a estrada. O ruído na cabine é baixo em acelerações moderadas, que exploram o torque em baixas rotações. A lista de equipamentos é extensa e inclui rodas de liga leve de 18 polegadas, alerta de colisão, seis airbags, abertura elétrica do porta-malas por aproximação, controle automático de velocidade de cruzeiro e carregador por indução, entre outros itens. Motor: 1.6 turbo, quatro cilindros em linha, gasolina Potência: 177 cavalos Torque: 27 kgfm Câmbio: Dupla embreagem, 7 marchas Tração: Dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 10,6 km/l (cidade) e 12,2 km/l (estrada) 4. Honda HR-V Touring 2024 – R$ 164 mil Honda HR-V Touring 2024 Divulgação O modelo subiu de patamar com a nova geração e abandonou o motor 1.8. A versão topo de linha, porém, mantém o motor 1.5 turbo, que trabalha bem com o câmbio CVT. Essa combinação já fazia sucesso no Civic e, no HR-V, continua a agradar. O design é mais discreto e recortado em comparação ao primeiro HR-V, mesmo com a dupla saída de escapamento. Na cabine, impera a sobriedade, com acabamento em plástico preto. Ao volante, o SUV aposta em um acerto mais esportivo. A transmissão CVT pode se tornar barulhenta em aceleração total, algo comum nesse tipo de tecnologia. O Honda consome mais combustível que o Yaris Cross, mas entrega bom desempenho e mais espaço. Motor: 1.5 turbo, quatro cilindros em linha, flex Potência: 177 cavalos Torque: 24,5 kgfm Câmbio: CVT automático, 7 marchas simuladas Tração: dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo etanol: 7,9 km/l (cidade) e 8,8 km/l (estrada) Consumo gasolina: 11,3 km/l (cidade) e 12,6 km/l (estrada) 3. Volkswagen Taos Highline 2024 – R$ 166 mil Volkswagen Taos 2024 Divulgação Há quem acuse a Volkswagen de ser repetitiva no design. As cabines dos modelos da marca alemã são parecidas entre si, o que também cria uma identidade forte e sensação de familiaridade. Para quem gosta desse DNA, o Taos é uma boa alternativa no mercado de usados. O SUV utiliza uma evolução da plataforma MQB, que também está presente no Tiguan, Golf, Virtus e outros modelos. Essa arquitetura já provou que suporta bem as condições brasileiras. O motor 1.4 turbo flex entrega o mesmo torque e a mesma potência tanto com etanol quanto com gasolina. Os 150 cv são suficientes para levar toda a família em uma viagem. O acerto de suspensão é um pouco mais firme, algo que os clientes da Volkswagen já estão acostumados. Direção e controles são muito parecidos com os do T-Cross. Há leves mudanças de comportamento quando o peso faz diferença, como em curvas de alta velocidade. Motor: 1.4 turbo, quatro cilindros em linha, flex Potência: 150 cv Torque: 25,5 kgfm Câmbio: Automático, 6 marchas Tração: Dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo etanol: 7,6 km/l (cidade) e 9,1 km/l (estrada) Consumo gasolina: 11,1 km/l (cidade) e 13,1 km/l (estrada) 2. Toyota RAV4 S Connect 4x4 2020 – R$ 166 mil Toyota RAV4 2020 Divulgação O RAV4 é cobiçado no mercado de usados. O SUV tem baixa desvalorização e uma combinação de qualidades rara de se ver. O desempenho, com 222 cv de potência combinada, agrada quem busca agilidade, e o consumo lembra o de um carro 1.0. Sem falar que a tração integral é uma solução inteligente. Não há eixo transmitindo força para as rodas traseiras. Em vez disso, um motor elétrico aciona o eixo quando o sistema entende que é necessário. Isso reduz peso e libera espaço na cabine. Outro ponto forte do RAV4 é o espaço interno, já que há versões mais caras com capacidade para sete ocupantes. Na versão S Connect, sobra espaço para cinco pessoas e bagagem. A disposição dos assentos é eficiente. Portanto, este é o SUV híbrido da Toyota para quem busca mais espaço e qualidade do que o Yaris Cross. Motor a combustão: 2.5 aspirado, quatro cilindros em linha, gasolina Motores elétricos: 3 motores Potência combinada: 222 cv Torque combinado: 27,9 kgfm Câmbio: CVT, 6 marchas simuladas Tração: 4x4 permanente Suspensão: McPherson (dianteira), braços sobrepostos (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 14,3 km/l (cidade) e 12,8 km/l (estrada) 1. Ford Bronco Sport Wildtrak 2022 – R$ 168 mil Ford Bronco WildTrak 2022 Divulgação Esta é a opção para quem cansou de comprar carro “sabor” SUV. O Ford Bronco Sport tem fôlego de sobra no motor 2.0 EcoBoost, boa altura em relação ao solo e tração nas quatro rodas. Soma-se a isso o design icônico do utilitário, quadrado e forte. O modelo marca uma reviravolta da Ford no Brasil, que fechou suas fábricas no país em 2021. A empresa passou a importar todo o catálogo e abandonou os segmentos de entrada. O Bronco é um bom recomeço pela qualidade de construção. A pegada ao dirigir é mais bruta se comparada, por exemplo, à do Toyota RAV4. Ainda assim, o Bronco está longe de ser desconfortável. Pense nele como uma conexão mais direta com o asfalto e com as estradas de terra. Motor: 2.0 turbo, quatro cilindros em linha, gasolina Potência: 240 cavalos Torque: 38,7 kgfm Câmbio: Automático, 8 marchas Tração: Integral sob demanda Suspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 8,6 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

Christian Meunier, presidente da Nissan para as Américas divulgação/Nissan Em 2025, o mercado brasileiro foi tomado por carros chineses importados, o que gerou tensões com as fabricantes que já produzem no país. Para Christian Meunier, presidente da Nissan nas Américas, o governo brasileiro deveria adotar medidas para proteger a indústria nacional por meio de tributação. “No fim das contas, o governo brasileiro precisa proteger a indústria no Brasil, as pessoas que trabalham no Brasil e a cadeia de suprimentos no Brasil”, disse Meunier, em entrevista a um grupo de jornalistas brasileiros do qual o g1 fez parte. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp “Não faz sentido permitir que carros importados sejam despejados no Brasil e compitam com os carros produzidos localmente.” O executivo citou uma medida recente do México como exemplo. O país passou a aplicar taxas sobre importações da China e de outros parceiros comerciais, assim como fez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A medida não impacta as relações mexicanas para o Brasil no setor automotivo. Os produtos seguem isentos de taxas, conforme o acordo ACE-55, firmado em 2002 entre o México e o Mercosul. Para os demais, as tarifas variam conforme o tipo de produto e vão de 5% a 50%, atingindo 1.463 itens de 17 setores. Entre eles estão carros e autopeças, vestuário, plásticos, produtos siderúrgicos e eletrodomésticos, com foco em países com os quais o México não tem acordos comerciais firmados. “Há a necessidade de eles [o México] reagirem a isso: ‘Ok, se você produzir um certo volume de carros no México, então estará isento para alguns carros que importar da China; mas, se não produzir no México, terá de pagar uma tarifa de 50%’. E eu acho que o Brasil deveria fazer o mesmo”, disse o executivo. Fábrica da Nissan em Resende (RJ) Divulgação/Nissan Meunier afirma que a localização da produção é parte importante do negócio da Nissan. Ele relembrou a experiência anterior na Stellantis, onde foi presidente global da Jeep e integrou o comitê executivo do grupo, que também reúne a Fiat. “A força da Fiat e da Jeep é ser local. É isso que estamos fazendo sob a minha liderança: localizar o máximo possível. E localizar não significa apenas produzir, mas também ter peças fabricadas no Brasil. Esse é o segredo para ser bem-sucedido aqui”, afirma Meunier. A Nissan mantém uma fábrica no Brasil desde 2014, em Resende (RJ). No complexo industrial, a marca produz modelos como os SUVs Kicks e Kait. Os sedãs Versa e Sentra, além da picape Frontier, continuam sendo importados do México. Ainda assim, a Nissan enxerga a fábrica de Resende como um polo de exportação, com foco em países vizinhos. Para isso, investiu recentemente R$ 2,8 bilhões na planta brasileira. Parte desse investimento foi destinada ao desenvolvimento e à produção do novo Nissan Kait. Além de abastecer o mercado brasileiro, a Nissan também produz o SUV para mais de 20 países da América Latina. Nissan Kait é um Kicks Play evoluído para peitar VW Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian Expansão local ocorre em meio a cortes profundos A Nissan passa por uma reestruturação profunda, que incluiu a troca da equipe de diretores globais. Segundo Meunier, a mudança busca resgatar o “espírito de luta” da marca. “Basicamente, toda a equipe executiva mudou, e isso era necessário. Era necessário porque eu acho que a empresa se perdeu por um período, e uma nova energia era exigida para recuperar a força e o espírito de luta da Nissan”, disse o presidente. Segundo o executivo, o plano tem foco em eficiência, redução de custos fixos e variáveis e melhor aproveitamento dos mercados estratégicos. Na região das Américas, a empresa conseguiu reduzir US$ 1 bilhão em custos fixos e outros US$ 1 bilhão em custos variáveis entre os anos fiscais de 2024 e 2025. Os custos fixos incluem despesas com fábricas, pessoal, programas e publicidade, enquanto os custos variáveis estão diretamente ligados à produção dos veículos, como peças e insumos. De acordo com Meunier, a redução de custos ocorreu a partir de alguns pontos-chave: Redução do volume global de produção: o executivo afirma que a fabricação anual caiu de 5,5 milhões para 3,2 milhões de veículos nos últimos seis anos; Redução no tempo de desenvolvimento de veículos: a Nissan vem encurtando o ciclo de criação de novos produtos de seis anos para 38 meses, o que reduz significativamente os custos de engenharia e de mão de obra; Localização da produção: conhecida como “produzir onde se vende”, a estratégia foi essencial para reduzir riscos ligados a tarifas e variações cambiais, além de melhorar a logística. Nos EUA, por exemplo, a produção local passou de 44% para 65% em apenas um ano. Nissan sofre para crescer no Brasil A Nissan mantém desempenho praticamente estável desde 2020, quando respondeu por 3,13% dos emplacamentos de veículos zero km no Brasil. Em 2025, a participação da marca fechou em 3,05%. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O cenário poderia ser considerado positivo, não fosse o fato de a Nissan ter sido superada por Honda e BYD em 2024 — movimento que se manteve nos dados de janeiro deste ano, com os seguintes números de emplacamentos: BYD: 6,03% das vendas, com 9.801 emplacamentos; Honda: 4,14% das vendas, com 6.722 emplacamentos; Nissan: 2,81% das vendas, com 4.559 emplacamentos. O Kicks, que chegou a ocupar a quarta posição entre os SUVs mais vendidos do Brasil em 2024, terminou 2025 na sétima colocação. A queda ocorreu no período em que o modelo teve o preço reajustado após a atualização: Volkswagen T-Cross: 92.837 emplacamentos; Hyundai Creta: 76.156 emplacamentos; Jeep Compass: 61.227 emplacamentos; Honda HR-V: 61.227 emplacamentos; Chevrolet Tracker: 60.867 emplacamentos; Toyota Corolla Cross: 59.674 emplacamentos; Nissan Kicks: 58.388 emplacamentos. Novo Nissan Kicks: saiba o que há de bom e ruim no lançamento








