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Honda HR-V EXL é melhor que Toyota Yaris Cross O HR-V é o carro mais vendido da Honda no Brasil. A versão EXL se destaca como a opção mais equilibrada, com boa lista de equipamentos e preço competitivo dentro do segmento. Porém, duas novas ameaças surgiram recentemente para complicar a vida do SUV. A Toyota lançou o Yaris Cross XRX, com preço próximo e pacote de equipamentos atraente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp E a própria Honda apresentou o WR-V, que deixou de ser apenas um Fit modificado e se tornou um SUV compacto com qualidades importantes. Ainda faz sentido comprar o Honda HR-V EXL? O g1 responde essa dúvida. Bom recheio Analisada isoladamente, a versão EXL é a opção mais racional da linha HR-V. Acima dela estão as versões Advance e Touring, por R$ 203.300 e R$ 214 mil, respectivamente. Mas o cenário muda quando comparamos com o Toyota Yaris Cross. Honda HR-V EXL 2026 g1 | Fábio Tito A lista de equipamentos não desaponta. O HR-V EXL, que custa R$ 174.300, oferece ar-condicionado de duas zonas com saída de ar para o banco traseiro, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, carregador por indução, central multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, volante e bancos de couro, além de ajustes de altura e profundidade no volante, entre outros itens. Ao analisar o que o Yaris Cross oferece na versão XRX, que custa R$ 178.990, percebe-se um equilíbrio entre os dois. No entanto, o Toyota não traz sensor de chuva nem ar-condicionado de duas zonas, apenas climatização automática. Por outro lado, o Yaris Cross tem teto solar panorâmico e abertura elétrica do porta-malas com função de aproximação. Sua multimídia é de 10 polegadas, enquanto a do Honda é de 8". Interior do Honda HR-V EXL 2026 g1 | Fábio Tito No quesito segurança, o HR-V EXL traz como destaque alerta de colisão frontal com frenagem automática, câmera para monitorar o ponto cego do lado direito, controle de velocidade adaptativo, assistente de permanência em faixa, sistema para evitar saída de pista, ajuste automático do farol alto, seis airbags, câmera de ré e controle de descida. Já o Toyota inclui câmera 360 graus, alerta de ponto cego (com aviso luminoso nos dois retrovisores externos) e alerta de tráfego cruzado na traseira. Porém, o Yaris Cross não possui assistente de permanência em faixa, sensor de chuva nem controle de descida. Assim, as listas de itens ficam bem próximas. Honda HR-V EXL 2026 g1 | Fábio Tito Tamanho importa As dimensões do HR-V contribuem para o bom espaço interno. Se na primeira geração o SUV tinha um teto mais arredondado, nesta segunda fase o foco é oferecer mais conforto aos ocupantes do banco traseiro. Comparando com o Toyota, as medidas dos dois são bastante próximas: Medidas Em dois pontos o HR-V perde terreno. Com 1.303 kg, ele é quase 100 kg mais pesado que o Toyota. E o porta-malas também favorece o rival: o Honda tem 354 litros, enquanto o concorrente oferece 400 litros. Desempenhos tímidos Quem escolhe o HR-V com motor 1.5 aspirado normalmente não busca desempenho em primeiro lugar, pois só tem 126 cv. O foco está no conforto e na condução pacata. O câmbio CVT é bem calibrado e funciona de maneira discreta, como se espera desse tipo de transmissão. Fórmula parecida a do Yaris Cross, que tem 122 cv no motor 1.5 aspirado. Motor 1.5 aspirado flex do Honda HR-V EXL 2026 g1 | Fábio Tito Apenas nas acelerações mais fortes o motor do Honda mantém o giro alto e faz ruído, algo normal em carros com câmbio continuamente variável. A suspensão absorve bem as imperfeições do asfalto e a direção elétrica privilegia o conforto. O HR-V é eficiente em entregar uma condução tranquila, ideal para quem enfrenta trânsito e valoriza suavidade. O Toyota Yaris Cross tem volante leve, suspensão bem ajustada como em outros modelos da marca, mas demonstra pouca força nas retomadas. Os dados de consumo do Inmetro mostram que o Honda gasta mais combustível na estrada. Já no uso urbano, há um empate técnico entre Yaris Cross e HR-V EXL. Honda HR-V EXL 2026 g1 | Fábio Tito O inimigo mora ao lado Ao analisar o ranking de vendas, é possível notar uma queda acentuada nos números do HR-V, mesmo ele ainda sendo o modelo mais vendido da Honda. Em janeiro de 2026, a marca registrou 35% menos emplacamentos do que no mesmo mês de 2025. E o principal responsável está dentro da própria Honda: o WR-V. O irmão mais novo tem medidas próximas às do HR-V, já que usa a mesma plataforma. Motor 1.5 e câmbio CVT também são os mesmos do modelo maior. A lista de equipamentos do WR-V EXL é ampla e, para complicar ainda mais para o HR-V, ele custa R$ 20 mil a menos. Hora de barganhar Assim, o Honda HR-V EXL ainda pode valer a pena por custar menos que o Yaris Cross. Porém, itens como teto panorâmico, central multimídia maior, câmera 360 graus e o apelo de novidade podem atrair muitos consumidores. A dica é negociar na concessionária Honda em busca de um desconto, já que a marca deveria reposicionar a versão para enfrentar o Toyota com mais competitividade e continuar fazendo sentido ao lado do WR-V EXL. Interior do Honda HR-V EXL 2026 g1 | Fábio Tito Honda HR-V EXL 2026 Veja abaixo a ficha técnica: Motor: 1.5 flex aspirado Potência: 126 cv a 6.200 rpm (com etanol ou gasolina) Torque: 15,8 kgfm a 4.600 rpm (com etanol) Câmbio: Automático CVT com 7 marchas simuladas Comprimento: 4,35 m Largura: 1,79 m Altura: 1,59 m Entre-eixos: 2,61 m Porta-malas: 354 litros Peso: 1.303 kg Tanque: 50 litros Consumo etanol: 8,8 km/l (cidade) / 9,9 km/l (estrada) Consumo gasolina: 12,5 km/l (cidade) / 13,9 km/l (estrada)

Governo pede ICMS Zero sobre diesel para Estados Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu 19,41% em duas semanas, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (20). Na última semana, o preço médio no Brasil subiu mais 6,76%, passando de R$ 6,80 para R$ 7,26. Antes da guerra, o valor médio era de R$ 6,08. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Na tentativa de amenizar a alta, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. Mas, com o "desconto" bancado pelo governo, a Petrobras decidiu elevar em 11,6% o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional. Segundo o levantamento da ANP: ▶️ O preço médio do diesel nos postos do Brasil ficou em R$ 7,26 por litro. O maior valor foi de R$ 8,99, registrado em Brumado (BA). Já o menor preço foi encontrado em João Pessoa (PA), a R$ 5,79. ▶️ A gasolina teve preço médio de R$ 6,65 por litro, alta de 2,94% na última semana. O valor mais alto foi de R$ 9,39, registrado em Guarujá (SP). Já o menor preço foi encontrado em São Paulo (SP), onde a agência identificou o litro a R$ 5,49. ▶️ O etanol teve preço médio de R$ 4,70 por litro, alta de 1,29%. O maior valor foi de R$ 6,99, registrado em Santa Maria (RS). Já o menor preço foi encontrado em Lins (SP), a R$ 3,86. Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112, aumentando em 86,67% o custo da matéria-prima usada na produção de combustíveis. Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva. O aumento foge do padrão, já que o mercado costuma reajustar preços dessa forma após mudanças anunciadas pela Petrobras. O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), depois que sindicatos do setor apontaram preços mais altos em várias regiões, mesmo sem alteração até então nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias. Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris. Alain Jocard/AFP Redução de impostos não impediu alta do diesel O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para tentar conter os efeitos da disparada do preço do petróleo sobre a inflação e reduzir o risco de desabastecimento de diesel no país. Entre as ações apresentadas estão: Zerar alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro; O aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; Uma medida provisória que cria uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores de diesel; Novas regras de fiscalização para garantir que os benefícios cheguem ao consumidor final. Quais são os direitos do consumidor Quem compra combustível precisa ficar atento aos seus direitos. Segundo Luiz Orsatti, diretor executivo do Procon-SP, a comunicação do posto deve ser clara e não pode levar o cliente a interpretações equivocadas. “O consumidor não pode ser atraído por uma propaganda que exibe um preço e, ao final, perceber que aquele valor só vale para uma forma específica de pagamento ou para um programa de fidelidade”, explica Orsatti. Essa prática pode gerar punição ao estabelecimento. Como identificar se o posto está com preços abusivos Orsatti explica que um preço é considerado abusivo quando aumenta sem um motivo que justifique a mudança. “Não existe um percentual específico para definir esse abuso; cada caso é avaliado de forma individual”. O consumidor pode denunciar à ANP e ao Procon se acreditar que o posto está cobrando valores abusivos. “Analisamos o preço exibido na bomba, o valor da nota fiscal da compra do combustível e verificamos se existe abuso”, afirma Orsatti. *Essa reportagem está em atualização.








