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g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil A Tesla planeja reduzir gradualmente a produção do Cybertruck em sua fábrica no Texas por volta de meados do próximo ano, afirmou o presidente-executivo Elon Musk nesta sexta-feira (6). A medida deve abrir espaço para ampliar a fabricação do Cybercab, veículo da montadora desenvolvido para operar como táxi-robô. Ainda não está claro se a produção do Cybertruck será transferida para outra unidade ou encerrada definitivamente. A fábrica da Tesla em Austin é a única unidade conhecida da montadora que produz o modelo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A Tesla não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. “O Cybertruck foi uma plataforma incrível de desenvolvimento tecnológico e segue vivo no Cybercab”, afirmou Wes Morrill, engenheiro-chefe do Cybertruck, no X. O Cybertruck, apresentado por Musk como um rival futurista das picapes de montadoras tradicionais, como a Ford, tem enfrentado dificuldades para conquistar o mercado de massa que o executivo projetava quando o modelo foi lançado, em 2023. O veículo também foi alvo de vários recalls e problemas de controle de qualidade, e teve seus preços alterados diversas vezes. Ao mesmo tempo, o Cybercab se tornou peça central da estratégia da Tesla para o mercado de táxis-robôs. Musk afirma que pretende transformar a montadora em uma empresa voltada à robótica e à direção autônoma, com o Cybercab como um dos principais veículos de sua rede de carros sem motorista. Tesla Cybertruck 2026 Divulgação

Yangwang U9 divulgação/BYD O Yangwang U9 Xtreme, superesportivo elétrico da marca de ultraluxo da montadora chinesa BYD, atingiu 503,17 km/h e estabeleceu um novo recorde mundial de velocidade para carros de produção, segundo comunicado divulgado pela fabricante nesta sexta-feira (6). A marca foi alcançada em 1º de novembro, durante um teste realizado em uma estrada de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O veículo superou seu próprio recorde anterior, de 496,22 km/h, registrado em setembro de 2025, na Alemanha. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a BYD, o resultado garantiu ao modelo dois títulos do Guinness: Maior velocidade alcançada por um carro de produção em uma única direção; Maior velocidade registrada por um carro elétrico de produção nas mesmas condições. A marca também foi reconhecida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O carro foi conduzido pelo piloto alemão Marc Basseng, que também estava ao volante quando o veículo estabeleceu seu recorde anterior. Para realizar o teste, as autoridades locais autorizaram o fechamento de um trecho de 10 quilômetros de estrada. A maior reta disponível tinha sete quilômetros de extensão. Os primeiros testes ocorreram em 31 de outubro, quando o carro chegou a 490 km/h. Após ajustes na suspensão, nos pneus e na aerodinâmica, a equipe realizou mais duas tentativas em 1º de novembro. Na última delas, o superesportivo atingiu os 503,17 km/h. Agora no g1 Como é o carro que ultrapassou os 500 km/h? O Yangwang U9 Xtreme é uma versão mais potente do U9 convencional, superesportivo elétrico da BYD conhecido por acelerar mais rápido que uma Ferrari e até saltar sobre buracos. A versão que bateu o recorde tem quatro motores elétricos, um em cada roda, que entregam uma potência combinada de aproximadamente 3.019 cavalos. O modelo também conta com uma bateria de alta potência, pneus desenvolvidos para suportar velocidades extremas e uma suspensão inteligente, capaz de realizar ajustes automáticos para manter a estabilidade. Já o U9 convencional tem quatro motores que, juntos, entregam cerca de 1.300 cavalos de potência. O veículo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,3 segundos, superando a Ferrari SF90 Stradale, que leva 2,5 segundos para atingir a mesma velocidade. Outra característica do superesportivo chinês é a capacidade de saltar sobre buracos e até "dançar" ao som de música. Isso é possível graças a um sistema de suspensão hidráulica que permite elevar rapidamente o veículo. Segundo a BYD, o carro consegue realizar um salto em apenas meio segundo. Em uma demonstração divulgada pela fabricante, o U9 chegou a 120 km/h e percorreu cerca de seis metros no ar ao saltar sobre um obstáculo. O sistema também permite que o carro realize movimentos sincronizados com música e luzes, criando a impressão de que está dançando. O U9 convencional ainda não é vendido no Brasil. Na China, seu preço parte de 1,68 milhão de yuans (cerca de R$ 1,38 milhão). Já o Yangwang U9 Xtreme, responsável pelo novo recorde, terá produção limitada a apenas 30 unidades em todo o mundo.

O que é o 'imposto do pecado' e como ele vai funcionar? O governo federal publicou nesta quarta-feira (4) uma medida provisória (MP) que define as regras de cobrança do Imposto Seletivo, também conhecido como “imposto do pecado”. 🔎 O tributo, criado pela reforma tributária sobre o consumo, começará a ser cobrado em 2 de fevereiro de 2027 e incidirá sobre produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, com o objetivo de desestimular seu consumo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Entre os produtos sujeitos ao novo imposto estão os carros de passeio, com alíquota-base de 6,3%. Ela pode subir ou cair conforme alguns critérios. Depois dos ajustes, o resultado é multiplicado por 1,21, conforme prevêem as regras estabelecidas. Toque ou clique nos critérios abaixo para entender cada um deles: Motorização e combustível Eficiência energética Potência Desempenho estrutural e assistências ao motorista Reciclabilidade veicular Agora no g1 Volte para o início. Motorização e combustível O primeiro critério é a fonte de energia do motor: Alíquota do imposto do pecado por motor arte/g1 Volte para o início. Eficiência energética O segundo critério é a eficiência energética do veículo. O cálculo considera um limite de energia consumida por quilômetro, que varia de acordo com o peso e a categoria do veículo. Um carro de passeio de 1.200 kg, por exemplo, precisa consumir no máximo cerca de 1,49 megajoule por quilômetro (MJ/km) em um teste que combina percursos na cidade e na estrada para receber o desconto de 2 pontos percentuais. Se ultrapassar esse primeiro limite, o carro ainda pode receber um desconto de 1 ponto percentual caso o consumo seja de até cerca de 1,57 MJ/km. Acima desse valor, não há desconto por eficiência energética. Volte para o início. Potência O terceiro é a potência do motor, medida em quilowatts (kW). Potência do motor no IS arte/g1 Volte para o início. Desempenho estrutural e assistências ao motorista O quarto critério avalia tanto a proteção oferecida pela estrutura do carro em uma colisão quanto os sistemas de assistência ao motorista, A redução de 1 ponto percentual acontece se um carro tem, por exemplo, controle de estabilidade, aviso de cinto afivelado, farol de rodagem diurna ou piloto automático adaptativo. Se a versão não atender ao critério, fica sem esse desconto. Volte para o início. Reciclabilidade veicular O último critério considera se a fabricante possui um plano para reciclar os veículos ao fim de sua vida útil. Centro Circular AutoPeças é o desmanche de carros da Stellantis, localizado em Osasco (SP) divulgação/Stellantis A redução é de 2 pontos percentuais quando um veículo é retirado de circulação para cada cinco carros novos produzidos. Se a proporção for de um para cada dez, o desconto cai para 1 ponto percentual. Em ambos os casos, os carros novos considerados na contagem devem ser da mesma marca, modelo e versão. Os carros novos também precisam cumprir metas de reaproveitamento. A partir de 2027, pelo menos 80% do peso de cada veículo deverá ser passível de reutilização ou reciclagem. Esse percentual sobe para 85% quando são consideradas também outras formas de recuperação dos materiais. Para novos projetos, os percentuais mínimos sobem para 85% e 95% já em 2027. Em 2030, esses índices passam a valer para todos os veículos leves novos, tanto de passageiros quanto de carga. Volte para o início. Carros no pátio da montadora Volkswagen em São José dos Campos, no interior de São Paulo Roosevelt Cassio/Reuters








