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Fiat Toro Volcano MHEV divulgação/Fiat A Fiat anunciou, nesta sexta-feira (29), a linha 2027 da picape Toro. Os preços variam entre R$ 167.490 e R$ 238.490. As versões ficaram mais equipadas e algumas passam a oferecer sistema híbrido, com promessa de até 12% de economia de combustível. Antes de tudo, é importante explicar que se trata de um sistema híbrido leve, chamado de MHEV, que funciona com 48 volts. Nesse tipo de tecnologia, o motor elétrico não movimenta as rodas e a bateria de alta tensão é pequena, bem menor do que a de carros híbridos tradicionais. Por isso, o ganho no consumo de combustível é mais discreto. Mesmo assim, o motor T270 usado nas versões híbridas apresentou redução de consumo de combustível de até 12,3%: Com etanol, o consumo urbano passou de 6,5 km/l para 7,3 km/l, uma melhora de 12,3%; Com gasolina, o número subiu de 9,4 km/l para 10,5 km/l, ganho de 11,7%. Vale destacar que essa economia aparece apenas no uso urbano. Na estrada, os números foram ligeiramente piores: Com etanol, o consumo rodoviário caiu de 7,8 km/l para 7,6 km/l, uma piora de 2,5%; Com gasolina, passou de 10,8 km/l para 10,7 km/l, queda de 0,9%. Mesmo com a melhora no consumo da Fiat Toro, que beneficia quem usa a picape principalmente na cidade, a ficha técnica permanece igual à do modelo do ano passado. A versão híbrida traz o motor T270, com 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, os mesmos números da versão sem eletrificação. Esse é o mesmo motor usado no Jeep Renegade híbrido, mas, no SUV, a economia de combustível foi menor, de 9%. Vale lembrar que, apesar de compartilharem o conjunto mecânico, cada veículo tem ajustes próprios. Diferente do Renegade, a Toro conta com uma versão a diesel, que segue sem mudanças e, nesse caso, sem qualquer tipo de sistema híbrido. Ela tem potência um pouco maior, com 200 cv, em relação à versão flex, mas se destaca principalmente pelo torque, que é 66% superior e chega a 45,8 kgfm. Fiat se prepara para enfrentar Volkswagen e BYD A chegada da nova Toro híbrida é uma resposta ao avanço de duas marcas importantes, agora olahndo para o segmento de picapes. Uma delas é a Volkswagen Tukan. Volkswagen mostra picape Tukan ainda disfarçada Divulgação / VW O modelo foi apresentado camuflado no mesmo dia da divulgação da escalação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Ela tem porte semelhante ao da Toro, ficando acima do tamanho da Volkswagen Saveiro, que ocupa um segmento onde concorre diretamente com a Fiat Strada - mais simples e menor que a Toro. Os detalhes técnicos ainda não foram totalmente divulgados, mas a Volkswagen confirmou que a Tukan terá opção híbrida. A tecnologia será muito parecida com a da Toro eletrificada, baseada em um sistema híbrido leve de 48 volts. Na prática, isso significa que, assim como acontece na Toro, a Tukan não contará com um motor elétrico responsável por movimentar as rodas. A Volkswagen ainda não definiu a data de lançamento da Tukan, mas a picape dificilmente chegará ao mercado brasileiro em 2026. BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026 Matheus Vinícius/g1 Outro nome que a Fiat acompanha de perto é a BYD Mako. Assim como a Tukan, a proposta dessa picape é disputar espaço com a Toro, mas, ao contrário da rival da Volkswagen, há a promessa de lançamento ainda neste ano. Mesmo com lançamento prometido para breve, ainda se sabe pouco sobre a Mako, inclusive sobre o seu visual. A única exibição do modelo ocorreu em Ribeirão Preto (SP), por meio de um molde que, segundo a própria BYD, ainda pode sofrer alterações até a estreia oficial. Segundo Victor François, supervisor de comunicação da BYD, o preço da Mako ficará abaixo dos R$ 344.990 cobrados pela BYD Shark, atualmente a única picape da marca chinesa à venda no Brasil. *Essa reportagem está em atualização.

Força-tarefa deflagra 2ª fase da Operação Carbono Oculto em 5 estados Uma nova fase da Operação Carbono Oculto foi realizada nesta quinta-feira (28) e teve como alvo um esquema criminoso no setor de combustíveis, que envolve fraudes, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro. Esta etapa da investigação revela uma fraude física e tributária: o desvio de solventes petroquímicos importados (Nafta), que têm tributação muito menor e eram vendidos ilegalmente como gasolina para veículos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Especialistas ouvidos pelo g1 alertam para os riscos graves que a nafta representa aos veículos. "A nafta é um derivado de petróleo, que tem custo menor que a gasolina, mas possui características semelhantes. A baixa octanagem causa alguns problemas no motor", explica Tenório Júnior, técnico e professor de mecânica automotiva. Segundo Rogério Gonçalves, diretor de combustíveis da Associação de Engenharia Automotiva (AEA), o "motor fraco" é um sintoma mesmo em pequenas quantidades de nafta na gasolina. “Se você não tá pisando muito, numa estrada, velocidade constante, ele não não vai causar problema. Quando você retoma velocidade, quando acelera, pode até destruir totalmente o motor”, diz Gonçalves. Bruno Bandeira, mecânico e proprietário da Oficina Mecânica Na Garagem, afirma que os danos atingem praticamente todas as partes do carro por onde o combustível circula. “Eu já pegei já isso. Destrói tudo do carro, tudo que você pode imaginar. De bomba de combustível a catalisador e injetores. Estraga até a parede do do motor do carro, que é a parte onde fica o cilindro”, aponta Bruno. Segundo Bruno, os problemas costumam surgir com o motor frio, geralmente após o dia do abastecimento. Ele explica que isso acontece porque ainda há combustível do abastecimento anterior no tanque, que não fica totalmente cheio do produto adulterado. Como identificar combustível adulterado Luz de alerta para problemas no combustivel reprodução/TV Globo Os dois mecânicos afirmam que é difícil identificar o combustível adulterado apenas pela aparência. Bruno, no entanto, alerta para dois sinais principais: o cheiro diferente e o acendimento da luz de alerta da injeção (imagem acima), que costuma aparecer logo após o abastecimento. "É um cheiro muito ruim. Sabe um um combustível que é um negócio podre", diz o Bruno. Rogério afirma que o consumo de combustível do carro também muda, o que pode servir como mais um sinal de alerta para o motorista sobre uma possível adulteração. Em um Volkswagen Nivus 2023 abastecido com combustível adulterado, o conserto incluiu: Filtro da bomba de combustível com sinais de dano por nafta Bruno Bandeira/arquivo pessoal 40 litros de combustível descartados; Três bicos injetores danificados pela corrosão; Bomba de combustível danificada, com menos pressão; Filtro de combustível entupido; Catalisador obstruído, com liberação de pó branco. Segundo o mecânico, o entupimento do catalisador ocorreu por causa da queima inadequada do combustível. "Tem algumas matérias dele que não queimam direito. Então ele vai mandando embora tipo meio líquido, meio sei lá, tipo pastoso, e vai entupindo", explica. Nafta atua de forma semelhante ao metanol Motor da Ford Maverick Tremor 2026 Fabio Tito/g1 Os danos do metanol "são parecidos" aos da nafta, segundo Bruno. O metanol é uma substância química presente na composição do biodiesel, mas pode provocar danos significativos em veículos que utilizam gasolina ou etanol. Segundo a operação, o combustível do PCC chegava a ter 90% de metanol na composição. Tenório e Bruno destacam que certos veículos conseguem tolerar a presença de metanol no tanque, embora ele possa corroer diretamente os seguintes componentes: Bicos injetores; Flauta de combustível; Câmara de combustão; Guia de válvulas; Bomba de baixa pressão; Bomba de alta pressão. Com o tempo, o motor que sofre com a contaminação do combustível pode até não ligar. “Tem carro que, pela manhã, nem liga. Pelo combustível, ele trava onde fica a haste de válvula do cabeçote. O metanol cria uma goma”, revela Bandeira. Segundo Orli Robalo, mecânico em Porto Alegre (RS), um dos sinais comuns de resposta do carro mal abastecido é o acendimento de luzes no painel. “O combustível alterado faz com que sature a leitura dos sensores e faz ligar essa luz”, aponta o especialista. Denis Marum, mecânico com formação em engenharia mecânica, afirma que a perda de potência é um sinal claro de combustível adulterado por metanol. “Assim que você abastece, o pedal do acelerador fica ‘borrachudo’. Você sente que precisa acelerar mais para obter a mesma velocidade”, diz. Marum aponta outros indícios, como: Consumo elevado: “geralmente, o consumo médio despenca 30%. É fácil de perceber para quem faz o mesmo percurso diariamente: o tanque dura menos”, diz o especialista; Dificuldade para pegar pela manhã; Ruído do motor semelhante ao de uma corrente de bicicleta trocando de marcha. “Esse ruído ocorre nas saídas e, principalmente, em subidas, momentos em que o motor é mais exigido”, aponta; Odores estranhos saindo do escapamento; Cheiro de solvente ou querosene.

Papa Leão XIV conhece Ferrari Luce de R$ 3,2 milhões e ganha volante A Ferrari está recebendo “forte interesse” pelo seu novo modelo elétrico, o Luce, tanto de clientes antigos quanto de novos consumidores, afirmou nesta quinta-feira (28) o presidente-executivo da montadora, Benedetto Vigna. O executivo saiu em defesa do veículo após uma onda de críticas nas redes sociais. A Ferrari apresentou o Luce, que custa US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões), na segunda-feira, em Roma. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo O lançamento gerou críticas sobre o design considerado diferente do padrão tradicional da marca e também pela decisão da empresa de apostar em um modelo totalmente elétrico, deixando de lado os clássicos motores a gasolina. Nas redes sociais, alguns usuários disseram que o carro “não parece uma Ferrari”. “Há um grande interesse, inclusive de novos clientes”, disse Vigna durante um evento automotivo em Modena, no norte da Itália. Segundo ele, a Ferrari apresentou o novo modelo a cerca de 1.600 clientes durante o lançamento em Roma, entre segunda e terça-feira. Os pedidos começaram a ser aceitos na quarta-feira. “Já recebemos transferências bancárias. Os clientes que estavam lá querem o carro”, afirmou o CEO. Ele acrescentou que a empresa divulgará números mais precisos sobre as encomendas em julho, junto com os resultados do segundo trimestre. As ações da Ferrari caíram mais de 8% na terça-feira, diante da reação negativa de investidores e críticos ao novo carro elétrico. Na quarta-feira (27), os papéis fecharam estáveis, mas voltaram a subir quase 3% nesta quinta. Vigna afirmou que muitas críticas podem mudar depois que as pessoas conhecerem o veículo de perto. Ele também negou comparações do Luce com outros carros elétricos do mercado, incluindo modelos chineses. “Se você ver e experimentar o carro, vai perceber imediatamente que ele não foi copiado e que não se parece com outros veículos elétricos, seja no design interno, externo ou no desempenho”, disse. O executivo reforçou que o Luce será apenas mais uma opção na linha da Ferrari e que a montadora continuará produzindo carros com motores a gasolina e híbridos. Sobre o preço elevado do modelo, Vigna afirmou que o valor é justificável pela inovação oferecida pelo veículo. Ferrari Luce divulgação/Ferrari








