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Placa utilizada no Rio de Janeiro, em 2018, durante a implementação do padrão Mercosul. Divulgação/Detran-RJ Um projeto de lei aprovado na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (14), quer colocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A medida é uma proposta do senador Esperidião Amin (PP-SC), e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara - entenda o projeto. Essa não é a primeira tentativa de mudança nesse sentido. Em 2018, durante a implantação das placas no padrão do Mercosul, o Rio de Janeiro colocou a bandeira do estado, além do brasão dos municípios, mas o Ministério das Cidades foi contrário. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado do país a disponibilizar o novo padrão durante a transição. A inclusão da bandeira e do brasão sairia do padrão e foi considerada inviável, na época, pois atrasaria a implantação do modelo em outras unidades da federação. Cancelar a inclusão da bandeira e do brasão, segundo a pasta, tinha como objetivo reduzir custos, mas manteria outros itens de segurança na placa. "Após análise técnica de viabilidade e impacto, decidimos retirar os brasões das novas Placas Padrão Mercosul. Com isso, evitaremos qualquer despesa extra aos condutores de nosso país, embora o objetivo tenha sido desde o início apenas adotar um modelo mundial de identificação veicular e proporcionar mais agilidade por parte da polícia e segurança a todos", afirmou o então ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados Para o autor do novo projeto, a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”. ➡️ O que muda Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. Texto aprovado em comissão do Senado. Reprodução/Senado Federal ➡️ Como é a placa do Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como: combinação de letras e números em um novo formato; aumento da quantidade de combinações possíveis; uso de QR Code para consulta de dados. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.

Placa no padrão do Mercosul Fábio Tito/G1 Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”. 🔙 Histórico: O Rio de Janeiro já tentou incluir a bandeira do estado na placa, na época da implantação em 2018, mas a mudança foi considerada inviável e barrada pelo ministério. Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil ➡️ O que muda Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. O deputado federal Hugo Leal esclareceu que o PL não obriga a troca de placa de nenhum veículo já emplacado e, portanto, não gera novos custos para os proprietários. Conforme o Art. 2º do PL, a mudança valerá apenas para novos emplacamentos realizados após a entrada em vigor da lei. ➡️ Como é a placa do Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como: combinação de letras e números em um novo formato; aumento da quantidade de combinações possíveis; uso de QR Code para consulta de dados. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.

Novo modelo de placa veicular padrão Mercosul Gilia Amaral/Detran-M Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A matéria foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O Projeto de Lei 3214/23 é de autoria do Senador Esperidião Amim (PP-SC). O argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao veículo. Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil A aprovação do projeto foi recomendada pelo relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “A iniciativa também resgatará o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o orgulho local e facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de veículos ‘de fora’”, afirmou Leal. O deputado federal Hugo Leal esclareceu que o PL não obriga a troca de placa de nenhum veículo já emplacado e, portanto, não gera novos custos para os proprietários. Conforme o Art. 2º do PL, a mudança valerá apenas para novos emplacamentos realizados após a entrada em vigor da lei. Para se tornar lei, o projeto tem de ser aprovado na Câmara e no Senado e, depois, ser sancionado pela Presidência da República. Placa Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020. Desde então, todos os veículos que passam por transferência de propriedade ou necessitam substituir a placa original adotam o novo modelo. Uma das principais características da placa Mercosul é a diferente combinação de sete caracteres alfanuméricos. O padrão anterior era composto por três letras seguidas de quatro números, Já o usado pela placa Mercosul introduz uma letra na posição do segundo número, ampliando significativamente as possibilidades de combinações. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações. Outra inovação relevante foi a substituição do lacre físico por um QR Code. Esse código armazena informações e características do veículo. Isso possibilita consultas em tempo real à base nacional, reforçando os mecanismos de segurança e rastreabilidade.








