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Leapmotor C10 Divulgação/Leapmotor O grupo automotivo Stellantis anunciou nesta segunda-feira (6) que vai produzir dois veículos da marca chinesa Leapmotor em seu polo industrial em Goiana (PE). Os modelos serão os utilitários eletrificados B10 e C10, que utilizam uma tecnologia em que o motor a combustão funciona apenas como gerador para carregar a bateria que alimenta o motor elétrico responsável pela tração do veículo. Publicações especializadas citaram que a produção local ocorrerá a partir de 2027, mas a companhia não confirmou a informação ao ser questionada pela Reuters. Outros detalhes, como o nível de nacionalização dos veículos que serão produzidos em Pernambuco, não foram divulgados. A Stellantis chama o sistema de propulsão pela sigla em inglês REEV, e afirma que já começou o desenvolvimento local de versão flex capaz de funcionar também com etanol em qualquer mistura com gasolina. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a Stellantis, a aplicação da motorização flex na tecnologia REEV "é pioneira no mundo". "A produção local da Leapmotor em nossa fábrica de Goiana (PE) é uma peça fundamental na estratégia de consolidar e ampliar o alcance da marca no Brasil e América do Sul", disse o presidente da Stellantis para América do Sul, Herlander Zola, em comunicado à imprensa. A Stellantis anunciou a chegada da marca chinesa ao Brasil no ano passado. O polo automotivo de Goiana produz atualmente modelos das marcas Jeep e RAM. Volkswagen lança T-Cross Seleção por R$ 129.990; veja tudo da edição limitada do SUV BYD Dolphin ganha versão mais potente e maior para enfrentar rivais como a Chevrolet no Brasil Fundada em 2015 na cidade de Hangzhou, na China, a Leapmotor é uma fabricante de veículos eletrificados. Com o apoio da Stellantis — dona de marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citröen e Ram —, a empresa começou suas operações no mercado nacional em 2025 e conta com uma linha inicial de SUVs totalmente eletrificados. A Stellantis é acionista da Leapmotor desde 2023. As duas companhias formaram em 2024 uma joint venture global — chamada Leapmotor International BV — para expandir a marca para além do mercado chinês. O Brasil foi o primeiro mercado externo em que a Leapmotor passou a vender seus veículos. A operação começou com 36 concessionárias do grupo Stellantis, distribuídas em 29 cidades. Leapmotor B10 Divulgação/Leapmotor

Volkswagen T-Cross Seleção: SUV será vendido só até a Copa Enquanto o Brasil inteiro discute se Neymar deve ir à Copa do Mundo, a Volkswagen lança o T-Cross Seleção. A edição limitada do SUV custa R$ 129.990 e será vendida até o começo da competição. A nova versão usa como base a Sense, destinada a compradores corporativos. O motor é 1.0 turbo flex, com 128 cavalos e torque de 20,4 kgfm. O câmbio é automático de seis marchas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A lista de equipamentos de série tem como destaques ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos, faróis e lanternas de LED, painel de instrumentos digital, multimídia de 10,1 polegadas, freios a disco nas quatro rodas, volante com comandos, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags e assistente de partida em rampa. Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Uma das novidades está escondida nos pneus Pirelli. Eles contam com a tecnologia Seal Inside, que evita o esvaziamento em caso de furo na banda de rodagem. Uma massa colada dentro do pneu consegue preencher um eventual furo. Esse material "abraça" o causador do estrago e impede a perda de ar. A tecnologia funciona com objetos de até 4 milímetros de diâmetro. Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Canarinho só na picape A Volkswagen tem uma cor marcante chamada Amarelo Canário. Porém, ela está reservada para a nova picape da marca, a Tukan. A novidade aqui é o azul Norway, que não está disponível na versão Sense do T-Cross. Não gostou desse tom? O Seleção também pode ser branco, preto ou cinza. As rodas de liga leve têm 17 polegadas e já são conhecidas da versão Comfortline. As maçanetas são pretas, e as capas dos retrovisores também. Na porta, um adesivo com a palavra ‘seleção’ vem acompanhado de cinco estrelas. Na tampa traseira, o nome do Brasil vem junto com o logo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O T-Cross Seleção é discreto, e a mesma filosofia se repete no interior. Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Esquema campeão Em ano de Copa do Mundo, todo brasileiro vira técnico da Seleção. E o T-Cross vem com um detalhe para quem gosta de dar pitaco em esquema tático. Na soleira da porta do lado esquerdo, aparecem cinco esquemas táticos com os números 58, 62, 70, 94 e 02. Dá para ver o Brasil de 1970 com quatro camisas 10 juntos: Pelé, Tostão, Rivelino e Gerson. E o futebol pragmático do técnico Carlos Alberto Parreira em 1994, com duas linhas de quatro jogadores na defesa e no meio-campo. Formação táticas dos times campeões do mundo pelo Brasil divulgação / Volkswagen E os três zagueiros Lúcio, Roque Júnior e Edmílson postados para encarar a Alemanha na final de 2002. Na verdade, Edmílson ficava na sobra, como líbero, e compunha o meio-campo na transição com a bola... Olha eu dando uma de técnico. Na outra soleira de porta, a frase "gigantes pela própria natureza" faz alusão ao hino nacional. Os tapetes têm costura azul e discreta etiqueta amarela "seleção". As pedaleiras em alumínio são emprestadas da versão Highline. Pedaleiras do Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen Vale convocação Será que o T-Cross Seleção merece ser convocado para a sua garagem? A maioria dos itens é estética, com exceção dos pneus, que antes só estavam na versão Extreme, e das rodas maiores. No T-Cross Sense, elas usam calotas e têm 16 polegadas. O preço de R$ 129.990 pode fazer muito cliente voltar a pensar na Seleção. No portfólio da Volkswagen, o próximo T-Cross é o 200 TSI, por R$ 161.490. É verdade que aí a lista de equipamentos fica bem mais generosa. O T-Cross Seleção perde de 7 a 1 nesse quesito para o irmão mais caro. O 200 TSI vem, por exemplo, com ACC e frenagem de emergência. O T-Cross Seleção vai chamar a atenção de quem busca um SUV econômico, com bom preço e com a esperança de marcar a conquista do hexa. Ficha técnica Motor: 1.0 turbo, quatro cilindros em linha, flex Potência: 128 cavalos (etanol) / 116 cavalos (gasolina) Torque: 20,4 kgfm (etanol e gasolina) Tanque de combustível: 49 litros Câmbio: Automático 6 marchas Tração: Dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Direção: Elétrica Freios: Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira) Consumo gasolina: 12,1 km/l (cidade) e 14,5 km/l (estrada) Consumo etanol: 8,5 km/l (cidade) e 10,2 km/l (estrada) 0 a 100 km/h: 10 segundos Velocidade máxima: 192 km/h Comprimento: 4,29 m Largura: 1,76 m Altura: 1,57 m Entre-eixos: 2,65 m Peso: 1.259 kg Volkswagen T-Cross Seleção 2026 divulgação / Volkswagen

BYD Dolphin Special Edition chega ao Brasil por R$ 159.990 A BYD anunciou, nesta segunda-feira (6), uma nova versão do Dolphin. O hatch custa R$ 159.990, recebeu mudanças no interior para se adaptar melhor a um mercado cada vez mais disputado: uma delas é o fim da central multimídia giratória. O hatch também ficou mais equipado e potente, além de ganhar alguns centímetros de comprimento. As mudanças servem para dar mais fôlego ao modelo e ajudá‑lo a enfrentar uma concorrência que não existia quando ele chegou ao mercado. BYD Dolphin Special Edition divulgação/BYD Por fora, o novo BYD Dolphin recebeu novo desenho da iluminação em LED e ficou 15,5 centímetros mais comprido que o Dolphin de entrada, além de ser 1 centímetro mais curto que o Plus. A mudança é resultado do novo para-choque, que também alterou algumas linhas do visual. Apesar do aumento no comprimento, o carro manteve todas as demais medidas, incluindo o mesmo entre-eixos de um Toyota Corolla. BYD Dolphin Special Edition Assim como ocorre nas dimensões, o novo Dolphin se posiciona como uma opção intermediária entre a versão de entrada e o Plus: Em potência, são 177 cv, frente aos 95 cv da versão mais simples e aos 204 cv do Plus; Na bateria, o novo modelo traz 45,12 kWh, contra 44,9 kWh do Dolphin de entrada e 60,48 kWh do Plus. A BYD ainda não informou a autonomia dessa nova bateria segundo os padrões do Inmetro. No teste realizado na China, porém, o novo Dolphin consegue rodar até 405 km com uma única carga. No interior, as mudanças ficam mais evidentes. A principal delas é o fim da central multimídia giratória, que passa a ser fixa. BYD Dolphin Special Edition por dentro Além disso, foi retirada a “prateleira” para objetos que ficava logo abaixo do equipamento. O câmbio deixa de ficar entre os botões centrais, logo abaixo da central multimídia, e passa a ser acionado por uma das aletas posicionadas na coluna de direção, atrás do volante. A mudança é comum em carros chineses e reforça a proposta de visual mais limpo adotada por diversas marcas, como Geely, GAC e GWM. O painel de instrumentos cresceu de 5 para 8,8 polegadas, enquanto o carregador de celular sem fio ficou mais rápido, diminuindo o tempo necessário para recarregar a bateria do smartphone. Dolphin desacelerou nas vendas A primeira versão do Dolphin chegou ao Brasil em junho de 2023. Mesmo contando com apenas metade do ano para as vendas, o modelo registrou um volume 3,7 vezes maior que o do segundo colocado no ranking de carros 100% elétricos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE): BYD Dolphin: 6.812 emplacamentos; Volvo XC40: 1.802 emplacamentos; BYD Yuan Plus: 1.756 emplacamentos; BYD Seal: 1.040 emplacamentos; Volvo C40: 841 emplacamentos. O bom desempenho seguiria no mesmo ritmo, não fosse a chegada do BYD Dolphin Mini. Embora seja um modelo completamente diferente, o hatch compacto herdou o nome Dolphin e conquistou o público brasileiro com um preço ainda mais acessível. Resultado: desde 2024, tornou-se o carro elétrico mais vendido do país e ocupa esse cargo até agora. O sucesso é tão grande que, em 2025, o Dolphin Mini registrou o dobro de emplacamentos do Dolphin tradicional. Já o modelo seguinte no ranking, considerando a soma das vendas do BYD Yuan Plus e Pro, não alcançou sequer 40% do volume obtido pelo Dolphin no mesmo período: BYD Yuan Plus: 6.029 emplacamentos. BYD Dolphin: 15.237 emplacamentos; BYD Dolphin Mini: 32.486 emplacamentos; Atualmente, o Dolphin enfrenta uma concorrência que não existia na época de seu lançamento. Em abril de 2026, quem busca um hatch compacto encontra outras opções relevantes, com preços próximos, como: GWM Ora 03: a partir de R$ 169.000. Chevrolet Spark EUV: a partir de R$ 156.660; Geely EX2: a partir de R$ 123.800. Como mostra o gráfico acima, as vendas do Dolphin cresceram 120% de 2023 para 2024. Já em 2025, o avanço foi bem menor, com alta de apenas 1,57%. Pouco, e por isso o Dolphin precisava de uma novidade importante em 2026 para voltar a chamar atenção de futuros compradores e, assim, ganhar mercado como já fez no passado recente. BYD Yuan Plus ganha tração integral BYD Yuan Plus AWD divulgação/BYD Além do Dolphin, o Yuan Plus também recebeu uma versão especial para 2026, por R$ 269.990. O SUV manteve as mesmas dimensões, mas ganhou um motor elétrico adicional, o que resultou em quatro avanços importantes: Aceleração de 0 a 100 km/h passou de 7,3 para 3,9 segundos. Torque cresceu 80%, indo de 31,61 para 57,10 kgfm; A potência mais que dobrou, passando de 204 cv para 449 cv; Tração integral, com força distribuída para as quatro rodas; Por fora, o Yuan Plus é quase idêntico ao modelo com tração apenas em duas rodas, mas alguns recursos passam a chamar mais atenção nesta versão: Assistente do Google integrado ao veículo. Exibição de mapas do Waze e do Google Maps no painel de instrumentos digital; Carregador de celular por indução mais rápido; Projeção da velocidade e de outras informações diretamente no para-brisa.







