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Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus e Dolphin GS podem entrar no programa Move arte/g1 Com o lançamento do programa Move Aplicativos, o governo federal criou uma nova linha de crédito para financiar carros destinados a motoristas de aplicativo e taxistas. A iniciativa reduz em mais da metade os juros cobrados em financiamentos tradicionais e amplia o prazo de pagamento dos veículos. O g1 reúne os principais pontos do programa, que passa a valer em todo o país a partir de 19 de junho. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Veja as principais mudanças trazidas pelo programa: O que é o programa? Quais são os juros do financiamento? Como posso participar? Quem pode participar? Como faço o cadastro? Tenho nome sujo, e agora? Como sei se fui aprovado? Como contrato o financiamento? Quais veículos posso escolher? Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal O que é o programa? O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro. Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa. O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador. Voltar ao início. Quais são os juros do financiamento? Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência. Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025. Voltar ao início. Como posso participar? Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma. Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo. No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar. Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Quem pode participar? O programa contempla motoristas de aplicativo de qualquer plataforma, como Uber, 99 e InDrive. Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal. Voltar ao início. Como faço o cadastro? Para participar, é necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Tenho nome sujo, e agora? Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras. Voltar ao início. Como sei se fui aprovado? A resposta ao cadastro será enviada pela plataforma gov.br em até cinco dias úteis. Voltar ao início. Como contrato o financiamento? A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Voltar ao início. Quais veículos posso escolher? O carro precisa custar até R$ 150 mil e ser classificado como sustentável, por ser flex, elétrico ou híbrido flex. Além disso, a montadora precisa estar habilitada no programa Mover. O g1 separou a seguir hatches, sedãs e SUVs que se encaixam nesses critérios. Foram consideradas as versões abaixo do teto estabelecido pelo programa. Hatches BYD Dolphin BYD Dolphin Mini Chevrolet Onix Citroën C3 Citroën Aircross Fiat Argo Fiat Mobi Honda City Hatch Hyundai HB20 Peugeot 208 Renault Kwid Galerias Relacionadas Sedãs Chevrolet Onix Plus Fiat Cronos Honda City Sedan Hyundai HB20S Nissan Versa Volkswagen Virtus Galerias Relacionadas SUVs Chevrolet Spin Chevrolet Sonic Chevrolet Tracker Citroën Basalt Fiat Fastback Fiat Pulse Renault Duster Jeep Renegade Nissan Kait Volkswagen Nivus Renault Kardian Volkswagen T-Cross Honda WR-V Galerias Relacionadas Voltar ao início.

Homem adapta carrinho da Barbie para reduzir custos com gasolina no EUA A resposta do faz-tudo Mali Hightower, de 30 anos, aos altos preços da gasolina nos Estados Unidos foi um carrinho elétrico da Barbie lançado em 2018 e encontrado no lixo. Morador da Geórgia (EUA), ele instalou um pequeno motor com capacidade para dois galões de gasolina e o pistão de uma lavadora de alta pressão em um Power Wheels Barbie Dream Camper rosa quebrado. Com um único puxão no cabo, semelhante ao de um cortador de grama, ele segue para o supermercado com os joelhos quase encostados nas orelhas e usando capacete de motociclista. Seu carro, um Mercedes-Benz conversível de 1996, custa cerca de US$ 90 (R$ 450,84) para ser abastecido. “É muito caro”, disse Hightower, que também instalou um suporte na parte superior do carrinho para transportar mantimentos. “Eu uso isso sempre que posso.” Mali Hightower adaptou um carro elétrico da Barbie de brinquedo para economizar com gasolina. Jayla Whitfield-Anderson/Reuters Em 18 de maio, o preço médio do galão de gasolina comum foi de US$ 4,52 (R$ 22,64), acima dos cerca de US$ 3 (R$ 15,03) registrados antes do início da guerra no Irã, segundo a Associação Automobilística Americana (AAA). Um galão americano equivale a aproximadamente 3,8 litros. A solução encontrada por Hightower pode ser incomum, mas o aumento no custo da gasolina tem mudado decisões cotidianas e inspirado alternativas criativas em todo o país. Tradicionalmente apaixonados por carros — especialmente SUVs e picapes, menos eficientes em consumo —, os americanos agora buscam alternativas como usar o transporte público ou permanecer mais perto de casa. Em uma pesquisa da Ipsos realizada em 28 de abril e publicada pelo Washington Post e pela ABC News, 44% dos americanos disseram ter reduzido o número de viagens de carro. Alguns estão encontrando oportunidades em meio à crise. Depois de gastar quase US$ 40 (R$ 200,37) a mais do que o habitual para abastecer seu Buick Enclave, Renee Tocci, diretora executiva do Camp Farley, em Massachusetts, teve a ideia de lançar um acampamento noturno como forma de reduzir custos para pais que gastam muito levando os filhos de um lado para outro durante o verão. “Meu colega disse: ‘Isso é hilário’”, contou Tocci. “E eu pensei: ‘Sério, vou colocar isso nas redes sociais’.” Ela passou a mencionar os custos do combustível em publicações e e-mails de marketing para atrair mais inscritos. “Aqui vai uma dica de economia sobre a qual ninguém fala: mande seus filhos para um acampamento noturno”, diz uma das publicações. 'Todos os estilos de vida' A criadora de conteúdo Dafne Flores viaja várias vezes ao ano de sua casa, em Silverdale (Washington), para Los Angeles para visitar amigos. Durante a estadia mais recente, de dois meses, ela deixou o carro estacionado em Glendale e passou a usar o transporte público para se locomover. “Estamos acostumados a preços altos da gasolina, mas nunca tão altos”, disse Flores, de 28 anos. Abastecer seu Toyota Highlander agora custa pelo menos US$ 95 (R$ 475,88). Por isso, ela evita viagens de carro superiores a oito quilômetros e postos próximos a rodovias, onde já viu preços perto de US$ 9 (R$ 45,08) por galão. No ônibus, ela consegue editar vídeos e evitar gastos com estacionamento. Flores afirma que mais americanos da mesma faixa etária têm compartilhado escolhas semelhantes nas redes sociais. “Tenho visto muitos vídeos de pessoas usando o ônibus.” A tendência é percebida em todo o país. No Maine, o número de passageiros do sistema público de ônibus de Bangor aumentou 21% desde janeiro, segundo a administradora de trânsito Laurie Linscott. A maior parte do crescimento ocorreu nos horários de pico. “Comecei a observar os passageiros e a tentar identificar algum perfil demográfico”, disse Linscott. “Eram pessoas de todos os estilos de vida.” Gasolina como brinde Recentemente, motoristas esperaram mais de uma hora em um posto de gasolina da Califórnia, onde a agência de turismo Visit Las Vegas oferecia até US$ 100 (R$ 500,93) em combustível aos primeiros 100 clientes da fila para incentivar viagens à cidade. Mas poucos dos que compareceram pensavam em viajar nas férias. Robert Jackson, de El Segundo, disse que o combustível duraria apenas alguns dias. “Agora tenho que caminhar e pegar o trem”, afirmou. “É difícil, realmente é.” Segette Frank, de Los Angeles, disse que costumava fazer compras em várias regiões da cidade. “Agora fico por perto porque não quero ficar sem gasolina”, afirmou. Em Chicago, a CityPoint Community Church planeja distribuir US$ 5.000 (R$ 25.046,50) em cartões de gasolina, de US$ 25 (R$ 125,23) cada, nas próximas semanas. O pastor Demetrius Davis afirmou que mais de 70 cartões já foram distribuídos após os cultos do Dia das Mães. “O transporte não é um luxo para muitas famílias”, disse ele. “É uma questão de sobrevivência.” Até agora, a crise não provocou aumento na compra de veículos elétricos, mas trouxe alívio para os motoristas desses modelos. John Stringer, presidente da Tesla Owners of Silicon Valley — grupo de entusiastas da marca —, publicou recentemente um vídeo no TikTok mostrando a placa de um posto de gasolina com preços altos. “Ah, cara, gostaria que esse fosse um problema com o qual eu tivesse que lidar”, diz Stringer, em tom de brincadeira, antes de virar a câmera para o Cybertruck. Embora tenha sido uma piada, Stringer afirma que o alívio é real. “Não sei qual foi a última vez que olhei os preços da gasolina, exceto para esse vídeo.” Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal

Fábrica da Volkswagen em Emden, na Alemanha Lars Penning/dpa/picture alliance via DW Diante de uma das maiores crises da sua história, a Volkswagen estuda liberar parte das linhas de produção ociosas em fábricas baseadas na Alemanha para montadoras chinesas de veículos elétricos. Um dos focos dessa mudança pode ser uma planta em Zwickau, no estado da Saxônia, no leste da Alemanha. Semana passada, o secretário saxão de Economia, Dirk Panter, afirmou que a "China é uma oportunidade" e que, "se vermos essa chance, devemos aproveitá-la". Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo "Nosso critério não é a ideologia, mas a viabilidade industrial futura e a segurança dos postos de trabalho da Volkswagen na Saxônia", afirmou o secretário. A planta em Zwickau foi fruto de um aporte de 1,5 bilhão de euros, em 2019, para que fosse utilizada exclusivamente para a produção de veículos elétricos. No entanto, a fábrica nunca atingiu toda a capacidade e a ideia agora é que algumas linhas de produção possam ser utilizadas por fabricantes chineses, como forma de preservar postos de trabalho. Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal Recentemente, o governador do estado alemão da Baixa Saxônia, Olaf Lies, também se mostrou aberto à possibilidade de chineses produzirem modelos em plantas ociosas da Volkswagen. A posição de Lies tem maior peso, já que o estado da Baixa Saxônia detém 20% das ações do grupo Volkswagen. "São declarações que, há apenas alguns anos, teriam sido consideradas heresia em Wolfsburg [sede mundial da Volkswagen]", apontou uma análise publicada nesta semana pelo semanário alemão Die Zeit. "Por décadas, a Alemanha exportou sua tecnologia automotiva para a China; hoje, a indústria alemã discute trazer tecnologia e marcas chinesas para suas próprias fábricas. A razão: as fábricas alemãs e europeias já não operam com capacidade suficiente em muitos lugares, colocando em risco dezenas de milhares de empregos", prosseguiu o jornal. A Volkswagen vem enfrentando problemas com a transição para os carros elétricos, que está ocorrendo mais lentamente do que planejado. Por outro lado, montadoras chinesas estão entrando com força no mercado europeu, cuja produção vem sofrendo com a política tarifária dos Estados Unidos e com os altos custos de energia e com mão de obra no continente. Além, disso, a Volkswagen, que registrou uma queda de 44% no lucro líquido em 2025, anunciou um plano de reestruturação com o corte de 50 mil postos de emprego na Alemanha até 2030 com o objetivo de enxugar os custos. Conversas com a China ocorrem desde 2024, diz jornal Uma reportagem do jornal alemão Handelsblatt, publicada nesta segunda-feira (18/05), afirma que as conversas com montadoras chinesas que poderiam utilizar as estruturas da Volkswagen vêm ocorrendo desde 2024. Citando quatro fontes internas em anonimato, o periódico afirma que foram discutidas colaborações com a SAIC, estatal chinesa e parceira da Volkswagen no país asiático, que poderia utilizar uma fábrica em Emden, no noroeste do país. À época, no entanto, as negociações não tiveram sucesso, acrescenta o Handelsblatt. A continuidade das operações na planta de Emden foi, junto com a de Zwickau, colocada em dúvida em 2024 pelo CEO da Volkswagen, Oliver Blume, que também citou mais duas fábricas sob risco: a de Hannover e a Neckarsulm, da marca Audi. Nesse contexto, o grupo está analisando vários cenários. Uma possibilidade seria trazer mais tecnologia e modelos das operações da Volkswagen na China para a Europa. Outra seria disponibilizar a capacidade ociosa para parceiros chineses da montadora, como a Xpeng, com a qual a VW já desenvolveu modelos conjuntos e na qual o grupo alemão detém participação de 5%. Ainda segundo o jornal Handelsblatt, a direção da Volkswagen rejeita por enquanto a ideia de que montadoras que não são ligadas ao grupo, como a BYD, adquiram fábricas inteiras da montadora alemã. Receio de espionagem industrial Na última quarta-feira (13/05), o secretário de Economia da Saxônia defendeu o investimento chinês na indústria automotiva local durante sessão na Assembleia estadual. Membros de outros partidos, no entanto, advertiram para os possíveis riscos da presença estrangeira na indústria local. "A China é um dos Estados mais agressivos do mundo quando se trata de espionagem. Vou dizer isso claramente. Não são segredos", afirmou o deputado estadual Wolfram Günther. O parlamentar acrescentou que as negociações entre Saxônia e Taiwan no setor de semicondutores podem ser um complicador a mais. "Isso também pode gerar grandes desafios, se a China continental tiver algum envolvimento aqui, pois sabemos o que está em jogo e quais são as linhas de conflito", complementou ele. Já a líder da bancada do partido A Esquerda, Susanne Schaper, citou a empresa SRW metalfloat, de reciclagem e gestão de resíduos, que tem sede na Saxônia e é controlada por acionistas chineses. "Trabalhadores e o sindicato relataram confrontos duros com o proprietário chinês. E falaram sobre a recusa ao diálogo e uma compreensão do trabalho que é incompatível com a nossa. Não podemos esquecer experiências como essas quando falamos de participação ou joint ventures", declarou Schaper. "A ideia é provocadora: fábricas alemãs, trabalhadores alemães qualificados, tradição de engenharia alemã — mas marcas chinesas e tecnologia chinesa. O debate toca em um ponto nevrálgico, pois é mais do que apenas uma questão de política industrial; diz respeito também à imagem que a Alemanha tem de si como nação produtora de automóveis", apontou o jornal Die Zeit.








