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Chevrolet Captiva PHEV será produzido no Ceará ainda em 2026, anuncia General Motors

Chevrolet Captiva PHEV será produzido no Ceará ainda em 2026, anuncia General Motors A General Motors anunciou a produção do Chevrolet Captiva PHEV na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), ainda em 2026. O modelo será o primeiro híbrido plug-in da marca produzido no Brasil e o terceiro modelo da Chevrolet a entrar em produção na PACE. O anúncio foi feito nas redes sociais pelo presidente da General Motors na América do Sul, Thomas Owsianski, que está na China. "Direto da China, uma notícia importante para a General Motors no Brasil: o Chevrolet Captiva PHEV será produzido no país ainda este ano. Será o primeiro híbrido plug-in da Chevrolet fabricado em território nacional e o terceiro modelo a entrar em produção na Planta Automotiva do Ceará (PACE) em menos de um ano. Um sinal claro da velocidade com que estamos ampliando nossa atuação no mercado brasileiro", anunciou Owsianski. A Chevrolet já produz na PACE os modelos Spark EUV e Captiva EV e confirma a produção do terceiro modelo elétrico na fábrica do Ceará. O primeiro modelo começou a ser produzido em dezembro de 2025 e o segundo, em junho de 2026. Chevrolet Captiva PHEV, novo modelo de veículo elétrico a ser produzido no Brasil pela General Motors Reprodução LEIA TAMBÉM: Empresa britânica vai fabricar dois modelos de carros elétricos no Ceará Inauguração de polo automotivo no Ceará marca avanço na produção de carros elétricos, diz presidente Lula Diferentemente dos dois modelos anteriores, que são 100% elétricos, o Captiva PHEV combina motor a combustão e motor elétrico com bateria recarregável na tomada. Isso permite rodar trechos curtos em modo elétrico e percorrer distâncias maiores com o motor a gasolina. "A produção do Captiva PHEV expande a oferta de eletrificados, contribui para o desenvolvimento da indústria nacional e oferece mais opções aos consumidores brasileiros. E, pelas conversas desta semana aqui na China, o próximo passo já está mais perto do que parece", completou Owsianski. A Pace também conta atualmente com a britânica MG Motor, que pertence ao grupo Shanghai Automotive Industry Corporation (SAIC Motor). Em junho, a empresa anunciou a produção de dois modelos de carros elétricos no Ceará. Inaugurada em dezembro de 2025, a Planta Automotiva do Ceará tem a estimativa de fabricar até 80 mil carros por ano - sendo 30 mil da Chevrolet e 50 mil da MG. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
Chinesa DFM chega ao Brasil em outubro com hatch e SUV elétricos para rivalizar com BYD e GWM

A chinesa DongFeng anunciou, nesta quarta-feira (26), o início de suas operações no Brasil sob o nome DFM. Segundo representantes da marca, que anteciparam a informação ao g1, a fabricante chega ao país com uma rede de 60 lojas já autorizadas a operar em 22 estados e no Distrito Federal. A primeira concessionária da marca será inaugurada em Curitiba (PR). "Estamos aqui para ficar, investir e crescer", revelou Wang Jiong, CEO da DFM para as Américas. Ao g1, Wang Jiong revelou que as lojas devem ficar prontas entre outubro e novembro deste ano. "A gente tem expectativa de que a maioria das lojas fique pronta em meados de outubro. Os carros chegam em outubro para preparativos e as entregas começam em meados de novembro", disse o executivo. Para compensar o fato de ainda ser uma marca pouco conhecida no Brasil, a DFM oferece sete anos de garantia para o veículo, ou até 300 mil quilômetros rodados, o que ocorrer primeiro. Para a bateria e o motor, a cobertura é de dez anos, sem limite de quilometragem. A estratégia da DFM não é atuar com apenas uma marca de veículos, mas diversificar sua operação por meio de subsidiárias voltadas para diferentes segmentos: DFM: voltada para veículos de passeio; Voyah: marca de luxo de carros de passeio 100% elétricos, desempenhando um papel semelhante ao da Denza para a BYD ou a Audi para a Volkswagen; MHero: divisão de luxo dedicada a veículos 100% elétricos voltados para o uso fora de estrada; DFM: também utiliza a mesma marca em sua divisão de veículos comerciais, que inclui caminhões. Em um primeiro momento, oferecerá apenas veículos 100% elétricos. Os primeiros modelos serão o hatch Box e o SUV Vigo. No futuro, a empresa pretende ampliar seu portfólio com novas opções de motorização e iniciar a fabricação nacional entre o último trimestre de 2027 e o início de 2028. Os primeiros modelos dessa nova fase serão os híbridos plug-in, com híbridos plenos na sequência. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O Box chega ao Brasil para disputar espaço com dois dos três modelos movidos a bateria mais vendidos do país em 2026, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), que consideram os emplacamentos entre janeiro e julho deste ano: BYD Dolphin Mini: 42.945 unidades vendidas; Geely EX2: 20.678 unidades vendidas. Agora no g1 Entre eles aparece o BYD Dolphin, maior e mais potente, com 24.546 unidades zero km vendidas, mas posicionado em uma faixa acima da do DFM Box. O Box tem motor elétrico no eixo dianteiro, com 95 cv de potência e 16 kgfm de torque, combinado a uma bateria de 43,8 kWh. DFM Box divulgação/DFM Por fora, o carro adota traços já conhecidos de modelos chineses, com iluminação diurna em LED bastante fina na dianteira, faróis menos destacados e predominância de curvas sobre ângulos retos — uma receita já vista em modelos de marcas como BYD, GWM, Leapmotor e GAC. Já a traseira faz jus ao nome Box (caixa, em inglês) e tem linhas menos curvas, mas ainda sem pontas marcadas, como as vistas no Hyundai HB20, por exemplo. Esse visual, somado às maçanetas embutidas na carroceria, contribui para a aerodinâmica e ajuda a ampliar a autonomia da bateria. No interior, a fórmula adotada por fabricantes chinesas também aparece em elementos como: Ausência de botões físicos para controle do ar-condicionado, com todos os comandos concentrados na central multimídia; Volante com botões minimalistas, alguns deles com mais de uma função; Central multimídia destacada de 12,3 polegadas; Acabamento nas portas e no painel que remete às costuras de um sofá de couro; Câmbio na coluna de direção. DFM Box por dentro divulgação/DFM O painel digital, porém, chama atenção. A interface lembra a exibida no BYD Dolphin, mas a tela é quadrada, e não retangular. Já o Vigo é um SUV de porte semelhante ao do BYD Yuan Pro e do GWM Ora 5. Entre os modelos a combustão, pode ser comparado ao Hyundai Creta, por exemplo, já que suas linhas mais retas lembram o visual do utilitário coreano. DFM Vigo divulgação/DFM Ele é consideravelmente mais potente que o Box, com 165 cv e 23 kgfm de torque entregues pelo motor elétrico. A bateria tem 51,8 kWh de capacidade e, por dentro, os atributos também são mais sofisticados. O painel de instrumentos deixa de ser quadrado e assume um visual mais minimalista, ao ficar “encaixado” entre dois vincos que percorrem toda a parte frontal. O Vigo também traz carregador de celular por indução e abertura elétrica do porta-malas. Outra diferença marcante no Vigo está no acabamento, que dispensa a textura que simula costuras. No SUV, ele é mais sóbrio, sem grandes alterações visuais ou táteis pela cabine. DFM Vigo por dentro divulgação/DFM Quem é a DFM? Novata no Brasil, a marca chinesa chega ao país após a onda de conterrâneas como BYD e GWM. Na China, a empresa foi fundada em 1969, na cidade de Wuhan, e é uma das maiores montadoras do país. Na China, a DongFeng também fabrica veículos de marcas como Nissan, Peugeot, Citroën, Honda, Jeep e Kia. A produção ocorre por meio de parcerias entre a montadora chinesa e essas fabricantes internacionais. Entre essas marcas, há modelos da Peugeot em desenvolvimento na China que serão comercializados no Brasil. A marca tem 127 mil funcionários em todo o mundo e já vendeu 62 milhões de veículos em mais de 100 países. Desse total, 1,2 milhão de unidades foram comercializadas fora da China. A marca está em diferentes segmentos, como veículos elétricos, híbridos, comerciais leves e pesados, incluindo caminhões e vans. Para isso, conta com divisões internas como Voyah e Mhero, estratégia que também será adotada na operação brasileira.
Carro zero mais barato do Brasil, preço do Renault Kwid cai quase R$ 12 mil e parte de R$ 71.190

Renault Kwid 2027 divulgação/Renault A Renault anunciou nesta quarta-feira (26) que a linha 2027 do Kwid terá o preço reduzido em R$ 11,6 mil, partindo de R$ 71.190 até R$ 84.890. Assim, o hatch segue sendo o carro zero mais barato do Brasil. Veja abaixo. Renault Kwid: entre R$ 71.190 e R$ 84.890; Fiat Mobi: entre R$ 85.490 e R$ 87.990; Citroën C3: entre R$ 88.990 e R$ 116.990. O hatch compacto também ganhou novo visual e uma central multimídia maior. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Por fora, as mudanças são sutis e aparecem principalmente na dianteira. A grade de entrada de ar está mais fina, e há mais plástico preto fosco, que agora sobe a partir do para-choques e reduz o destaque dos faróis. No modelo anterior, eles eram envolvidos pela pintura na cor da carroceria. Outro detalhe é o logo atualizado da Renault. Ele segue o padrão já adotado em Boreal, Koleos e Kardian. Nesses modelos, o emblema tem linhas mais finas e abre mão do losango com preenchimento interno. Agora no g1 Internamente, as mudanças são mais visíveis: A central multimídia passa de 8 para 10,1 polegadas, deixa o centro do console e passa a ficar no topo, integrada ao painel de instrumentos; O painel de instrumentos ganha uma tela maior, colorida e personalizável; O volante passa a ter botões para controlar a mídia e personalizar as informações exibidas no painel digital. Renault Kwid 2027 divulgação/Renault O porta-malas continua com 290 litros, capacidade que o coloca à frente dos 200 litros do Fiat Mobi e atrás dos 310 litros do Citroën C3. O porte e o motor do novo Kwid também seguem inalterados (veja a ficha técnica abaixo). O consumo, porém, mudou conforme o cenário. A diferença é bastante pequena, mas, na cidade, o novo Kwid faz: Gasolina: 14,7 km/l, contra 14,4 km/l; Etanol: 10,2 km/l, contra 10,4 km/l. Já na estrada, foi para: Gasolina: 15 km/l, contra 15,4 km/l; Etanol: contra 10,6 km/l, contra 10,7 kml. Renault Kwid 2027 Mesmo com preços mais baixos, os carros de entrada não vendem tanto. Entre janeiro e julho de 2026, dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que esses modelos responderam por menos de 10% das vendas de carros zero quilômetro no país.