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A Tesla anunciou, nesta quarta-feira (6), um recall de 218.868 veículos nos Estados Unidos devido a uma falha na imagem da câmera de ré. Segundo a Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário dos Estados Unidos (NHTSA), órgão equivalente à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) no Brasil, em alguns veículos a imagem da câmera de ré pode demorar a aparecer ao se engatar a marcha à ré, o que reduz a visibilidade do motorista. "Em uma pequena porcentagem dos veículos afetados, no momento em que o veículo é ligado, a placa do computador do carro pode sofrer um curto-circuito, resultando na perda da funcionalidade da câmera de ré", diz a Tesla no recall. Vídeos em alta no g1 O recall envolve alguns veículos dos modelos: Tesla Model 3 de 2024 até 2025; Tesla Model Y de 2023 até 2025; Tesla Model S de 2024 até 2025; Tesla Model X de 2023 até 2025. Tesla Model 3 divulgação/Tesla A Tesla informou que já disponibilizou uma atualização de software remota para corrigir o problema. No mês passado, a NHTSA encerrou uma investigação que envolvia cerca de 2,6 milhões de veículos da Tesla, relacionada a um recurso que permitia movimentar os carros à distância, após concluir que os casos estavam ligados apenas a incidentes em baixa velocidade.

Aplicativo da CNH do Brasil Divulgação / Serpro O ministro dos Transportes, George Santoro, anunciou nesta quarta-feira (6) novas funcionalidades da CNH do Brasil. O aplicativo passa a mostrar ao aluno instrutores habilitados e autoescolas, que podem ser filtrados por geolocalização, CEP ou endereço. No aplicativo agora também é possível dar avaliação de zero até cinco estrelas para o instrutor e autoescola. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Os instrutores passam a ter dentro do aplicativo uma Credencial do Instrutor de Trânsito. Segundo o ministro, essa credencial facilita a identificação do instrutor por parte das autoridades de fiscalização. A habilitação dos instrutores continua sob responsabilidade de cada Detran estadual. Vídeos em alta no g1 As aulas são cadastradas no aplicativo e geram um certificado para o aluno. Os instrutores podem registrar essas aulas como autônomos ou quando estão a serviço de uma autoescola. Todas as atualizações feitas no aplicativo serão inscritas de maneira imediata no Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach) com comunicação automática com os Detrans. Segundo dados do ministério, hoje existem 170 mil instrutores habilitados no Brasil. Ainda segundo o órgão, apenas 7% das aulas práticas são ministradas por profissionais autônomos. O restante das aulas é feito por instrutores a serviço de autoescolas. Sem reserva de mercado Segundo Adrualdo Catão, secretário nacional de trânsito, as atualizações do aplicativo colocam em pé de igualdade instrutor e autoescola. “O Código Brasileiro de Trânsito (CTB) diz que o instrutor é essencial na formação do condutor. Ele tem de contratar um instrutor autorizado. Vinculado ou não a uma autoescola”, explica o secretário. Catão explica que a dinâmica anterior criava uma reserva de mercado. Instrutores somente podiam ministrar aulas em autoescola e alunos não tinham liberdade de contratar fora da autoescola. De acordo com o ministro dos Transportes, George Santoro, as atualizações do aplicativo são uma mudança de cultura e procedimento. “Serve para estimular a competição entre instrutor e autoescola. Quem tem de escolher é o aluno, qual ele achar melhor. Queremos estimular os empreendedores”, diz o ministro.

Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Detran/PI Em dezembro de 2025, tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ficou menos burocrático e mais barato. Uma das principais mudanças foi o fim da exigência do curso teórico obrigatório em autoescolas. Segundo o Ministério dos Transportes, a economia gerada pela medida foi de R$ 1.840.397.022,58. Em Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, o candidato precisava pagar cerca de R$ 1 mil apenas para cobrir o custo do curso teórico em uma autoescola. De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Dados do ministério indicam que 55% da economia total do país está concentrada em seis das 27 unidades da federação — os 26 estados e o Distrito Federal: Curso teórico é opcional e pode ser gratuito Antes das mudanças, o candidato precisava cumprir pelo menos 45 horas de aulas teóricas. Com as novas regras, essa exigência deixou de existir, e o curso teórico passou a não ter carga horária mínima. Ele pode ser feito tanto em autoescolas quanto em casa, além de escolas públicas de trânsito, instituições especializadas em ensino a distância (EaD) ou órgãos que fazem parte do Sistema Nacional de Trânsito. Também é possível realizar o curso teórico pelo aplicativo CNH do Brasil ou pelo site do Ministério dos Transportes. Nesse formato, todo o conteúdo é digital e inclui aulas sobre regras de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros e cuidados com o meio ambiente. Apesar de o curso teórico poder ser gratuito, a prova aplicada ao candidato continua sendo paga. Em São Paulo, por exemplo, o custo é de R$ 52,83. Já em Pernambuco, o valor é menor: R$ 38,17. Aprovado na prova teórica, o candidato já pode iniciar as aulas práticas de direção.







