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Volkswagen faz recall de quase 100 mil carros elétricos por risco de incêndio

Volkswagen iD Buzz faz parte do serviço de assinatura da marca no Brasil Divulgação / Volkswagen A Volkswagen anunciou o recall de quase 100 mil veículos elétricos, dos quais cerca de 28 mil estão na Alemanha, por problemas relacionados aos módulos de bateria. A informação é que os módulos de alta tensão fora das especificações podem causar redução da autonomia e, em casos mais graves, risco de incêndio. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O recall afeta cerca de 75 mil veículos da linha ID. Ainda não está claro se o recall atinge os modelos disponíveis no Brasil, que ainda têm presença limitada por aqui. O g1 procurou a Volkswagen, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Como solução, a montadora informou que fará uma atualização de software, além de inspecionar as baterias. Se necessário, módulos individuais serão substituídos. Volkswagen ID.4 no Brasil divulgação / Volkswagen Linha ID no Brasil A Volkswagen lançou seu primeiro carro 100% elétrico no Brasil em 2023, mas somente no serviço de assinatura. O ID.4 usa uma arquitetura que nasceu para ser usada só por elétricos. Nessa mesma plataforma nasceram o ID.3 e a 'kombi elétrica' ID.Buzz. O ID.4 não é vendido no Brasil, mas faz parte de um programa de assinatura da marca. No site da Volkswagen não há detalhes do preço e condições. Em 2025, a VW ofereceu aos clientes a possibilidade de comprar o ID.4 ao fim do contrato. A empresa ainda não confirmou ao g1 quantas unidades foram vendidas nessa modalidade. Volkswagen ID.Buzz tem motor elétrico de 204 cavalos divulgação / Volkswagen Hoje é possível fazer uma assinatura da ID.Buzz de R$ 8.990, há um limite de 1.500 km que podem ser rodados por mês. Para percorrer 3.000 km, é preciso desembolsar R$ 10.490 por mês. Esses valores são para contratos de 48 meses. O motor elétrico da 'kombi' tem 204 cavalos de potência e 31,6 kgfm de torque. A tração é traseira e a aceleração de 0 a 100 km/h leva 10,2 segundos. A autonomia, segundo a VW é de 337 km. Baterias dos modelos Volkswagen ID ficam no assoalho Divulgação / Volkswagen As baterias que a VW usa na linha ID são compostas por perfis de alumínio, e cada perfil tem um módulo com 24 células. De acordo com o tamanho do carro, a engenharia acrescenta esses perfis e aumenta o tamanho da bateria. No Brasil, ID.Buzz e ID.4 usam bateria com 12 módulos e capacidade de 77 kWh (sendo 82 kWh brutos). Elas pesam até 500 kg e estão localizadas no assoalho dos veículos. * Com informações da agência de notícias Reuters Veja os vídeos que estão em alta no g1
Projeto de lei quer permitir CNH 'comum' para dirigir veículos elétricos de até 4.250 kg

Cadillac Escalade IQ e elétrico e pesa mais de 4.000 kg divulgação/Cadillac Foi aprovado em comissão da Câmara dos Deputados um projeto que permite motoristas com carteira de habilitação B dirigir carros elétricos e híbridos com até 4.250 kg. Hoje o limite de peso para esse tipo de CNH é de 3.500 kg para qualquer tipo de veículo. Modelos da Cadillac, Chevrolet e GMC se encaixariam nos critérios do projeto. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O texto passou pela Comissão de Viação e Transportes e se aplica a veículos elétricos, híbridos e com tração predominantemente elétrica. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) poderá definir outros critérios por regulamento. Vale lembrar que hoje não é obrigatório fazer aulas teóricas para conseguir a CNH. O deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos. O relator Hugo Leal (PSD-RJ) incluiu no texto a categoria de veículos híbridos com tração predominantemente elétrica, mas sem especificações. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “A própria justificação do projeto menciona que veículos elétricos e híbridos superarão os movidos à combustão até 2030, demonstrando que ambas as tecnologias merecem tratamento isonômico”, argumentou Leal. Agora o projeto, que começou a tramitar em março de 2025, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado para virar lei. Outro projeto também aprovado em comissão propõe criar CNH separada para carros automáticos e manuais. Quais veículos se encaixam no projeto de lei Quem tem a categoria B na CNH pode dirigir veículos que pesam até 3.500 kg e levam até oito assentos, excluído o do motorista. Pelos critérios atuais do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estes carros elétricos e híbridos precisariam de motoristas com categoria C ou superior — para caminhões e ônibus. Chevrolet Silverado EV: 3.839 kg Chevrolet Silverado EV divulgação/Chevrolet A Chevrolet Silverado EV continua sendo uma picape de grandes dimensões e bastante pesada. Ela não chega aos mesmos níveis de potência e força do “primo” Hummer EV, mas seus dois motores elétricos entregam 760 cv e 108,5 kgfm de torque. Hummer EV: 4.103 kg GMC Hummer EV Divulgação / General Motors Picape totalmente elétrica, desenvolvida e fabricada nos Estados Unidos por uma subsidiária da GM. O Hummer EV impressiona pelos números em praticamente todos os aspectos. Possui três motores elétricos de 338 cv cada, totalizando 1.014 cv, e entrega 165,9 kgfm de torque — força equivalente à soma de quase três Ford F-150, a maior picape que a Ford comercializa no Brasil e que, juntas, alcançam cerca de 170 kgfm. Cadillac Escalade iQ: 4.241 kg Cadillac Escalade IQ divulgação/Cadillac O único veículo desta lista que não é uma picape é o Cadillac Escalade IQ. Trata-se de um SUV de luxo com números impressionantes, incluindo peso de até 4.241 kg, dependendo da versão. Grande parte dessa massa vem do conjunto de baterias, que garante autonomia de até 748 km por carga. A potência chega a 750 cv, o que permite ao utilitário acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, 0,2 segundo mais rápido que o Porsche 718 Cayman.
ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega

Mercedes AMG GT 63 S é híbrido de 816 cv com motor a combustão 4.0 V8 Divulgação / Mercedes-Benz Nesta segunda-feira (23), a corte federal alemã em Karlsruhe negou o pedido de uma ONG que buscava proibir a venda de carros a combustão produzidos pela BMW e pela Mercedes-Benz a partir de 2030. O processo estava em andamento desde 2021 e já havia sido decidido a favor das montadoras em instâncias inferiores. A organização Deutsche Umwelthilfe (DUH) argumenta ainda que existiria um limite específico de emissões de poluentes para BMW e Mercedes e que as empresas estariam ultrapassando esse “orçamento de carbono”. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A corte reafirmou o entendimento dos julgamentos anteriores: não há uma cota individual de emissões de carbono estabelecida para cada fábrica. Um porta-voz da BMW afirmou à agência Reuters que a decisão oferece segurança jurídica às empresas que atuam na Alemanha. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entenda o caso Os ambientalistas da DUH entraram com o processo em 2021. Eles querem que as montadoras assumam um compromisso legal de parar a produção de carros a combustão a partir de 2030. Eles também pedem que as fábricas emitam apenas uma “fatia justa” de CO₂ em suas operações. Porém, não existe nenhuma lei que defina qual seria essa parcela para empresas como BMW ou Mercedes. O cálculo dessa “fatia” foi elaborado pela própria DUH com base em dados sobre aquecimento global. Essas informações vêm do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. A pesquisa do IPCC, usada pelos ambientalistas, estima quanto carbono o planeta pode liberar sem que a temperatura global aumente mais do que 1,7 grau Celsius. De acordo com os cálculos, as metas atuais de emissões das empresas não seriam suficientes. A Daimler, dona da marca Mercedes, disse na ocasião que não via cabimento no argumento usado pelos ambientalistas. Já a BMW disse na época que suas metas de compromisso com o clima estavam à frente da indústria. *com informações da Reuters