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Volkswagen Tukan divulgação/Volkswagen A Volkswagen apresentou nesta sexta-feira (21) a Tukan, nova picape da marca que será produzida no Brasil e começa a ser vendida no primeiro semestre de 2027. O modelo será fabricado em São José dos Pinhais (PR) e terá 76% de peças nacionais. A Tukan será oferecida em duas configurações. A cabine dupla foi apresentada na versão Extreme, topo de linha, enquanto a cabine simples aparece na versão Robust, de entrada, com foco no transporte de cargas e no uso profissional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A Volkswagen ainda não confirmou o preço nem os demais detalhes técnicos. A Tukan utiliza a plataforma MQB, arquitetura empregada pela Volkswagen em outros modelos, como o T-Cross. O SUV, inclusive, serviu de ponto de partida para o desenvolvimento da picape. Segundo a fabricante, o Tera também foi considerado, mas não oferecia as proporções desejadas para o projeto. Agora no g1 Para adaptar a estrutura ao transporte de cargas, a Volkswagen desenvolveu uma suspensão traseira específica com feixe de molas. A solução foi projetada para diferentes condições de uso, inclusive com o veículo carregado. O entre-eixos também foi ampliado em relação ao T-Cross. Segundo a empresa, a mudança permitiu criar espaço para a caçamba sem comprometer o espaço destinado aos ocupantes. Volkswagen mostra picape Tukan em Barretos (SP) Cabine simples A configuração de cabine simples tem proposta diferente da versão de cabine dupla. Com cabine mais curta e caçamba maior, foi projetada para o uso profissional. Durante o desenvolvimento, a Volkswagen realizou avaliações com consumidores. Segundo a empresa, as opiniões dos participantes levaram a mudanças no projeto, inclusive na traseira da cabine simples, que recebeu menos elementos decorativos. A cabine dupla, por sua vez, terá uma proposta mais ampla, com foco em conforto, tecnologia e versatilidade, sem deixar de lado o uso como picape. Volkswagen Tukan divulgação/Volkswagen A plataforma MQB permite receber diferentes tecnologias de motorização e sistemas de assistência ao condutor. A Volkswagen, porém, ainda não detalhou quais desses recursos estarão disponíveis na Tukan. Apesar de compartilhar a arquitetura com o T-Cross, a Tukan não repete o desenho do SUV. A Volkswagen afirma que criou uma identidade própria para a picape, embora alguns componentes sejam compartilhados, como o para-brisa. Na dianteira, os faróis de LED ficam em posição mais alta e são os mesmos usados no Nivus. O modelo também tem elementos pretos e entradas de ar no para-choque. Nas laterais, há caixas de roda mais angulosas, linha de cintura elevada e proteções mais volumosas. A traseira tem lanternas de LED e elementos gráficos integrados ao desenho da tampa e do para-choque. Volkswagen Tukan divulgação/Volkswagen A Tukan será produzida na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR), que utiliza inteligência artificial na inspeção de peças estampadas. O modelo terá 76% de peças nacionais. Segundo a fabricante, a Tukan faz parte da estratégia de oferecer versões eletrificadas de todos os novos modelos desenvolvidos e produzidos pela Volkswagen na América do Sul a partir de 2026. Volkswagen Tukan divulgação/Volkswagen Primeira aparição A primeira aparição pública da Tukan ocorreu durante a chegada do mascote Canarinho e de Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira masculina, para a convocação da equipe antes da Copa do Mundo de 2026. O protótipo apareceu com uma camuflagem artística desenvolvida pela equipe de design da Volkswagen do Brasil. O nome e a cor da picape, amarelo-canário, já haviam sido anunciados. Carlo Ancelotti com a picape Volkswagen Tukan no dia da convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 Divulgação / VW

Carro zero com desconto: programa de incentivo do governo aquece a venda de carros no DF Comprar ou vender um carro usado poderá ficar mais simples: a transferência de propriedade poderá ser feita de forma totalmente digital, reunindo em um único fluxo etapas como assinatura, pagamento de débitos e taxas e conclusão da mudança de proprietário. As regras foram estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) na Resolução nº 1.027, publicada na terça-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU). LEIA TAMBÉM: Lei Seca com teste de drogas em motoristas entra em vigor; entenda o que muda A medida regulamenta uma previsão do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e estabelece que as etapas da transferência poderão ser integradas ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Gol, Uno e Stradalideram a lista de carros usados mais vendidos do Brasil g1 A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) trabalha na implementação da ferramenta que permitirá fazer a transferência eletrônica de veículos usados entre pessoas físicas pelo aplicativo CNH do Brasil. O que vai dar para fazer pelo aplicativo Quando a funcionalidade estiver disponível, comprador e vendedor poderão realizar em um mesmo fluxo eletrônico etapas que hoje podem ocorrer separadamente. Entre os procedimentos previstos estão: registro da negociação; assinatura eletrônica da transferência; consulta e pagamento de débitos e taxas dos Detrans; conclusão da mudança de propriedade. A vistoria do veículo continuará fazendo parte do processo e será integrada por meio dos serviços disponíveis. Três modalidades de transferência A resolução estabelece três formas de transferência de propriedadeconvencional, eletrônica e eletrônica custodiada. Na modalidade eletrônica, as etapas poderão ser feitas digitalmente, com integração ao Renavam e cumprimento das exigências previstas na regulamentação, como a vistoria. Já na modalidade eletrônica custodiada, o dinheiro da negociação poderá permanecer em custódia durante a operação. A liberação dos recursos dependerá do cumprimento dos requisitos necessários para concluir a transferência. A regra também prevê mecanismos de bloqueio, reversão e restituição do dinheiro caso a operação não seja concluída. O que já é digital hoje A transferência de veículos já conta com ferramentas digitais, como a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em meio digital (ATPV-e), a assinatura eletrônica e a comunicação eletrônica de venda. A diferença é que esses procedimentos podem ocorrer atualmente em sistemas e etapas distintas. A nova resolução estabelece as condições para integrar essas etapas em um fluxo eletrônico vinculado ao Renavam. Sistema terá mecanismos contra fraudes A regulamentação também estabelece requisitos de segurança para as operações digitais. Entre eles estão autenticação individual e multifator, rastreabilidade, trilhas de auditoria e mecanismos de prevenção e detecção de fraudes. Quando começa? A resolução publicada pelo Contran estabelece as regras para a implementação do novo processo eletrônico. A ferramenta que permitirá realizar a transferência pelo aplicativo CNH do Brasil, porém, ainda será implantada pela Senatran. A disponibilização das funcionalidades e os procedimentos para acesso pelos usuários ocorrerão conforme a implementação dos serviços previstos na resolução.

Montadoras estimam aumento de carros importados do México e China A China iniciou nesta sexta-feira (21) a maior campanha de recall automotivo já realizada no país, envolvendo 11 montadoras e veículos elétricos de diferentes marcas. A medida está relacionada a preocupações de segurança com os sistemas de abertura de portas em situações de emergência. 🔍 O recall anunciado pela China vale para veículos do mercado chinês e não inclui, neste momento, os carros vendidos no Brasil. Entre as empresas envolvidas estão Tesla, Xiaomi, Leapmotor, Xpeng, Zeekr e Lynk & Co. Algumas delas também têm presença no mercado brasileiro, como Leapmotor e Zeekr. A preocupação dos reguladores chineses é que as maçanetas mecânicas usadas para abrir as portas em emergências possam ser difíceis de localizar ou operar, principalmente depois de uma colisão grave acompanhada de uma falha no sistema elétrico do veículo. Isso poderia dificultar a saída dos passageiros ou o acesso de equipes de resgate. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O que são as maçanetas embutidas? As chamadas maçanetas embutidas ou ocultas ficam rente à carroceria quando não estão sendo usadas. Em alguns modelos, elas podem sair automaticamente quando o motorista se aproxima ou ser acionadas por pressão, chave ou celular. O desenho ganhou popularidade principalmente com a Tesla e passou a ser adotado por diversas fabricantes de carros elétricos. O problema é que sistemas eletrônicos podem deixar de funcionar depois de uma colisão ou de uma falha elétrica. Em uma emergência, isso pode dificultar a abertura das portas. Tesla fará recall de quase 3 milhões de carros A Tesla é uma das empresas mais afetadas pela medida. A montadora fará recall de cerca de 2,98 milhões de veículos Model 3, Model Y, Model S e Model X fabricados na China ou importados para o país. O recall começa em 25 de setembro. A empresa informou que instalará etiquetas para facilitar a identificação das maçanetas mecânicas de emergência e fará uma atualização de software que poderá baixar automaticamente os vidros após uma colisão. A ideia é facilitar a saída dos ocupantes ou o acesso dos socorristas caso o sistema elétrico do veículo deixe de funcionar. Outras marcas também registram recalls Pelo menos seis fabricantes anunciaram na sexta-feira seus maiores recalls já registrados, segundo os documentos apresentados ao órgão regulador chinês. Carros chineses Reuters Além da Tesla, estão na lista Xiaomi, Leapmotor, Xpeng, Zeekr e Lynk & Co. A Xiaomi, por exemplo, fará recall de mais de 390 mil unidades do SU7, enquanto a Leapmotor terá mais de 371 mil veículos envolvidos. Nove das 11 montadoras envolvidas instalarão gratuitamente etiquetas de advertência para facilitar a localização das alavancas de emergência. A maioria também fará atualizações de software à distância, conhecidas como OTA. China quer acabar com o sistema a partir de 2027 A campanha de recalls ocorre meses depois de a China anunciar novas regras para o sistema de abertura das portas. A partir de 2027, veículos novos vendidos no país terão de permitir a abertura mecânica das portas, inclusive em situações de acidente ou falha de energia. A medida faz da China o primeiro país a eliminar gradualmente o uso de maçanetas ocultas que dependem exclusivamente de sistemas eletrônicos. A mudança faz parte de uma fiscalização mais rigorosa sobre a indústria de veículos elétricos chinesa, que cresce em meio a uma forte disputa por preços e ao lançamento de novas tecnologias. Marcas do recall também estão no Brasil A medida chinesa chama atenção no Brasil porque algumas das fabricantes envolvidas na campanha também atuam no mercado brasileiro. A Leapmotor, controlada internacionalmente em parceria com a Stellantis, também entrou no mercado brasileiro com modelos como o C10 e o B10. Procurado, o grupo não comentou se estes modelos estão no recall. A Zeekr, marca elétrica do grupo Geely, também tem operação no país. A campanha divulgada nesta sexta-feira é referente aos veículos cobertos pelas regras e registros do mercado chinês. Procurado, o grupo não respondeu. * Com informações da Reuters








