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É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho Reprodução/Redes sociais Circula nas redes sociais a informação de que o uso de coletes refletivos por condutores de veículos em situações de emergência (paradas emergenciais em que condutor necessita sair do veículo) se tornará obrigatório a partir de junho deste ano. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são os posts? Publicações que circulam em plataformas como X, Instagram, Facebook e Threads afirmam que a exigência “começará a valer em todo o país a partir de junho de 2026” devido ao Projeto de Lei nº 282/2026, que determina que “além de estar presente no veículo, o colete deverá ser utilizado pelo condutor antes de qualquer ação fora do carro, como a colocação do triângulo de sinalização ou tentativa de reparo”. Uma publicação conta com mais de cinco mil curtidas e 25 mil compartilhamentos. Ao pesquisar os termos “colete refletivo obrigatório” no Google em 30 de abril, o Gemini, inteligência artificial da plataforma, confirmava a informação de obrigatoriedade do uso do colete a partir de junho, devido ao Projeto de Lei nº 282/2026. Procurado por "O Globo", o Google afirmou, em nota, que a ferramenta Visões Gerais Criadas por IA (AI Overviews) é "frequentemente aprimorada para exibir as informações mais úteis". A plataforma também comunicou que investe "significativamente" na qualidade das respostas e que usou este caso para aperfeiçoá-las.Confira a nota na íntegra: "As Visões Gerais Criadas por IA (AI Overviews) são frequentemente aprimoradas para exibir as informações mais úteis, e investimos significativamente na qualidade das respostas. Quando surgem problemas – como casos em que nossos recursos interpretam incorretamente conteúdos da web ou carecem de contexto – utilizamos esses exemplos para aperfeiçoar nossos sistemas e tomamos medidas de acordo com nossas políticas, como fizemos neste caso". Confira os posts: É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho Reprodução/Redes sociais ⚠️ Por que #É FAKE? O Projeto de Lei nº 282/2026 existe. Ele foi apresentado pelo deputado federal Defensor Stélio Dener (Republicanos-PR), mas ainda está em fase de tramitação. A atualização mais recente, encontrada nos registros da Câmara dos Deputados, mostra que em 14 de abril deste ano foi apresentado um Requerimento de Apensação, ou seja, o projeto passará a tramitar junto de outro que trata de tema semelhante ou correlato. Ainda em fase inicial de tramitação, a proposta não foi analisada pelas comissões responsáveis. Se aprovado nas comissões, o texto ainda precisará passar pelos plenários da Câmara e do Senado e ser sancionado pelo presidente da República para entrar em vigor. As publicações citadas acima induzem o leitor a acreditar que o Projeto já foi sancionado pelo presidente Lula, ao informar que “a exigência começará a valer em todo o país a partir de junho de 2026”. 📝 O que diz o Projeto de Lei? O projeto propõe a obrigatoriedade do uso do colete de segurança retrorrefletivo pelo condutor, sempre que houver imobilização do veículo em vias públicas, especialmente em rodovias, vias de trânsito rápido ou locais de baixa visibilidade, em decorrência de pane mecânica ou elétrica, acidente, falta de combustível, necessidade de manutenção emergencial ou qualquer outra situação que exija a permanência do condutor fora do veículo sobre a via. A proposta inclui que veículos fabricados a partir de 12 meses da publicação da Lei devem sair de fábrica com, no mínimo, um colete de segurança retrorrefletivo. É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho Reprodução/Redes sociais Veja também É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Vídeos em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

Um trabalhador passa por uma linha de SUVs Infiniti na linha de produção da fábrica de montagem de veículos da Nissan em Smyrna. AP Photo/Kristin M. Hall A montadora japonesa Nissan reduziu suas perdas no ano fiscal encerrado em março, mas permaneceu no vermelho, pressionada pelas tarifas dos Estados Unidos, pela inflação e pela concorrência cada vez mais forte. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A Nissan Motor Co., sediada na cidade portuária de Yokohama, registrou prejuízo de 533 bilhões de ienes (US$ 3,4 bilhões), menor do que os 670,9 bilhões de ienes em perdas registrados no ano fiscal anterior. As vendas anuais da empresa caíram 5%, para 12 trilhões de ienes (US$ 76 bilhões). O presidente-executivo Ivan Espinosa afirmou que a Nissan está avançando de forma consistente e já vê “sinais claros” de recuperação. “Superamos a fase de recuperação e estamos entrando em um período de crescimento”, disse. “Vamos aproveitar esse momento com uma gestão rigorosa de custos e uma execução mais rápida de produtos, impulsionando vendas e lucratividade.” Vídeos em alta no g1 No trimestre entre janeiro e março, a Nissan teve prejuízo líquido de 282,9 bilhões de ienes (US$ 1,8 bilhão), ante perdas de 676 bilhões de ienes no mesmo período do ano anterior. As vendas trimestrais recuaram quase 2%, para 3,43 trilhões de ienes (US$ 22 bilhões). A Nissan afirmou que segue trabalhando em cortes de custos e outras medidas para voltar à lucratividade. Segundo a empresa, o lucro operacional ficou acima do esperado, e a expectativa é de melhora nos resultados neste ano com o lançamento de novos modelos. A montadora, responsável por veículos como o Altima, o SUV Pathfinder, o elétrico Leaf e os modelos de luxo Infiniti, vendeu 3,15 milhões de veículos globalmente no ano fiscal encerrado em 31 de março. Apesar do discurso otimista dos executivos sobre o plano de recuperação, a situação financeira da empresa é considerada uma das piores dos últimos anos. A Nissan está cortando milhares de empregos e já vendeu o prédio de sua sede. A companhia prevê voltar ao lucro no ano fiscal encerrado em março de 2027, com ganho líquido estimado em 20 bilhões de ienes (US$ 127 milhões). As montadoras japonesas enfrentam dificuldades diante da forte concorrência das fabricantes chinesas, que vêm dominando mercados asiáticos. Nos últimos anos, houve negociações para uma possível fusão parcial entre a Nissan e a rival japonesa Honda Motor Co., que também enfrenta desafios, mas as conversas fracassaram. Apesar disso, ainda podem surgir parcerias pontuais entre as empresas. As ações da Nissan, que oscilaram bastante ao longo do último ano, fecharam o dia em alta de 4%.

BYD quer ser a marca que mais vende carros do Brasil em 2030 Em entrevista exclusiva ao g1, o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy, foi direto ao ponto: a meta é vender 600 mil carros por ano e colocar a marca no topo das vendas no Brasil até o fim desta década. A declaração é ousada, mas o desempenho recente da empresa indica que a meta não deve ser subestimada. A BYD iniciou as vendas de carros no Brasil em 2022, com os modelos Tan e Han, e sequer figurava entre as 21 fabricantes que mais venderam veículos no país. No ano seguinte, chegou o hatch Dolphin. A partir daí, a trajetória mudou. Em 2023, foram 17.937 unidades vendidas e o 15º lugar, à frente de RAM (16.951) e BMW (15.108). Em 2024, a marca registrou 76.811 emplacamentos e alcançou o 10º lugar, superando Caoa Chery (60.929), Ford (48.311) e Citroën (33.885). Em 2025, foram 112.814 unidades vendidas e o 8º lugar, à frente de Honda (103.460) e Nissan (77.808). Com pouco mais de 100 mil unidades vendidas no ano passado, a BYD precisa multiplicar seus emplacamentos por seis para atingir a meta da diretoria. A Fiat, líder em 2025, registrou 533.710 veículos emplacados — volume 4,7 vezes maior que o da chinesa. Aos poucos, porém, a montadora vai incomodando as líderes: nas vendas no varejo — quando o carro é vendido com intermediação da concessionária — o BYD Dolphin Mini foi o veículo mais vendido do Brasil neste ano, superando modelos populares como Volkswagen Tera, Chevrolet Onix e Hyundai Creta. Veja os 10 carros mais vendidos no varejo, entre janeiro e abril de 2026: BYD Dolphin Mini: 18.052 emplacamentos; Hyundai Creta: 17.197 emplacamentos; Volkswagen Tera: 15.495 emplacamentos; Fiat Strada: 14.461 emplacamentos; Chevrolet Tracker: 14.349 emplacamentos; Volkswagen Nivus: 13.683 emplacamentos; BYD Song: 13.495 emplacamentos; Volkswagen Polo: 12.778 emplacamentos; Hyundai HB20: 11.217 emplacamentos; Chevrolet Onix: 11.142 emplacamentos. A tendência é de aceleração com o início da operação plena da fábrica de Camaçari (BA). “Quando a gente fala que vai fabricar 600 mil carros em solo brasileiro, é para atender a América Latina, sim, mas o nosso objetivo é que a gente possa chegar até 2030 como marca número 1 de vendas de carros aqui no mercado brasileiro”, afirma Baldy. No Brasil, apenas um complexo industrial tem capacidade semelhante: a fábrica da Stellantis, em Betim (MG), que pode produzir até 650 mil veículos por ano e reúne marcas como Fiat e Peugeot. Além de atender ao mercado interno, o complexo também exporta para mais de 30 países. Para Baldy, a unidade de Camaçari deve cumprir papel semelhante em menos de cinco anos. Ao g1, o político que virou executivo também faz críticas a concorrentes e à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), com quem trava uma disputa sobre carga tributária e concorrência desde a chegada da empresa ao país. Veja a entrevista de Alexandre Baldy, na íntegra, no vídeo abaixo. g1 Carros entrevista Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD do Brasil A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques. Embate com a Anfavea sobre Importação; Marcas tradicionais deram 'tapa na cara' do consumidor; BYD Dolphin Mini custa menos para manter que uma moto; Críticas ao boicote ao Salão do Automóvel; Polêmica sobre tecnologia de carregamento e "ignorância". g1 entrevista o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy Kaique Mattos / g1 Embate com a Anfavea sobre Importação Embate com a Anfavea sobre Importação Até a publicação desta reportagem, a BYD concentra a produção em kits que chegam quase prontos do exterior. Esses conjuntos são montados na fábrica da empresa na Bahia e, depois, os veículos são entregues aos clientes. “É impraticável qualquer indústria automobilística vir para o Brasil investir bilhões de reais e não começar pelo regime de montagem. Não existe, não existiu”, aponta Baldy. Esse tipo de montagem tinha carga tributária menor em comparação aos impostos pagos por outras montadoras no Brasil, o que gerou atritos no setor. O tema motivou uma carta assinada por fabricantes, com apoio da Anfavea. “O presidente da Anfavea esteve lá na nossa inauguração. Eles sabe o tamanho do nosso investimento. Então, quer dizer, nós somaremos à Anfavea sendo contrários ao regime de montagem”, disse A pressão surtiu efeito: o governo antecipou a recomposição do imposto de importação, que passou a 35% para todos. A BYD afirma que pretende avançar para a fabricação completa dos veículos, mas ainda não informou quando isso deve ocorrer. “Você começa com o regime de montagem, como é conhecido como SKD. Aí você ultrapassa esse momento e vai para um regime de mais a fabricação de alguns componentes, até você chegar na fabricação completa, e esta é a motivação do nosso investimento no Brasil”, aponta o executivo. Segundo Baldy, os kits devem chegar cada vez menos prontos, com a inclusão gradual de etapas realizadas no Brasil, como soldagem, moldagem de peças e pintura. Volte para o início. Marcas tradicionais deram 'tapa na cara' do consumidor Marcas tradicionais deram 'tapa na cara' do consumidor Baldy afirmou que a chegada da BYD ao Brasil provocou reação das montadoras tradicionais, principalmente por causa da estratégia de preços mais baixos. Na prática, o lançamento do Dolphin desencadeou um “efeito dominó” nos preços de alguns carros elétricos. Baldy deu outro nome ao fenômeno. “Eu não vou dizer que seja de indignação, isso é medo, porque quando nós chegamos no Brasil, foi um tapa na cara, promovido pelos nossos concorrentes”, disse Baldy. Alguns modelos tiveram redução de preço, especialmente após a chegada do Dolphin Mini: Renault Kwid E-Tech: de R$ 149.990 para R$ 99.990; JAC E-JS1: de R$ 164.900 para R$ 154.900; Caoa Chery iCar: de R$ 149.990 para R$ 139.990; Peugeot e-2008: de R$ 259.990 para R$ 159.990. “Qual que é a sensação do consumidor em relação a esse tipo de atitude. Então nós promovemos no Brasil um verdadeiro chacoalho na indústria automobilística”, aponta Baldy. g1 entrevista o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy Kaique Mattos / g1 Volte para o início. BYD Dolphin Mini custa menos para manter que uma moto BYD Dolphin Mini custa menos para manter que uma moto Em uma das declarações mais polêmicas da entrevista, Baldy afirmou que o Dolphin Mini tem custo de uso menor do que motocicletas populares. “O nosso BYD Dolphin Mini, é mais econômico que andar numa moto. Se você comparar com uma moto, seja uma Honda Biz ou uma Honda CG, é mais barato você dirigir um BYD Dolphin Mini. Você gasta com 20.000 km R$ 380 para fazer uma revisão”, apontou o executivo. O carro, porém, exige um investimento inicial muito mais alto: o Dolphin Mini custa R$ 119.990 — valor suficiente para comprar nove unidades da Honda Biz zero quilômetro, cada uma por R$ 13.240. g1 entrevista o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy Kaique Mattos / g1 Volte para o início. Críticas ao boicote ao Salão do Automóvel Críticas ao boicote ao Salão do Automóvel O Salão do Automóvel de São Paulo ficou sete anos sem ser realizado e retornou em 2025 com formato semelhante ao das edições anteriores, mas com menos marcas de destaque do setor. Participaram empresas como BYD, Denza, Caoa Chery e Changan, além de Fiat, Jeep, Peugeot, RAM, GAC, Geely, Honda e Hyundai, mas as ausências chamaram ainda mais atenção. Ficaram de fora marcas tradicionais como Ford, Chevrolet, Volkswagen, Nissan, Audi, Porsche, Mercedes-Benz e BMW. Para Baldy, a postura de grandes marcas — que pedem mudanças fiscais ao governo e depois não participam do evento — foi “ridícula”. “Quando é para reclamar em benefício de proteção própria, tudo se une ali na Anfavea e correm para fazer os pleitos que são necessários no governo. Então, acho que isso é um pouco desleal”. Volte para o início. Polêmica sobre tecnologia de carregamento e "ignorância" Polêmica sobre tecnologia de carregamento e "ignorância" Até fevereiro de 2026, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) aponta a existência de 21.061 eletropostos no Brasil. Desse total, 14.582 são de recarga lenta, em que um carro elétrico leva cerca de oito horas para completar a carga. Os carregadores rápidos representam menos da metade do total, com 6.479 pontos no país. Neles, os veículos conseguem recarregar em menos de uma hora. Apesar do crescimento no número de pontos, ainda há grandes regiões sem infraestrutura de recarga, e poucas marcas investem na expansão da rede. Na década passada, o grupo Volkswagen criou rotas com carregadores, como na Rodovia Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Mais recentemente, a Volvo avançou ao conectar outros centros urbanos. Baldy rebate as críticas de que a BYD não investiu. “aqueles que comentam ou que fazem esse tipo de comentário ou desconhecem a tecnologia ou são ignorantes”, disse. g1 entrevista o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy Kaique Mattos / g1 Ele destacou a chegada de carregadores ultrarrápidos ao Brasil, com a promessa de recuperar cerca de 400 quilômetros de autonomia em apenas cinco minutos de recarga. “As nossas concessionárias Denza terão os carregadores super rápidos instalados já nesse ano de 2026 e outros pontos que nós estamos hoje discutindo para serem hubs de carregamento para oferecerem inclusive este nosso carregador super rápido”, disse Baldy. Os modelos da Denza, submarca de luxo da BYD, são compatíveis com esses carregadores ultrarrápidos. 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