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Pilotos de F1 vão acelerar karts de Lego antes do GP de Silverstone 2026 Divulgação / Lego Max Verstappen, piloto holandês da Red Bull, criticou a decisão da Fórmula 1 de colocar os competidores em carros feitos com peças de Lego durante o desfile antes do Grande Prêmio da Inglaterra, neste domingo. Para o tetracampeão mundial, a iniciativa pode fazer com que os pilotos pareçam "crianças e palhaços". O holandês disse à emissora Viaplay que prefere o formato tradicional, em que os pilotos dão uma volta pelo circuito em um caminhão aberto, acenam para o público e concedem entrevistas à TV. "Prefiro brincar de Lego em casa, com as crianças. Não aqui, para ser sincero", afirmou. "Prefiro ficar em cima de um caminhão, com todo mundo junto. Acho que é mais divertido e também passa uma imagem mais profissional." Na quinta-feira (2), a Fórmula 1 e a Lego anunciaram que os 22 pilotos vão percorrer o circuito de Silverstone antes da corrida em pequenos carros montados com milhares de peças da marca. Agora no g1 Leia mais: Pilotos de F1 vão usar karts de Lego em volta de apresentação; veja como carrinhos foram feitos Uma ação semelhante foi realizada no Grande Prêmio de Miami no ano passado. Na ocasião, os pilotos dividiram carros de dois lugares, houve pequenas colisões entre eles e várias peças ficaram espalhadas pela pista. "No fim das contas, somos pilotos de Fórmula 1. Acho que não devemos parecer crianças e palhaços tentando bater uns nos outros", disse Verstappen. "Não acho que seja disso que a Fórmula 1 precisa, mas fazer o quê." Emily Prazer, diretora comercial da Fórmula 1, afirmou que a ação vai mostrar um lado diferente da categoria e "criar um espetáculo incrível para os fãs". Max Verstappen na quinta feira (2) antes do GP de Silverstone de 2026 REUTERS/Andrew Boyers

Fechamento de fábrica em Guarulhos não significou fim da produção da Michelin no Brasil g1 Circula nas redes sociais uma publicação dizendo que fabricante de pneus Michelin vai deixar o Brasil após fechar uma unidade em Guarulhos, na Grande São Paulo. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são os posts? Publicações que viralizaram neste mês em redes como Instagram, Facebook e X exibem uma montagem em que aparecem a fachada de uma fábrica e o mascote da Michelin, além de duas caixas de texto dizendo:"Mais uma que vai embora: Michelin fecha fábrica com mais de 70 anos e demite centenas de trabalhadores" ; e "Mais uma empresa que vai embora do Brasil do desgoverno Lula" . Veja um exemplo de legendas que acompanharam as postagens: "A Michelin anunciou o fechamento gradual de sua fábrica em Guarulhos, na Grande São Paulo, encerrando as atividades de uma unidade que operava há mais de 70 anos no Brasil. A decisão afeta cerca de 350 trabalhadores, que deverão ser desligados ao longo do processo de desativação da planta". Mas isso não é verdade. Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa da empresa enviou uma nota dizendo: "A informação não procede. A Michelin anunciou, em junho do ano passado, a decisão de encerrar as atividades na fábrica de Guarulhos (SP) de forma gradual até o fim de 2025. Mesmo com esse fechamento, a marca mantém seu comprometimento com o Brasil, onde possui o ciclo completo da produção, e segue com as suas operações no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo". A companhia informou que demissões ocorreram até o fim de 2025, e não recentemente: "Na época [final do ano passado], um pacote social foi aprovado com o sindicato e incluia apoio financeiro e serviço de orientação profissional para os afetados". Nas últimas semanas, o Fato ou Fake desmentiu conteúdos semelhantes, envolvendo outras empresas. Veja dois exemplos: É #FAKE que fabricação de produtos de Adidas, Nike e Umbro vai ser transferida do Brasil para o Paraguai É #FAKE que Toyota vai deixar o Brasil e demitiu 1,5 mil funcionários de fábrica no interior de São Paulo ⚠️ Por que É #FAKE? Leia outro trecho do comunicado enviado ao Fato ou Fake pela assessoria da Michelin: "A unidade [de Guarulhos] produzia, principalmente, câmaras de ar para pneus de motos e bicicletas, pneus industriais e produtos semiacabados. A decisão foi resultado de uma supercapacidade de produção gerada a partir da entrada expressiva de produtos importados da Ásia, que muitas vezes chegam abaixo do custo de produção local, impactando fortemente o segmento de câmaras de ar para pneus de motos e bicicletas". Em nota publicada em junho de 2026 com o título "Fabricantes de pneus vão ao MDIC pedir medidas contra importados", a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) relatou ter procurado o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para "pedir medidas contra a concorrência desleal de pneus importados no mercado brasileiro". A Anip diz que as empresas que produzem pneus nacionalmente terminaram o primeiro quadrimestre deste ano com 31% de participação nas vendas totais. Segundo a entidade, esse foi o menor patamar da série histórica. Já os importados abarcaram 69% do mercado. Em 2019, essa relação era inversa: 69% dos nacionais, contra 31% dos estrangeiros. Fechamento de fábrica em Guarulhos não significou fim da produção da Michelin no Brasil g1 Veja também É #FAKE vídeo de Haaland tomando susto ao se ver de boca cheia em espelho de restaurante' É #FAKE vídeo de Haaland tomando susto ao se ver de boca cheia VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Agora no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

Fiat Strada e Volkswagen Polo lideram o ranking dos carros mais vendidos g1 O primeiro semestre de 2026 fechou com a Fiat Strada como veículo mais vendido do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A picape alcançou a marca de 83.032 emplacamentos e ficou bem à frente do vice-líder Volkswagen Polo. O hatch, nos seis primeiros meses do ano, chegou a 54.091 unidades vendidas, e foi seguido pelo ‘irmão’ T-Cross, que teve 48.048 emplacamentos. Veja a lista de mais vendidos entre janeiro e junho de 2026: Fiat Strada: 83.032 unidades; Volkswagen Polo: 54.091 unidades; Volkswagen T-Cross: 48.048 unidades; Fiat Argo: 46.029 unidades; Chevrolet Onix: 45.109 unidades; Volkswagen Tera: 41.420 unidades; Hyundai HB20: 38.930 unidades; Hyundai Creta: 35.925 unidades; BYD Dolphin Mini: 35.669 unidades; Fiat Mobi: 33.492 unidades. Agora no g1 Vendas em junho A ordem do pódio de mais vendidos em junho é a mesma do semestre. As diferenças são que o Volkswagen Tera aparece à frente do Chevrolet Onix no mês passado, mas está atrás no acumulado. E, nos primeiros seis meses de 2026, só o BYD Dolphin Mini aparece como eletrificado na lista dos 10 mais vendidos. Já em junho ele aparece atrás do BYD Song. Fiat Strada: 14.303 unidades; Volkswagen T-Cross: 11.753 unidades; Volkswagen Polo: 10.939 unidades; Fiat Argo: 9.831 unidades; Volkswagen Tera: 9.289 unidades; Chevrolet Onix: 7.972 unidades; Hyundai HB20: 6.914 unidades; BYD Song: 6.632 unidades; BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades; Hyundai Creta: 5.533 unidades. BYD Song Plus divulgação/BYD Carros elétricos e híbridos ganham espaço No primeiro semestre, a BYD lidera como a queridinha nos segmentos de híbridos e de elétricos. Nas vendas de híbridos, ela é seguida por Toyota e GWM. Já entre os elétricos, aparecem Geely e GM entre os principais concorrentes. No acumulado do ano, a BYD mantém liderança expressiva no segmento de elétricos, com 64,45% de participação no mercado. Entre janeiro e junho de 2026, foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país. Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%.








