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Honda confirma previsão de prejuízo de US$ 3,6 bilhões; CEO diz que demanda por elétricos caiu

Toshihiro Mibe, CEO da Honda Motors, fala dos resultados da empresa em Tóquio REUTERS/Kim Kyung-Hoon A Honda confirmou nesta quinta-feira (14) que terá seu primeiro prejuízo anual em quase 70 anos como uma empresa de capital aberto, atingida por até US$15,7 bilhões (R$ 77,1 bilhões) em custos de reestruturação em seu negócio de veículos elétricos. Sob o comando do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Washington encerrou o apoio aos veículos elétricos, forçando montadoras como Ford e Stellantis a repensarem estratégias e registrarem baixas contábeis bilionárias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A segunda maior montadora do Japão disse nesta quinta-feira que espera um impacto de US$15,7 bilhões (R$ 77,1 bilhões) com o cancelamento de três modelos de veículos elétricos planejados para produção nos EUA. Embora os analistas esperassem mais perdas relacionadas a veículos elétricos na Honda, o tamanho da baixa contábil anunciado nesta quinta-feira foi uma surpresa, disse Julie Boote, analista de automóveis da Pelham Smithers Associates. Honda tem prejuízo de US$ 3,6 bilhões; presidente corta 30% do próprio salário "A principal surpresa foi o fato do plano de produção dos EUA ter sido cancelado, em vez de apenas reduzido. A Honda tinha um plano de expansão de veículos elétricos muito ambicioso, que foi gravemente afetado pelas mudanças no ambiente do mercado", disse Boote. O presidente-executivo da Honda, Toshihiro Mibe, disse a jornalistas que a demanda por veículos elétricos caiu drasticamente, tornando "muito difícil" manter a lucratividade. A Honda também está reduzindo o valor de seus negócios na China, onde tem lutado para competir com modelos oferecidos por rivais como a BYD. Executivos cortam salários A Honda disse que espera ter prejuízo de até US$3,6 bilhões (R$ 17,6 bilhões) no ano fiscal que termina no final de março, em comparação com a previsão anterior de lucro. O resultado negativo será o primeiro prejuízo anual da companhia desde que foi listada no mercado de ações em 1957, disse um porta-voz da montadora. Sob pressão dos rivais chineses na Ásia e em outros lugares, as montadoras japonesas têm se concentrado cada vez mais na Índia, um mercado onde (como nos EUA) as montadoras chinesas estão efetivamente excluídas. Toshihiro Mibe, CEO da Honda, e o vice-presidente executido da Honda, Noriya Kaihara, falam em Tóquio sobre os resultados da empresa REUTERS/Kim Kyung-Hoon Mibe e o vice-presidente executivo da Honda, Noriya Kaihara, renunciarão voluntariamente ao equivalente a 30% de sua remuneração por três meses, enquanto alguns outros executivos abrirão mão de 20%, informou a Honda. A empresa planeja anunciar uma estratégia de negócios renovada de médio a longo prazos no próximo ano fiscal. Perdas bilionárias Várias montadoras globais registraram baixas contábeis dolorosas ao reduzirem suas ambições sobre veículos elétricos nos últimos meses. A perda na Honda eleva o total do setor para cerca de US$ 67 bilhões. A General Motors alertou para encargos de US$7,6 bilhões, enquanto a Stellantis sinalizou US$ 25 bilhões e a Ford US$ 19 bilhões. Além de seus principais mercados, Japão e EUA, a Honda disse que fortalecerá sua linha de modelos e a competitividade de custos na Índia, onde vê espaço para expansão.
É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho de 2026

É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho Reprodução/Redes sociais Circula nas redes sociais a informação de que o uso de coletes refletivos por condutores de veículos em situações de emergência (paradas emergenciais em que condutor necessita sair do veículo) se tornará obrigatório a partir de junho deste ano. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🔴 Como são os posts? Publicações que circulam em plataformas como X, Instagram, Facebook e Threads afirmam que a exigência “começará a valer em todo o país a partir de junho de 2026” devido ao Projeto de Lei nº 282/2026, que determina que “além de estar presente no veículo, o colete deverá ser utilizado pelo condutor antes de qualquer ação fora do carro, como a colocação do triângulo de sinalização ou tentativa de reparo”. Uma publicação conta com mais de cinco mil curtidas e 25 mil compartilhamentos. Ao pesquisar os termos “colete refletivo obrigatório” no Google em 30 de abril, o Gemini, inteligência artificial da plataforma, confirmava a informação de obrigatoriedade do uso do colete a partir de junho, devido ao Projeto de Lei nº 282/2026. Procurado por "O Globo", o Google afirmou, em nota, que a ferramenta Visões Gerais Criadas por IA (AI Overviews) é "frequentemente aprimorada para exibir as informações mais úteis". A plataforma também comunicou que investe "significativamente" na qualidade das respostas e que usou este caso para aperfeiçoá-las.Confira a nota na íntegra: "As Visões Gerais Criadas por IA (AI Overviews) são frequentemente aprimoradas para exibir as informações mais úteis, e investimos significativamente na qualidade das respostas. Quando surgem problemas – como casos em que nossos recursos interpretam incorretamente conteúdos da web ou carecem de contexto – utilizamos esses exemplos para aperfeiçoar nossos sistemas e tomamos medidas de acordo com nossas políticas, como fizemos neste caso". Confira os posts: É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho Reprodução/Redes sociais ⚠️ Por que #É FAKE? O Projeto de Lei nº 282/2026 existe. Ele foi apresentado pelo deputado federal Defensor Stélio Dener (Republicanos-PR), mas ainda está em fase de tramitação. A atualização mais recente, encontrada nos registros da Câmara dos Deputados, mostra que em 14 de abril deste ano foi apresentado um Requerimento de Apensação, ou seja, o projeto passará a tramitar junto de outro que trata de tema semelhante ou correlato. Ainda em fase inicial de tramitação, a proposta não foi analisada pelas comissões responsáveis. Se aprovado nas comissões, o texto ainda precisará passar pelos plenários da Câmara e do Senado e ser sancionado pelo presidente da República para entrar em vigor. As publicações citadas acima induzem o leitor a acreditar que o Projeto já foi sancionado pelo presidente Lula, ao informar que “a exigência começará a valer em todo o país a partir de junho de 2026”. 📝 O que diz o Projeto de Lei? O projeto propõe a obrigatoriedade do uso do colete de segurança retrorrefletivo pelo condutor, sempre que houver imobilização do veículo em vias públicas, especialmente em rodovias, vias de trânsito rápido ou locais de baixa visibilidade, em decorrência de pane mecânica ou elétrica, acidente, falta de combustível, necessidade de manutenção emergencial ou qualquer outra situação que exija a permanência do condutor fora do veículo sobre a via. A proposta inclui que veículos fabricados a partir de 12 meses da publicação da Lei devem sair de fábrica com, no mínimo, um colete de segurança retrorrefletivo. É #FAKE que uso de coletes refletivos se tornará obrigatório no Brasil a partir de junho Reprodução/Redes sociais Veja também É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Vídeos em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito) GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake
Nissan reduz prejuízo, mas segue no vermelho e corta custos

Um trabalhador passa por uma linha de SUVs Infiniti na linha de produção da fábrica de montagem de veículos da Nissan em Smyrna. AP Photo/Kristin M. Hall A montadora japonesa Nissan reduziu suas perdas no ano fiscal encerrado em março, mas permaneceu no vermelho, pressionada pelas tarifas dos Estados Unidos, pela inflação e pela concorrência cada vez mais forte. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A Nissan Motor Co., sediada na cidade portuária de Yokohama, registrou prejuízo de 533 bilhões de ienes (US$ 3,4 bilhões), menor do que os 670,9 bilhões de ienes em perdas registrados no ano fiscal anterior. As vendas anuais da empresa caíram 5%, para 12 trilhões de ienes (US$ 76 bilhões). O presidente-executivo Ivan Espinosa afirmou que a Nissan está avançando de forma consistente e já vê “sinais claros” de recuperação. “Superamos a fase de recuperação e estamos entrando em um período de crescimento”, disse. “Vamos aproveitar esse momento com uma gestão rigorosa de custos e uma execução mais rápida de produtos, impulsionando vendas e lucratividade.” Vídeos em alta no g1 No trimestre entre janeiro e março, a Nissan teve prejuízo líquido de 282,9 bilhões de ienes (US$ 1,8 bilhão), ante perdas de 676 bilhões de ienes no mesmo período do ano anterior. As vendas trimestrais recuaram quase 2%, para 3,43 trilhões de ienes (US$ 22 bilhões). A Nissan afirmou que segue trabalhando em cortes de custos e outras medidas para voltar à lucratividade. Segundo a empresa, o lucro operacional ficou acima do esperado, e a expectativa é de melhora nos resultados neste ano com o lançamento de novos modelos. A montadora, responsável por veículos como o Altima, o SUV Pathfinder, o elétrico Leaf e os modelos de luxo Infiniti, vendeu 3,15 milhões de veículos globalmente no ano fiscal encerrado em 31 de março. Apesar do discurso otimista dos executivos sobre o plano de recuperação, a situação financeira da empresa é considerada uma das piores dos últimos anos. A Nissan está cortando milhares de empregos e já vendeu o prédio de sua sede. A companhia prevê voltar ao lucro no ano fiscal encerrado em março de 2027, com ganho líquido estimado em 20 bilhões de ienes (US$ 127 milhões). As montadoras japonesas enfrentam dificuldades diante da forte concorrência das fabricantes chinesas, que vêm dominando mercados asiáticos. Nos últimos anos, houve negociações para uma possível fusão parcial entre a Nissan e a rival japonesa Honda Motor Co., que também enfrenta desafios, mas as conversas fracassaram. Apesar disso, ainda podem surgir parcerias pontuais entre as empresas. As ações da Nissan, que oscilaram bastante ao longo do último ano, fecharam o dia em alta de 4%.