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Motorista de aplicativo, app, Uber, 99 Maksim Goncharenok/Pexels O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou as condições de financiamento do programa Move Brasil para taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas. Agora, os veículos poderão ser financiados em até 84 meses, contra os 72 meses previstos anteriormente, e o valor máximo do automóvel passou de R$ 150 mil para R$ 200 mil. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A mudança foi aprovada em reunião extraordinária do CMN nesta quinta-feira (27). O programa é voltado à compra de veículos novos usados no transporte individual de passageiros. O prazo maior permite que o valor financiado seja dividido em mais parcelas, o que pode reduzir o valor pago mensalmente pelos motoristas. O programa mantém a possibilidade de até seis meses de carência para o pagamento do valor principal — período em que o beneficiário não precisa começar a quitar essa parte da dívida. Move Brasil: após baixa procura, governo aumenta limite de crédito para motoristas de app comprarem carros Programa 'Move Brasil': Teto para financiar veículos sobe para R$ 200 mil Mais modelos de carros poderão ser financiados O aumento do limite de R$ 150 mil para R$ 200 mil amplia a quantidade de veículos que podem ser comprados pelo programa. Segundo levantamento do próprio ministério da Fazenda, feito com base nos emplacamentos de 2025, o limite anterior incluía cerca de 63% do mercado analisado. Com a inclusão dos carros que custam entre R$ 150 mil e R$ 200 mil, outras 486 mil unidades passam a fazer parte do grupo de veículos que podem ser financiados pelo critério de preço. Com isso, a cobertura sobe para aproximadamente 88% do mercado considerado. A mudança também permite que os motoristas tenham acesso a mais modelos e versões de veículos, inclusive carros que atendem a categorias de aplicativos que exigem maior nível de conforto. Como posso participar? Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma. Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo. No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar. Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos: Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima; A resposta é enviada em até cinco dias úteis; Motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. Move Brasil tem baixa procura O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou na última quarta-feira (20) que bancos públicos têm participado mais da operação, enquanto os privados demonstram menos apetite. “Estamos sempre em contato para entender por que, mesmo com a garantia do governo, [o Move Brasil] não tem tido a adesão que a gente inicialmente esperava”, disse Durigan.

Honda lança Prelude no Brasil Divulgação / Honda O Honda Prelude foi apresentado nesta quinta-feira (27) no Festival Interlagos 2026. As vendas começam hoje, por R$ 380 mil. O cupê volta ao mercado brasileiro após 25 anos. Na década de 1990, o modelo teve Ayrton Senna como garoto-propaganda. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A sexta geração do Prelude tem um sistema híbrido que combina dois motores elétricos com um motor 2.0 a gasolina. O propulsor a combustão utiliza ciclo Atkinson e injeção direta, tecnologias que ajudam a reduzir o consumo de combustível. O conjunto entrega 203 cv de potência e 32,1 kgfm de torque. O modelo também utiliza componentes do chassi do esportivo Civic Type R. Entre eles estão a suspensão independente nas quatro rodas, com sistema multilink na traseira e duplo eixo na dianteira, além de amortecedores adaptativos, que ajustam seu funcionamento de acordo com as condições de condução. Por que o Honda Civic sumiu das ruas? Equipamentos O Prelude será vendido em versão única. Entre os equipamentos estão rodas de 19 polegadas com pneus 235/40 R19, pedaleiras esportivas, painel digital de 10,2 polegadas e central multimídia de 9 polegadas com Google Assistente, Apple CarPlay e Android Auto. O modelo também traz carregador de celular por indução, sistema de som Bose com oito alto-falantes, alerta de ponto cego e monitor de tráfego cruzado traseiro. A carroceria tem configuração cupê 2+2, com dois bancos dianteiros e dois lugares atrás. O banco traseiro é rebatível. Na frente, os bancos são esportivos, revestidos de couro claro e têm apoios de cabeça integrados e ajustes de posição. Na prática, os bancos traseiros são mais adequados para trajetos curtíssimos e não oferecem conforto para quem tem mais de 1,80 m. Honda Prelude no Autódromo de Interlagos Divulgação / Honda Segurança O Prelude vem equipado com o Honda SENSING, pacote de tecnologias que auxiliam o motorista durante a condução. Entre os recursos estão: Frenagem automática para reduzir o risco ou a gravidade de colisões; Correção de saída involuntária da pista; Assistentes de permanência e centralização em faixa; Ajuste automático dos faróis; Controle de cruzeiro adaptativo, que ajusta a velocidade para manter distância do veículo à frente. O carro também tem discos de freio dianteiros de 350 mm e pinças de quatro pistões Brembo. As pinças são pintadas de azul em referência ao sistema híbrido. Produzido no Japão, o Prelude tem carroceria baixa e larga. O desenho inclui teto com duas elevações, para-lamas alargados e elementos aerodinâmicos na dianteira e na tampa do porta-malas. O modelo será oferecido no Brasil nas cores Crystal Black Pearl, Rallye Red e Moonlit White Pearl. Cabine do novo Honda Prelude Divulgação / Honda A garantia do veículo é de seis anos, sem limite de quilometragem. Para a bateria e os motores do sistema elétrico, a cobertura é de oito anos ou 160 mil quilômetros. A pré-venda começa em 27 de agosto e segue até o fim de setembro. Os 50 compradores terão benefícios como capa de proteção, porcas antifurto, tapetes, condições especiais de pagamento e seguro, miniatura do Prelude, proteção para a pintura e experiências de direção promovidas pela Honda. Propaganda do Honda Prelude no Japão em 1991 com Ayrton Senna reprodução/redes sociais Prelude em Interlagos Uma das principais novidades é o sistema S+ Shift. Acionado por um botão no console central, ele simula o funcionamento de um câmbio com trocas de marcha, embora o sistema híbrido não faça essas trocas da maneira convencional. Para criar o efeito, o carro controla eletronicamente o funcionamento dos motores elétrico e a combustão. O sistema também simula reduções de marcha e até o efeito do punta-tacco, técnica usada em carros esportivos para ajustar a rotação do motor durante uma redução. O S+ Shift funciona com os quatro modos de condução: Comfort, GT, Sport e Individual. Os modos alteram características como a resposta do motor, o peso da direção, a rigidez dos amortecedores, o som reproduzido na cabine, as informações do painel e o funcionamento do controle de cruzeiro adaptativo. Galerias Relacionadas O g1 testou o Honda Prelude no Autódromo de Interlagos, palco de algumas das principais conquistas de Ayrton Senna, que também foi garoto-propaganda do modelo. O primeiro ponto é que o Prelude não tem a mesma proposta do Civic Type R. Com câmbio manual e foco maior no desempenho, o Type R foi desenvolvido para buscar tempos rápidos em autódromos. O Prelude tenta combinar esportividade com conforto para o uso cotidiano. Nos primeiros quilômetros, com o modo Comfort selecionado, o Prelude mostrou uma condução confortável para duas pessoas. O sistema híbrido também tem como proposta reduzir o consumo de combustível. Honda lança no Brasil o novo Prelude Divulgação / Honda O conjunto formado pelo motor 2.0 a combustão e pelo sistema híbrido é o mesmo utilizado no Honda Civic. O g1 já testou o modelo no Brasil e também mostrou por que ele desapareceu das lojas e das ruas. Por dentro, a cabine segue o padrão de outros modelos da Honda. O quadro de instrumentos apresenta as informações de forma clara, com visual predominantemente em preto e branco. O couro claro com costuras azuis é um dos elementos que mais chamam atenção. No modo Sport, o comportamento fica mais esportivo. O som do motor a combustão é reforçado artificialmente pelo sistema de áudio Bose, criando na cabine a sensação de um escapamento mais ruidoso. Honda Prelude no Autódromo de Interlagos A suspensão e a direção também funcionaram bem no circuito. Os componentes derivados do Civic Type R ajudam o Prelude a entrar e sair das curvas com facilidade e a manter a carroceria bem apoiada no asfalto. Durante o teste, o conjunto de suspensão e chassi passou a impressão de que poderia lidar com mais potência sem comprometer o equilíbrio nas curvas. Com a função S+ Shift, a experiência muda. O sistema cria artificialmente a sensação de trocas e reduções de marcha, mesmo em um conjunto híbrido no qual o motor elétrico tem papel central na movimentação do carro. O efeito lembra o funcionamento de um câmbio esportivo nas acelerações e retomadas. Na pista, a simulação é convincente. As mudanças no som e na resposta do carro dão a sensação de que um câmbio está realizando trocas de marcha, embora o funcionamento real do sistema seja diferente. A conclusão é que o Prelude pode encontrar seu público no Brasil. E a Honda poderá ampliar a oferta dependendo da procura pelo modelo. Entre os potenciais compradores estão consumidores atraídos pelo visual e pela história do Prelude, especialmente aqueles que acompanharam o modelo nas décadas de 1980 e 1990. Cerca de 25 anos depois, esse público volta a ter a opção de comprar um Prelude no Brasil, agora com uma proposta que combina esportividade e conforto para o uso cotidiano. Honda Prelude Preço: R$ 380 mil; Comprimento: 4,52 m; Largura: 1,88 m; Altura: 1,35 m; Entre-eixos: 2,60 m; Porta-malas: 264 litros; Peso: 1.469 kg; Rodas: 19 polegadas; Pneus: 235/40 R19; Suspensão dianteira: independente McPherson; Suspensão traseira: independente multilink; Freios dianteiros: discos ventilados; Freios traseiros: discos; Direção: elétrica; Tipo de híbrido: convencional, sem recarga externa; Motor a combustão: 2.0 DI DOHC 16V; Combustível: gasolina; Potência do motor a combustão: 143 cv a 6.000 rpm; Torque do motor a combustão: 19,1 kgfm a 4.500 rpm; Potência do motor elétrico: 184 cv; Torque do motor elétrico: 32,1 kgfm; Potência combinada: 203 cv; Transmissão: e-CVT; Tração: dianteira; Consumo urbano: 17,9 km/l; Consumo rodoviário: 15,7 km/l; Tanque de combustível: 40 litros.

MG apresenta a marca de luxo IM no Brasil; SUV IM6 é elétrico e tem versão com 767 cv. Divulgação / MG A MG Motor Brasil apresentou nesta quarta-feira (26) o SUV elétrico IM6. O modelo marca a estreia da divisão de luxo IM Motors no país, que tem início previsto de vendas até o fim de 2026. A marca britânica — que pertence à SAIC e produz carros na China — já confirmou uma linha de montagem no Brasil. A fábrica no Ceará é a mesma utilizada pela Chevrolet para montar Spark e Captiva. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo Thiago Marques, gerente de marketing da MG Motor, a empresa identificou espaço no Brasil para uma nova marca de luxo voltada a um volume menor de vendas. Os carros da IM serão vendidos em espaços exclusivos dentro das lojas da MG. Primeiro modelo apresentado no Brasil, o IM6 é um SUV elétrico com porte do Porsche Cayenne. A marca ainda não divulgou quais versões serão vendidas no Brasil, quando começam as entregas nem as condições de venda. Durante o Festival Interlagos, porém, trouxe a configuração mais potente do IM6. Agora no g1 Na configuração Performance, o SUV tem dois motores elétricos que entregam 767 cv de potência e 81,7 kgfm de torque. O modelo acelera de zero a 100 km/h em 3,5 segundos e atinge velocidade máxima de 305 km/h. A reportagem do g1 pode fazer uma volta rápida no autódromo com uma configuração menos potente. A expectativa é que essa versão custe cerca de R$ 400 mil. Na Inglaterra, a versão do IM6 com um único motor elétrico, instalado no eixo traseiro, tem os seguintes números: Potência: 407 cv; Torque: 51 kgfm; Aceleração de 0 a 100 km/h: 5,4 segundos; Velocidade máxima: 235 km/h; Capacidade da bateria: 96,5 kWh. MG apresenta a marca de luxo IM no Brasil; SUV IM6 é elétrico e tem versão com 767 cv. Divulgação / MG Entre os recursos tecnológicos estão sistemas de assistência ao motorista (ADAS), tecnologias para evitar colisões e capotamentos, controle de estabilidade para reduzir o risco de aquaplanagem e esterçamento das quatro rodas, que permite que as rodas traseiras também mudem de direção para ajudar nas manobras e na estabilidade. O painel reúne duas telas digitais, uma de 26,3 polegadas e outra de 10,5 polegadas. O interior também conta com sistema de som e bancos com formato semelhante ao de poltronas. IM6 na pista Mesmo com o centro de gravidade mais alto, característica comum aos SUVs, o IM6 se saiu bem nas curvas do circuito. O comportamento foi previsível, inclusive nas acelerações na saída das curvas, e mostrou que o modelo pode ser divertido de dirigir. Como o asfalto de Interlagos é liso, ainda não foi possível avaliar como o IM6 reage às irregularidades comuns nas ruas e estradas brasileiras. O acabamento da cabine é de boa qualidade, mas o modelo exagera na quantidade de telas. O painel de instrumentos se estende em direção ao centro da cabine e forma, junto à central multimídia, uma grande superfície digital. SUV IM6 da MG Motors (carro do meio) esterça as quatro rodas para facilitar manobras divulgação/MG No console central, os botões físicos também dão lugar a uma tela usada para controlar diferentes configurações do carro. Apesar do excesso de telas, os comandos usados durante a condução respondem bem. A direção, por outro lado, transmite pouca sensação do que acontece entre as rodas e o asfalto. Durante o teste, ficou evidente a atuação dos sistemas eletrônicos para controlar o comportamento do carro. A suspensão faz ajustes para reduzir os movimentos da carroceria e manter o veículo equilibrado nas curvas. No banco traseiro, o espaço para a cabeça é mais limitado. Isso ocorre porque o teto desce em direção à traseira, característica comum aos SUVs cupês e presente também em modelos de marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi e Porsche. MG apresenta a marca de luxo IM no Brasil; SUV IM6 é elétrico e tem versão com 767 cv. Divulgação / MG








