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Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Detran/PI Em dezembro de 2025, tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ficou menos burocrático e mais barato. Uma das principais mudanças foi o fim da exigência do curso teórico obrigatório em autoescolas. Segundo o Ministério dos Transportes, a economia gerada pela medida foi de R$ 1.840.397.022,58. Em Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, o candidato precisava pagar cerca de R$ 1 mil apenas para cobrir o custo do curso teórico em uma autoescola. De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Dados do ministério indicam que 55% da economia total do país está concentrada em seis das 27 unidades da federação — os 26 estados e o Distrito Federal: Curso teórico é opcional e pode ser gratuito Antes das mudanças, o candidato precisava cumprir pelo menos 45 horas de aulas teóricas. Com as novas regras, essa exigência deixou de existir, e o curso teórico passou a não ter carga horária mínima. Ele pode ser feito tanto em autoescolas quanto em casa, além de escolas públicas de trânsito, instituições especializadas em ensino a distância (EaD) ou órgãos que fazem parte do Sistema Nacional de Trânsito. Também é possível realizar o curso teórico pelo aplicativo CNH do Brasil ou pelo site do Ministério dos Transportes. Nesse formato, todo o conteúdo é digital e inclui aulas sobre regras de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros e cuidados com o meio ambiente. Apesar de o curso teórico poder ser gratuito, a prova aplicada ao candidato continua sendo paga. Em São Paulo, por exemplo, o custo é de R$ 52,83. Já em Pernambuco, o valor é menor: R$ 38,17. Aprovado na prova teórica, o candidato já pode iniciar as aulas práticas de direção.

O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou que espera uma aprovação em breve, pela União Europeia, do sistema "Full Self-Driving" (FSD). Apesar do otimismo, e-mails de reguladores europeus indicam dúvidas relevantes sobre a tecnologia e seus possíveis ganhos em segurança. A versão "FSD (Supervised)" já foi aprovada em abril pela RDW, autoridade de trânsito da Holanda. Agora, o órgão tenta ampliar essa autorização para toda a União Europeia, e o tema será discutido em uma audiência de um comitê nesta terça-feira. "Esperamos ser aprovados em muitos outros países", disse Musk a analistas em teleconferência no dia 22 de abril. Ele acrescentou que, na sequência, a empresa pretende buscar autorização para operar robôs-táxi autônomos na Europa. A aprovação é estratégica para a Tesla, que tenta recuperar espaço no mercado europeu após perdas recentes. O sistema é oferecido por meio de assinatura mensal e permite que o carro dirija sozinho em algumas situações, embora o motorista precise permanecer atento o tempo todo. Veja os vídeos em alta no g1: Vídeos em alta no g1 Ainda assim, mensagens internas obtidas por meio de pedidos públicos mostram que reguladores de países como Holanda, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Noruega levantaram uma série de preocupações — e podem ter papel decisivo na análise. Entre os pontos citados estão o comportamento do sistema em acelerações, a segurança em estradas com gelo e a possibilidade de motoristas contornarem mecanismos criados para evitar distrações, como o uso de celular ao volante. Os reguladores também demonstraram incômodo com a estratégia da Tesla de incentivar clientes a pressionar autoridades pela aprovação do sistema. Na reunião desta terça-feira, o comitê da União Europeia deve ouvir representantes holandeses sobre os motivos que levaram à aprovação local e se a medida poderia ser adotada pelos demais países do bloco. A Tesla não comentou o assunto. Para que o sistema seja liberado em toda a União Europeia, é necessário o apoio de países que representem ao menos 55% dos Estados-membros e 65% da população do bloco. Não há votação prevista para esta semana, e novas reuniões estão marcadas para julho e outubro. Tesla Cybertruck 2026 Divulgação

Volkswagen Polo 2024 Divulgação/VW A Volkswagen anunciou o recall de 117.798 veículos no Brasil, incluindo os modelos Polo, Virtus, Nivus, T-Cross e Tera, fabricados entre 2021 e 2026. Segundo comunicado divulgado nesta segunda-feira, a medida ocorre por necessidade de inspeção no componente "instrumento combinado". 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A montadora disse que foi constatado que o instrumento combinado dos veículos pode não funcionar corretamente devido a uma falha de software. "Ao dar partida, o componente pode apresentar comportamento não esperado, permanecer inoperante mesmo após o acionamento, não estando em conformidade com a legislação", afirmou a empresa. "Aumentando os riscos de acidente com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e terceiros", concluiu. Veja os vídeos em alta no g1: Vídeos em alta no g1








