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Toyota produz último Corolla em fábrica de Indaiatuba após 28 anos A montadora da Toyota em Indaiatuba (SP) produziu, no sábado (20), o último Corolla sedã após 28 anos de existência da fábrica na cidade. A planta encerrará as atividades no dia 30 de junho e o modelo passará a ser montado em Sorocaba (SP). O último carro montado foi apresentado aos funcionários em uma cerimônia de despedida, com direito a desfile automotivo em um tapete vermelho - veja no vídeo acima. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Despedida em tapete vermelho: último Corolla é produzido em fábrica de Indaiatuba após 28 anos Reprodução/Redes sociais Em 2024, o Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região chegou a um acordo com a montadora para a transferência de colaboradores ou adesão ao plano de demissão voluntária. A planta chegou a reunir 1,5 mil funcionários. A fábrica de Indaiatuba foi a segunda da Toyota no Brasil, sendo instalada em 1998 e responsável por fabricar mais de 1 milhão de unidades do modelo Toyota Corolla. Segundo a montadora, na planta foram produzidos os primeiros modelos híbridos flex do mundo. Nova fábrica Segundo a Toyota, a nova fábrica de Sorocaba será inaugurada em novembro deste ano. A unidade será a segunda da montadora na cidade e ficará responsável pela produção de novos carros e de modelos com tecnologia híbrida. A inauguração faz parte do plano de investimentos de R$ 11 bilhões da Toyota no Brasil, previsto para ser executado até 2030. De acordo com a empresa, o início das atividades da nova fábrica deve gerar cerca de 2 mil empregos. Planta da Toyota do Brasil em Indaiatuba Toyota do Brasil / Arquivo Pessoal VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região

100% elétrico, BYD Dolphin Mini lidera quarto mês consecutivo no topo. Divulgação/BYD Pelo segundo mês consecutivo, nenhuma marca foi páreo para a BYD no varejo automotivo brasileiro. Em escalada no mercado nacional, a fabricante de modelos elétricos e híbridos encerrou maio com 16.883 veículos licenciados e 14% de participação de mercado, mantendo-se no topo nas vendas diretas ao consumidor final. Além disso, três modelos figuram entre os cinco mais vendidos do Brasil. Pelo quarto mês na liderança isolada, o BYD Dolphin Mini, 100% elétrico, puxa a frente: foram 6.478 unidades licenciadas no período, desempenho que representou 38,4% das vendas da marca. Significa que, sozinho, o modelo concentra mais de 5% do mercado no varejo. O desempenho também foi impulsionado por modelos que vêm conquistando cada vez mais espaço em diferentes segmentos. O BYD Dolphin, também 100% elétrico, alcançou a terceira colocação entre os mais vendidos, com 4.163 unidades, enquanto a família Song ocupou a quinta posição, com 4.029 unidades, na soma dos híbridos Pro e Plus. Para Alexandre Baldy, vice-presidente Sênior da BYD do Brasil e Head de Marketing e Comercial da BYD Auto, a posição de liderança reforça a capacidade de conectar o portfólio às necessidades do mercado brasileiro. Dentro dessa estratégia, os resultados positivos são considerados consequência. “Liderar o varejo nacional com três modelos entre os cinco mais vendidos não é coincidência, é o resultado de um desafio que colocamos para os nossos times todos os dias: entender o que o brasileiro precisa e entregar isso com tecnologia acessível”, considera. BYD Dolphin aparece na terceira colocação no ranking de vendas. BYD/Divulgação Com a meta de chegar à liderança geral do mercado nacional até 2030, a BYD tem ampliado sua participação e fortalecido a relação com os consumidores. Tyler Li, presidente da BYD Brasil, enxerga a relevância muito além dos números. Para o executivo, mais do que um resultado de vendas expressivo, o desempenho reflete a consolidação de uma estratégia construída a partir da dedicação de um time alinhado à tecnologia, inovação e proximidade com o público. “Hoje é quase impossível não encontrar um modelo BYD em cada esquina do país e isso demonstra que a marca vem conseguindo cumprir o seu papel de fazer a eletrificação deixar de ser uma tendência de nicho para se tornar uma escolha concreta para milhares de brasileiros”, avalia. BYD Song Pro é um dos modelos da família Song, também no top 5. BYD/Divulgação Expansão no Brasil A escalada tende a aumentar com a ampliação das operações no complexo industrial de Camaçari (BA). Inaugurada em outubro de 2025, a fábrica já produziu cerca de 70 mil unidades dos modelos Dolphin Mini, King e Song Pro, com obras em andamento para iniciar a produção completa em solo nacional. No campo tecnológico, a empresa anunciou o desenvolvimento de seu próprio chip automotivo de 4 nanômetros. No cenário global, a BYD vendeu 383.453 veículos em maio de 2026, com 160.177 destinados a mercados fora da China, somando 1,4 milhão de unidades no acumulado de janeiro a maio e ultrapassando 16,5 milhões de veículos eletrificados vendidos desde o início de suas operações. Acesse o site da BYD para conferir ofertas exclusivas e faça parte dessa revolução global. It’s not a car. It’s a BYD.

Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano Ferrari A Ferrari não está obrigando os clientes a comprarem seu polêmico carro elétrico Luce para se qualificarem para a compra dos próximos modelos de série limitada da montadora de carros de luxo, afirmou Enrico Galliera, diretor de marketing e comercial. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em uma apresentação de produto no final da semana passada, Galliera negou uma reportagem da Bloomberg de que a compra do Luce, o primeiro veículo elétrico da empresa, avaliado em US$ 630 mil poderia se tornar um requisito para ter acesso aos modelos mais exclusivos da Ferrari, acrescentando que exercer esse tipo de pressão seria um "grande erro". "Correríamos o risco de criar embaixadores negativos que falariam mal do Luce e, depois de alguns meses, o revenderiam", disse Galliera, segundo um porta-voz da empresa. "Isso destruiria seu valor de mercado residual, que é exatamente o que o setor de veículos elétricos de luxo está sofrendo hoje." Tradicionalmente, a Ferrari utiliza um sistema de alocação (especialmente no que diz respeito à qualificação para a compra de seus modelos de edição limitada) que favorece clientes antigos, ou seja, aqueles que possuem vários carros, bem como aqueles que participam de eventos da fábrica e mantêm os veículos por longos períodos. Agora no g1 Galliera afirmou que a Ferrari sempre dizia aos seus concessionários e clientes que o Luce só deveria ser vendido àqueles "verdadeiramente motivados a comprá-lo". "Nossa mensagem para a rede foi: certifiquem-se de que qualquer pessoa que peça este carro realmente o queira e não o esteja comprando para agradar à Ferrari em busca de outros tipos de benefícios", disse ele. A maioria dos clientes da Ferrari normalmente possui mais de um carro da marca. Em 2025, a empresa vendeu cerca de 84% de seus carros novos para atuais proprietários de Ferrari e aproximadamente 56% para compradores que possuíam mais de um veículo da marca. A fabricante de carros esportivos de luxo apresentou o Luce EV de cinco lugares no mês passado, desencadeando uma onda de críticas, inclusive nas redes sociais, pelo design pouco convencional do modelo em comparação com a estética tipicamente musculosa e agressiva da Ferrari, e pela decisão da empresa de se desviar de seus tradicionais motores a gasolina. Dias após a apresentação do Luce, o presidente-executivo Benedetto Vigna afirmou que a Ferrari estava recebendo "forte interesse" pelo carro, tanto de clientes novos quanto antigos. Desde então, a empresa não divulgou novas informações sobre os pedidos do Luce e disse que só fornecerá números precisos no final de julho, quando divulgar os resultados do segundo trimestre.








