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BYD apresenta picape híbrida Mako André Fogaça / g1 A BYD mostrou, nesta terça-feira (25), a versão já concluída da picape Mako. O modelo chegará ao Brasil no ano que vem para competir com Fiat Toro, Volkswagen Tukan e RAM Rampage e será fabricado em Camaçari (BA). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Vista em detalhes pela primeira vez durante o Festival Interlagos, que ocorre no autódromo de São Paulo entre os dias 28 e 30 de agosto, a picape já havia sido exibida em um estágio anterior, quando um protótipo foi apresentado durante um evento em Ribeirão Preto (SP), no fim de abril deste ano. Volkswagen apresenta picape Tukan Teste do novo BYD Song Pro com motor flex Galerias Relacionadas Durante o evento, o protótipo trazia o mesmo tipo de suspensão usado no Song Pro, híbrido plug-in que está entre os cinco eletrificados mais vendidos do Brasil. Esse detalhe favorece o conforto urbano da picape, em detrimento da capacidade de carga. Apesar de estar em um estágio mais avançado de desenvolvimento, o modelo exibido no evento ainda é um protótipo e está longe da versão que chegará às concessionárias. Isso significa que: A pintura final estava escondida sob adesivos que cobrem toda a carroceria; Os dados técnicos ainda não estão definidos e podem mudar até o lançamento; Alguns recursos do veículo estavam inoperantes, incluindo todos os sistemas de assistência ao motorista, como sensores de estacionamento e câmeras; O acabamento interno estava coberto por uma película de couro, escondendo detalhes mais refinados. A sensação da reportagem é que a BYD Mako está muito mais próxima do porte de uma Fiat Toro e RAM 1500, do que Ford Ranger ou Toyota Hilux. Ao mesmo tempo, fica claramente acima da Fiat Strada em todos os aspectos. Durante o teste, a direção passou a sensação de ser exageradamente pesada. Isso ocorreu tanto em velocidades mais altas quanto nos trechos em que a reportagem não acelerou mais forte, como na área dos boxes. BYD Mako no Festival Interlagos André Fogaça/g1 A impressão era de que a direção elétrica estava desligada, sem energia ou simplesmente não funcionava. Procurados, funcionários da BYD não foram unânimes ao dizer se isso se deve a uma falta de calibração do protótipo ou se a característica será mantida no modelo que chegará ao mercado. Se a direção desagradou, a suspensão causou impressão oposta. Ao observar a parte inferior da Mako, foi possível notar um conjunto visivelmente semelhante ao utilizado no Song Pro. Na pista, essa impressão foi confirmada. A Mako tem um acerto típico de um carro urbano, com a cabine sem molejo em acelerações bruscas, frenagens intensas e curvas feitas em alta velocidade. O teste, embora tenha sido realizado no autódromo que recebe a Fórmula 1 anualmente, buscou reproduzir condições de uso urbano. Nesse aspecto, a suspensão se mostrou bem azeitada e pronta para equipar a versão final do modelo. Pela lateral, foi possível notar um segundo bocal, confirmando que se trata de uma picape híbrida plug-in. O painel não exibia a autonomia elétrica em quilômetros, mas indicava 29% de carga nas baterias e autonomia combinada de 977 km. Com a carga disponível, a potência máxima do motor elétrico estava garantida. Ao pisar fundo, foi possível perceber que o conjunto entrega um desempenho semelhante ao já experimentado pela reportagem no BYD Song Pro. A aceleração da Mako é contínua, com a força típica do motor 1.5 turbo auxiliado pelo propulsor elétrico que equipa o SUV. No Song Pro, são 219 cv de potência combinada e 30,6 kgfm de torque. A picape, como é feita para carregar mais peso, deve alterar os números para que o torque seja maior. No Song Pro, o conjunto entrega 219 cv de potência combinada e 30,6 kgfm de torque. Como a picape é projetada para carregar mais peso, os números devem ser ajustados para privilegiar um torque maior. BYD ainda patina nas picapesPicape pode esconder fiasco da BYD Shark Mesmo sem preço confirmado, as dimensões da BYD Mako colocam a picape em um nível de competitividade diferente do da Shark. Enquanto a primeira é uma picape compacta, a segunda é média. Mesmo assim, a Mako pode ter mais chances de sucesso do que a Shark que, mesmo com quase dois anos de mercado, nunca decolou no Brasil. Em 2026, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) registrou o emplacamento de apenas 415 unidades zero km entre janeiro e julho. O número representa apenas 1,5% das 26.732 unidades zero km da Toyota Hilux emplacadas no mesmo período. Também equivale a 10,5% das 3.921 unidades da GWM Poer P30 que saíram das concessionárias da rival chinesa.

Free flow: CNH do Brasil passa a exibir passagens e como pagar o pedágio eletrônico O aplicativo CNH do Brasil passou a exibir nesta semana as passagens por pedágios eletrônicos do sistema "free flow". 🔎 O free flow é um sistema de pedágio eletrônico sem cancelas que permite cobrar a tarifa sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo o Ministério dos Transportes, 14 concessionárias estão integradas ao aplicativo. Elas administram estradas municipais, estaduais e federais. O novo recurso está disponível para todos os motoristas que utilizam o aplicativo CNH do Brasil, disponível para celulares Android e iPhone. Veja abaixo o passo a passo para verificar se você passou por um pedágio do sistema free flow: Abra o aplicativo CNH do Brasil; Toque na opção em amarelo, chamada “Veículos”; Escolha e toque no seu carro na tela seguinte; Role a tela até a última opção e toque no botão “Pedágio eletrônico”. Na tela, é exibida a lista de passagens registradas nos últimos 30 dias. Pelos botões no topo, é possível filtrar os registros por concessionária e status do pagamento (pendente, isento, em processamento ou pago), além de ampliar o período de consulta para 60 ou 90 dias ou selecionar uma data específica dos últimos cinco anos. O detalhamento da passagem exibe dados como: placa do veículo; data e local da passagem; identificação do pórtico, quando disponível; valor da tarifa; concessionária responsável; prazo para pagamento; situação do débito. Free flow no aplicativo CNH do Brasil divulgação/Ministério dos Transportes Também é possível contestar uma passagem. Além disso, ao tocar na opção "Como pagar", o usuário recebe as orientações de pagamento da concessionária. Nessa área, o motorista pode consultar as passagens registradas no sistema free flow, acessar o canal de pagamento da concessionária e acompanhar a confirmação do pagamento. As passagens ficam registradas no aplicativo por até cinco anos. O motorista tem até 30 dias após o recebimento da notificação sobre a passagem pelo pórtico para pagar a tarifa. “Nada é mais crítico para a concessionária do que a receita. Agora, todos nós que trafegarmos pelo pórtico do free flow recebemos, pelo menos, dois avisos: um para a passagem e o segundo quando estiver acabando o prazo de 30 dias para o pagamento”, disse Marco Aurélio Barcelos, diretor-presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). As notificações, o registro da passagem e o valor do pedágio eletrônico ficam disponíveis apenas para o proprietário do veículo. Diferentemente de uma multa de trânsito, a cobrança da tarifa não pode ser transferida para outro motorista. O ministro George Santoro disse ao g1 que o Ministério dos Transportes espera facilitar o pagamento das tarifas com a nova ferramenta. Segundo ele, caso a medida não traga os resultados esperados, o governo poderá permitir que o pagamento seja feito diretamente pelo aplicativo. “A gente não quis impor uma solução de pagamento, deixando o mercado tentar encontrar uma solução própria. Se o mercado em pouco tempo não der uma solução, nós vamos dar uma solução. Junto do Serpro, nós vamos criar um portal de pagamento com algum parceiro, ou algum integrador", disse o ministro. O usuário também pode contestar pelo aplicativo uma passagem que, segundo ele, não tenha sido realizada pelo veículo. Para motoristas que utilizam tags, nada muda: a cobrança continua sendo feita automaticamente pela plataforma contratada, com o pagamento direcionado à empresa responsável pelo serviço. Confusão fez ministério suspender multas Antes da nova funcionalidade, o motorista precisava procurar o canal de atendimento de cada concessionária para consultar e pagar as tarifas. A falta de um sistema centralizado dificultava os pagamentos e abria espaço para golpes com sites falsos. Desde abril deste ano, o Ministério dos Transportes suspendeu 3,7 milhões de multas relacionadas ao não pagamento de pedágios eletrônicos. A medida também suspendeu os pontos na CNH decorrentes dessas infrações. Segundo a pasta, a suspensão abriu prazo para os ajustes necessários e para a integração da comunicação das concessionárias com o sistema do governo federal. Para aplicar a multa, o governo federal recebe da concessionária a informação sobre a falta de pagamento e registra a infração no aplicativo CNH do Brasil. A evasão de pedágio, seja em praças tradicionais ou no free flow, gera multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. "Está em elaboração uma deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para prorrogar o prazo de homologação até dezembro de 2026. A proposta ainda está em tramitação interna e aguarda manifestação da Consultoria Jurídica", disse a pasta em nota. Com a prorrogação, o motorista que passou pelo pórtico do free flow e não pagou a tarifa terá uma nova oportunidade para quitar a dívida sem multa. Não se trata, porém, de perdão: a penalidade poderá ser aplicada se o pagamento não for feito dentro do novo prazo. O que é o pedágio eletrônico (free flow)? Aplicativo da CNH do Brasil Divulgação / Serpro O pedágio eletrônico, ou free flow (“fluxo livre”, em inglês), é um sistema de cobrança sem cabines ou cancelas e que não exige o uso de tag pelo motorista. Nesse sistema, câmeras e sensores identificam o veículo sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade. Em algumas rodovias, a tecnologia também permite cobrar de acordo com o trecho percorrido. O pedágio eletrônico já é adotado em mais de 20 países, como Noruega, Portugal, Estados Unidos, Itália, China e Chile — um dos pioneiros na América Latina na implementação do sistema. Pórtico free flow divulgação/Concessionária Novo Litoral O pedágio free flow aplica multa? Não. O sistema free flow identifica o veículo para fazer a cobrança da tarifa. A multa não é aplicada pela simples passagem pelo pórtico, mas pelo não pagamento do pedágio dentro do prazo. O não pagamento configura evasão de pedágio, uma infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. Como acontece a cobrança do pedágio? O free flow combina a tecnologia das tags já utilizadas no Brasil com câmeras e sensores capazes de identificar veículos que não possuem o dispositivo. Diversas câmeras e sensores são instalados nos pórticos fixos nas rodovias. Eles identificam os veículos com tag ou fazem a leitura das placas para determinar quem será cobrado. Algumas câmeras capturam imagens em 3D para identificar o tipo de veículo, o número de eixos e quais deles estão suspensos. Essas informações permitem calcular corretamente a tarifa, especialmente no caso de caminhões. Luzes infravermelhas são utilizadas para garantir a identificação dos veículos mesmo em condições adversas, como neblina ou fumaça.

Free flow do Contorno Sul da Rodovia dos Tamoios Divulgação/Tamoios O Ministério dos Transportes atualizou, nesta segunda-feira (24), o aplicativo CNH do Brasil. Com a mudança, os motoristas poderão consultar pela plataforma as passagens registradas em pedágios do sistema "free flow". 🔎 O free flow é um sistema de pedágio eletrônico sem cancelas que permite cobrar a tarifa sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo o Ministério dos Transportes, todas as passagens por rodovias estarão listadas no aplicativo, “sejam elas federais ou estaduais. Além da consulta, o cidadão terá acesso a informações centralizadas para identificar, pela plataforma, a concessionária responsável e acessar o respectivo canal indicado para pagamento do pedágio”. O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que apenas uma das concessionárias que operam o sistema free flow no Brasil ainda não está integrada à plataforma: a responsável pelo Rodoanel, em São Paulo. Segundo o ministro, enquanto a concessionária não estiver integrada à plataforma, não poderão ser aplicadas multas pelo não pagamento da tarifa no sistema free flow, e a homologação para o uso da tecnologia será revogada. Para consultar as passagens pelo free flow, o motorista precisa: Abrir o aplicativo CNH do Brasil; Tocar na opção “Veículos”; Escolher e tocar no veículo na lista exibida; Tocar na opção “Pedágio eletrônico”. Nessa área, o motorista pode consultar as passagens registradas no sistema free flow, acessar o canal de pagamento da concessionária e acompanhar a confirmação do pagamento. As passagens ficam registradas no aplicativo por até cinco anos. O motorista tem até 30 dias após o recebimento da notificação sobre a passagem pelo pórtico para pagar a tarifa. “Nada é mais crítico para a concessionária do que a receita. Agora, todos nós que trafegarmos pelo pórtico do free flow recebemos, pelo menos, dois avisos: um para a passagem e o segundo quando estiver acabando o prazo de 30 dias para o pagamento”, disse Marco Aurélio Barcelos, diretor-presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). As notificações, o registro da passagem e o valor do pedágio eletrônico ficam disponíveis apenas para o proprietário do veículo. Diferentemente de uma multa de trânsito, a cobrança da tarifa não pode ser transferida para outro motorista. O ministro George Santoro disse ao g1 que o Ministério dos Transportes espera facilitar o pagamento das tarifas com a nova ferramenta. Segundo ele, caso a medida não traga os resultados esperados, o governo poderá permitir que o pagamento seja feito diretamente pelo aplicativo. “A gente não quis impor uma solução de pagamento, deixando o mercado tentar encontrar uma solução própria. Se o mercado em pouco tempo não der uma solução, nós vamos dar uma solução. Junto do Serpro, nós vamos criar um portal de pagamento com algum parceiro, ou algum integrador", disse o ministro. O usuário também pode contestar pelo aplicativo uma passagem que, segundo ele, não tenha sido realizada pelo veículo. Para motoristas que utilizam tags, nada muda: a cobrança continua sendo feita automaticamente pela plataforma contratada, com o pagamento direcionado à empresa responsável pelo serviço. Confusão fez ministério suspender multas Antes da nova funcionalidade, o motorista precisava procurar o canal de atendimento de cada concessionária para consultar e pagar as tarifas. A falta de um sistema centralizado dificultava os pagamentos e abria espaço para golpes com sites falsos. Desde abril deste ano, o Ministério dos Transportes suspendeu 3,7 milhões de multas relacionadas ao não pagamento de pedágios eletrônicos. A medida também suspendeu os pontos na CNH decorrentes dessas infrações. Segundo a pasta, a suspensão abriu prazo para os ajustes necessários e para a integração da comunicação das concessionárias com o sistema do governo federal. Para aplicar a multa, o governo federal recebe da concessionária a informação sobre a falta de pagamento e registra a infração no aplicativo CNH do Brasil. A evasão de pedágio, seja em praças tradicionais ou no free flow, gera multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. "Está em elaboração uma deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para prorrogar o prazo de homologação até dezembro de 2026. A proposta ainda está em tramitação interna e aguarda manifestação da Consultoria Jurídica", disse a pasta em nota. Com a prorrogação, o motorista que passou pelo pórtico do free flow e não pagou a tarifa terá uma nova oportunidade para quitar a dívida sem multa. Não se trata, porém, de perdão: a penalidade poderá ser aplicada se o pagamento não for feito dentro do novo prazo. O que é o pedágio eletrônico (free flow)? O pedágio eletrônico, ou free flow (“fluxo livre”, em inglês), é um sistema de cobrança sem cabines ou cancelas e que não exige o uso de tag pelo motorista. Nesse sistema, câmeras e sensores identificam o veículo sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade. Em algumas rodovias, a tecnologia também permite cobrar de acordo com o trecho percorrido. O pedágio eletrônico já é adotado em mais de 20 países, como Noruega, Portugal, Estados Unidos, Itália, China e Chile — um dos pioneiros na América Latina na implementação do sistema. Pórtico free flow divulgação/Concessionária Novo Litoral O pedágio free flow aplica multa? Não. O sistema free flow identifica o veículo para fazer a cobrança da tarifa. A multa não é aplicada pela simples passagem pelo pórtico, mas pelo não pagamento do pedágio dentro do prazo. O não pagamento configura evasão de pedágio, uma infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. Como acontece a cobrança do pedágio? O free flow combina a tecnologia das tags já utilizadas no Brasil com câmeras e sensores capazes de identificar veículos que não possuem o dispositivo. Diversas câmeras e sensores são instalados nos pórticos fixos nas rodovias. Eles identificam os veículos com tag ou fazem a leitura das placas para determinar quem será cobrado. Algumas câmeras capturam imagens em 3D para identificar o tipo de veículo, o número de eixos e quais deles estão suspensos. Essas informações permitem calcular corretamente a tarifa, especialmente no caso de caminhões. Luzes infravermelhas são utilizadas para garantir a identificação dos veículos mesmo em condições adversas, como neblina ou fumaça.








