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GAC Aion UT traz a dúvida: vale abrir mão de equipamentos por mais potência? g1 testou

GAC Aion UT traz a dúvida: vale abrir mão de equipamentos por mais potência? g1 testou O GAC Aion UT é um dos poucos lançamentos da marca chinesa no Brasil em 2026, depois da chegada de cinco modelos de uma só vez no ano passado. Trata-se do elétrico mais barato da GAC com rivais que já estão no pódio dos mais vendidos do Brasil: BYD Dolphin Mini, Dolphin e o Geely EX2. Para ter chances contra o trio, o Aion UT traz uma proposta incomum entre os chineses: abre mão de uma longa lista de equipamentos para apostar mais em potência e espaço interno. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O modelo parte de R$ 139.990. O valor fica acima dos R$ 118.990 do Dolphin Mini, o carro elétrico mais vendido do Brasil em 2026, e abaixo dos R$ 149.990 do segundo colocado, o Dolphin. O g1 testou o carro em um trajeto totalmente urbano em São Paulo (SP), para avaliar se a redução de itens e conforto vale a pena em um mercado que se acostumou a acabamentos mais macios, em vez de plástico rígido. Começando pelo visual externo, o Aion UT segue um estilo mais padronizado visto em carros chineses. A dianteira fechada e levemente pontuda, as linhas suaves e a quase ausência de ângulos retos na carroceria reforçam essa impressão. As maçanetas ficam alinhadas à carroceria, embora apenas pareçam retráteis. Elas lembram o modelo usado no Chevrolet Corsa, aquele que fica “embutido” na porta. GAC Aion UT O visual não chega a ser feio, mas também não se destaca nem mostra muita personalidade. Ele lembra modelos de outras marcas chinesas, como Leapmotor C10 e Geely EX2 — este segundo é o mais parecido, mas é menor e tem quase metade da potência. Por dentro GAC, o padrão segue o mesmo. A central multimídia de 14,6 polegadas concentra muitas funções e aposta em um visual mais limpo. Além dos controles do ar-condicionado, a tela reúne também os ajustes dos retrovisores e até a abertura do teto solar. É justamente aqui que está a principal aposta da GAC. Diferente de modelos chineses recentes, como o Geely EX2 e até o Chevrolet Spark EUV — o segundo desenvolvido e produzido pela chinesa SAIC —, o Aion UT usa principalmente plástico rígido no acabamento. Esse acabamento não é tão monótono quanto o visto em muitos carros da Volkswagen. A proposta se aproxima mais da Fiat, com o uso de diferentes texturas e tons do mesmo material para dar mais “movimento” ao interior. GAC Aion UT é quase todo de plástico, inclusive na costura preta divulgação/GAC Há até uma costura falsa nas portas, que tenta imitar o acabamento em couro. As únicas áreas macias de verdade ficam onde os braços se apoiam: no apoio lateral das portas e na extensão do console central elevado. Esse nível de simplicidade é incomum entre os carros chineses lançados desde 2023. Outra mudança em relação ao que o público brasileiro se acostumou está no teto solar: em vez de abrir para ventilação, ele funciona apenas como uma superfície de vidro para entrada de luz, sem abertura. A terceira diferença aparece na lista de equipamentos mais enxuta da versão de entrada. No GAC Aion UT não há sequer piloto automático simples, item presente até mesmo no Chevrolet Onix de 2017. Carregador de celular por indução e bancos com ajustes elétricos? Só na versão topo de linha. Até os auxílios ao motorista, como o freio automático de emergência, ficam restritos à opção mais cara. GAC Aion UT GAC Aion UT Com tantas limitações, o modelo de entrada poderia parecer sem graça. Ainda assim, a escolha da GAC foi oferecer, mesmo na versão mais simples, bom espaço interno e desempenho. Esse espaço não aparece no porta-malas, que tem apenas 340 litros, mas se destaca na área para as pernas dos ocupantes. Mesmo com os bancos dianteiros ajustados para pessoas de 1,80 metro, quem vai atrás e tem a mesma altura não chega a encostar os joelhos nos bancos. GAC Aion UT divulgação/GAC Isso se explica por dois fatores: apesar de ser um hatch, o Aion UT tem 4,27 metros de comprimento, seis centímetros a mais que um Volkswagen T-Cross, por exemplo. Já a distância entre-eixos é cinco centímetros maior que os 2,70 metros do sedã Toyota Corolla, conhecido pelo bom espaço para as pernas. Na largura, o carro acomoda bem quatro pessoas, com duas no banco traseiro. Até três adultos conseguem viajar ali, embora com os braços mais apertados. Em compensação, o assoalho plano ajuda a evitar disputa por espaço para as pernas. A potência é outro ponto bastante positivo. São 204 cv e 21,5 kgfm de torque, que se mostraram mais ariscos do que os números quase idênticos do motor elétrico do BYD Dolphin Plus. Carro é esperto GAC Aion UT divulgação/GAC Passada a lista de acabamento, mãos ao volante e, mesmo com subidas longas de São Paulo (SP) e dois adultos a bordo, as retomadas e acelerações aconteceram sem dificuldade. Ultrapassar outro carro, mesmo em subida e com o ar-condicionado ligado, não foi difícil para o Aion UT. Em nenhum momento o motor pareceu no limite, mesmo com o acelerador pressionado até o fim. Nos semáforos, ele chegou a arrancar à frente de todas as motos. O Aion UT é ágil, mais do que outros carros com potência semelhante, mesmo sendo pesado e com aerodinâmica pouco voltada à esportividade. Pelo visual, inclusive, ele não sugere esse comportamento mais dinâmico. A resposta ao acelerador, bastante sensível, aparece tanto no modo esportivo quanto no modo normal. Ela fica mais suave apenas no modo econômico, em que a entrega de potência acontece de forma mais gradual. Essa característica levou à inclusão de dois ajustes extras: um chamado “estacionamento confortável” e outro que promete reduzir o enjoo dos ocupantes. A ideia é simples: aumentar o tempo de resposta do acelerador, fazendo com que a potência seja entregue de forma ainda mais gradual. Com qualquer uma delas ativada, o carro balança menos nas acelerações e frenagens. Isso tende a reduz a sensação de enjoo e garante mais controle em manobras de estacionamento. Como o trajeto foi feito em ruas bem asfaltadas, não foi possível avaliar a suspensão com precisão. Ainda assim, a reportagem percebeu que os poucos solavancos causados por irregularidades no piso foram bem absorvidos. Isso pode passar a impressão de uma suspensão mais macia e confortável, porém menos voltada à estabilidade em velocidades acima de 100 km/h. GAC Aion UT: vale a pena? GAC Aion UT divulgação/GAC A troca de uma lista mais completa de itens de série por mais espaço faria mais sentido se o porta-malas também fosse maior. Ainda assim, o desempenho mais ágil em um carro de entrada chamou atenção. Esse comportamento não aparece da mesma forma em concorrentes como o BYD Dolphin ou o Chevrolet Spark EUV, que são mais comedidos em potência, mas entregam mais conforto e itens de série em um preço praticamente idêntico: BYD Dolphin GS: a partir de R$ 149.990; Chevrolet Spark EUV: a partir de R$ 144.990. A dose extra de desempenho passa a sensação de que o Aion UT pode encarar a estrada com mais segurança do que concorrentes próximos.
Chevrolet apresenta o Onix Activ 2027; hatch tem suspensão mais alta e preço de R$ 114.990

Chevrolet apresentou o Onix Activ 2027 Divulgação / GM A Chevrolet reposicionou o Onix Activ dentro da linha 2027 e transformou a versão em um carro compacto com características mais próximas das encontradas em utilitários esportivos de entrada. O preço de tabela é de R$ 116.190, mas a GM divulgou preço promocional de R$ 114.990. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O Activ recebeu suspensão elevada e pneus específicos, alterações que elevaram a distância do solo para 201 milímetros na região entre os eixos. Os pneus são específicos para a versão. O conjunto também permitiu alcançar ângulos de ataque de 19,7 graus e de saída de 28,1 graus, favorecendo a passagem por lombadas, rampas e pisos irregulares. A marca diz que esta é a alteração mais profunda na geometria de uma versão do Onix. Agora no g1 Segundo a Chevrolet, o desenvolvimento da versão consumiu cerca de um ano de trabalho da engenharia brasileira da marca. O resultado foi um carro com 4,16 metros de comprimento e 1,53 metro de altura, aproximadamente 6 centímetros mais alto que as demais variantes do Onix. "Não se trata apenas de uma proposta visual inspirada no universo SUV, mas de um carro com conteúdo técnico real em altura, capacidade para transpor obstáculos e experiência ao volante. Isso permite à Chevrolet ofertar o modelo aventureiro de forma competitiva ante utilitários de entrada”, explica Paula Saiani, diretora de Marketing de Produto da GM América do Sul. Chevrolet Onix Activ 2027 Divulgação / GM Entre os equipamentos de série, o hatch traz transmissão automática, conexão Wi-Fi nativa, painel digital de 8 polegadas e central multimídia MyLink com tela de 11 polegadas. O acabamento também recebeu detalhes exclusivos, como bancos com identificação Activ, além de elementos escurecidos na grade, retrovisores, rodas e logotipos da marca. Na parte externa, o modelo ganhou ainda rack de teto funcional e lanternas com lentes cristalizadas. Com a reformulação, o Onix Activ assume o espaço anteriormente ocupado pelas versões LT e LTZ do hatch. A Chevrolet passa a posicioná-lo como a opção de entrada para clientes interessados na linha de SUVs e crossovers da fabricante, apostando na combinação entre o custo de um compacto e a posição de dirigir mais elevada típica dos utilitários. Interior do Chevrolet Onix Activ 2027 Divulgação / GM Onix ECO é 100% etanol Outra novidade da linha 2027 do Onix é a chegada da versão Eco, disponível tanto para o hatch quanto para o sedã. O modelo roda exclusivamente com etanol, é sempre equipado com câmbio automático e se enquadra no programa Carro Sustentável dentro do Mover. A versão hatch tem preço promocional de lançamento de R$ 99.990. O Onix Plus também tem preço especial: R$ 103.990 Segundo a GM, essa configuração foi pensada especialmente para empresas que buscam alternativas de descarbonização em escala, com previsibilidade de custos e contribuição direta para suas metas ESG. De acordo com a fabricante, o Onix Eco reduz em até 70% as emissões de carbono no critério poço à roda em comparação com um veículo movido a gasolina. Chevrolet Onix ECO usa exclusivamente etanol no tanque Divulgação / GM A intenção da marca também é atender consumidores que vivem em regiões onde o etanol é a opção mais racional do ponto de vista econômico. A versão Eco foi desenvolvida para operar exclusivamente com o biocombustível e permite ao consumidor acessar benefícios dos incentivos fiscais previstos na legislação que entrou em vigor em julho de 2025. Segundo a GM, o modelo também possibilita trafegar com emissão zero de CO₂ fóssil, informação que consta na etiqueta do Inmetro. A fabricante afirma ainda que houve repasse integral desses incentivos, o que faria do Onix Eco o carro automático com melhor relação custo-benefício do país. Chevrolet Onix ECO tem incentivos fiscais e, segundo a marca, é menos poluente Divulgação / GM Para atender aos prazos de implementação do programa Carro Sustentável, a GM diz que adotou uma calibração específica do software do motor 1.0 turbo, sem realizar alterações em peças ou componentes. A potência foi mantida em 115 cv, limite estabelecido para obtenção do benefício. Além disso, houve ganhos de desempenho. O Onix Plus Eco acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos, marca um décimo de segundo melhor que a da versão flex. O consumo também apresentou evolução no ciclo rodoviário do Inmetro. Enquanto o Onix Flex registra 10,9 km/l de etanol na estrada, a versão Eco alcança 11,1 km/l. Versão limitada Outra novidade da linha 2027 é a série especial limitada Onix Pro. Serão apenas 3.750 unidades. A GM decidiu lançar essa edição após a boa receptividade da série 100 anos. Ela é baseada na versão hatch 1.0 com câmbio manual e motor 1.0 aspirado. O preço é de R$ 104.390. O modelo tem rodas de liga leve de 16 polegadas, câmera de ré e bancos com combinação de tecido e revestimento sintético que imita couro. Esses são conteúdos típicos das versões mais caras, segundo a GM, com custo-benefício mais acessível. "É uma versão que entende esse desejo por mais presença, mais cuidado visual e mais percepção de valor, sem abrir mão da eficiência, conforto e da competitividade que sempre foram marcas do produto”, diz Victor Oyama, gerente de Marketing de Produto da GM América do Sul. Também são de série a chave com sensor de aproximação e a partida por botão, Wi-fi embarcado, o OnStar da GM e seis airbags. Esses equipamentos servem para mostrar, de acordo com a marca, que este não é um carro básico e que há pontos importantes para o cliente. Chevrolet Onix Log 2027 foi pensado para entragas em áreas urbanas Divulgação / GM Versão para entregas Outra série especial na linha 2027 é o Onix Log, desenvolvido para uso profissional e corporativo no transporte de cargas leves. O hatch tem capacidade para levar até 375 quilos. Segundo a GM, o modelo foi pensado para empresas que buscam baixo custo operacional. De acordo com a fabricante, uma das vantagens do Onix Log é ser um veículo discreto, capaz de passar despercebido em ambientes urbanos. O modelo também pode circular em áreas com restrição a veículos maiores e atender situações em que a carga transportada é pequena, mas possui alto valor agregado. Segundo a GM, esse tipo de entrega envolve um risco adicional, e a proposta do Onix Log dá discrição à operação. Chevrolet Onix Log 2027 não tem bancos traseiros e está pronto para receber cargas Divulgação / GM A fabricante também destaca a possibilidade de aplicar películas com blackout total nos vidros traseiros e na tampa do porta-malas, já que o veículo não é destinado ao transporte de passageiros. O Onix Log vem de série com o sistema OnStar e, de acordo com a GM, adiciona uma camada extra de segurança às operações de entrega de encomendas. Linha 2027 do Chevrolet Onix trouxe versões novas Divulgação / GM Atualizações em toda a linha Onix A linha Onix também recebeu atualizações em todas as versões. Os modelos passam a contar com lanternas com lentes do tipo cristal e, nas versões RS, Premier e Activ, elas são de LED. As versões 1.0 manual, Turbo manual e Turbo automática, tanto do Onix quanto do Onix Plus, passam a oferecer câmera de ré de série. A versão Premier ganha um interior com acabamento mais sóbrio, com saídas de ar na cor prata. Toda a linha também passa a oferecer oito anos gratuitos do plano básico do OnStar, chamado OnStar Basics, que inclui acesso pelo aplicativo, diagnóstico remoto e funções como localização do veículo e travamento e destravamento das portas. Nas versões equipadas, também é possível ligar remotamente o motor e pré-acionar o ar-condicionado. Veja a seguir todos os preços da linha 2027 Chevrolet Onix (hatch) 1.0 MT – R$ 102.890 1.0 MT LOG – R$ 105.990 1.0 MT PRO – R$ 104.390 Turbo AT ECO – R$ 103.190 (preço promocional de $ 99.990) Turbo MT – R$ 104.690 Turbo AT – R$ 111.990 Activ – R$ 116.190 (preço promocional de R$ 114.990) RS – R$ 121.190 Premier – R$ 121.190 Chevrolet Onix Plus (sedã) Turbo AT ECO – R$ 106.990 (preço promocional de R$ 103.990) 1.0 MT – R$ 110.090 Turbo MT – R$ 108.990 Turbo AT – R$ 114.190 LTZ – R$ 120.190 Premier – R$ 125.290
Volvo acaba com recarga gratuita em eletropostos e passa a cobrar de clientes da marca

Carros elétricos carregamento carregador carregando carro elétrico natal rn Rio Grande do Norte Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi A Volvo anunciou que a recarga em seus eletropostos passará a ser cobrada de todos os usuários, inclusive dos proprietários de veículos da própria marca. A mudança entra em vigor no dia 15 de junho deste ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo comunicado enviado aos clientes, os valores da recarga nos eletropostos instalados e operados pela Volvo seguirão as regras abaixo: Recarga rápida (DC): R$ 2,90 por kWh; Recarga lenta (AC): R$ 2,00 por kWh. Caso o motorista não retire o veículo, impedindo o uso do carregador por outro usuário, será aplicada uma cobrança de R$ 5 por minuto. Essa regra vale apenas para carregadores rápidos e somente para os que estão instalados em rodovias. Agora no g1 A recarga rápida permite que o veículo recupere a maior parte da energia mais rapidamente. Como exemplo, o Dolphin Mini leva cerca de 30 minutos para ir de 30% a 80% de carga, enquanto o Volvo EX30 precisa do mesmo tempo para passar de 10% a 80% da bateria. Já a recarga lenta pode passar de sete horas, chegando até 12,5 horas para o caso do Volvo EX30 e cerca de seis horas para o Dolphin Mini. Com a mudança nos valores, proprietários de veículos de outras marcas passam a pagar menos. Atualmente, a tarifa é de R$ 4,00 por kWh, independentemente do tipo de carregador, mas esse valor não é cobrado dos veículos da Volvo. A partir de 15 de junho, motoristas de veículos de outras marcas passarão a pagar 27,5% menos pela recarga. Já os proprietários de Volvo deixarão de ter gratuidade e passarão a pagar pelo serviço. A principal vantagem para os veículos da Volvo deixa de ser a recarga gratuita e passa a ser a conveniência. Os motoristas poderão agendar um carregador com até 24 horas de antecedência e reservar o plugue até 20 minutos antes do horário desejado, além de contar com uma tecnologia que reconhece o veículo assim que ele é conectado ao carregador. Com isso, a cobrança e a identificação do veículo acontecem automaticamente, sem a necessidade de usar um aplicativo específico. Quanto custará a recarga completa em um carro? O valor da recarga varia conforme a capacidade da bateria de cada veículo. Pela regra anterior, o proprietário do carro elétrico mais vendido do Brasil, o Dolphin Mini, precisa de R$ 152 para carregar os 38 kWh da bateria. Com a nova regra, esse custo cai para R$ 110,20. Já o Volvo EX30 do exemplo anterior, que tem 69 kWh de bateria, passa a pagar R$ 200,1 pela recarga que antes seria gratuita. Atualmente, o Brasil conta com 21.061 carregadores públicos instalados, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Desse total, 6.479 são carregadores rápidos e 14.582 são lentos. A Volvo não informa quantos carregadores lentos possui, mas afirma que são “mais de mil”. Já no caso dos carregadores rápidos, a marca tem 76 unidades, o que representa 1,1% de toda a base instalada no Brasil.