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Salão de Pequim: grupo Chery mostra robôs humanoides de R$ 210 mil; VÍDEO

Robôs Aimoga Mornine M1 são apresentados no Salão de Pequim Além dos carros da própria marca, a Chery levou ao Salão do Automóvel de Pequim alguns robôs humanoides Mornine M1. Eles já estão à venda na China por 285.800 yuans, o equivalente a cerca de R$ 210 mil, e foram desenvolvidos para atender pessoas nas lojas da empresa. Os robôs foram desenvolvidos pela Aimoga Robotics, empresa chinesa ligada à Chery, fabricante conhecida pelos modelos Tiggo e também pelas marcas Omoda e Jaecoo, que chegaram recentemente ao Brasil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Anunciados para uso em empresas, entretenimento, trabalho e revenda, os robôs — com aparência inspirada em um corpo feminino — foram projetados para interagir com pessoas de maneira mais natural, seja de forma autônoma ou com controle remoto, em concessionárias e lojas. (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Durante o salão, apenas a interação com controle remoto estava disponível. Ela era feita por funcionários da Chery, que operavam os robôs a partir de um aplicativo em celulares Android, posicionados atrás de uma pilastra. Os robôs dançavam, cantavam em inglês e falavam em mandarim para chamar a atenção do público que passava em frente ao estande. No modo autônomo, a Mornine usa inteligência artificial para tomar decisões, tanto sobre a interação com pessoas quanto sobre as tarefas para as quais foi programada. Segundo a fabricante, os robôs pesam 70 quilos e têm 1,68 metro de altura. Apesar de terem peso e tamanho semelhantes aos de um humano, a caminhada produzia um som pesado ao tocar o chão de madeira. Ao todo, são 40 articulações, que permitem caminhar a uma velocidade de até um metro por segundo e levantar objetos com peso de até 1,5 quilo. Aimago Mornine M1 André Fogaça/g1 A bateria garante cerca de duas horas de funcionamento por carga e precisa de mais duas horas na tomada para que o robô possa ser usado novamente. A Aimoga afirma que, em 2025, já enviou 300 robôs para mais de 30 países ao redor do mundo. A lista inclui nações da Europa, mas a empresa não informa quais são.
Nissan deixa a Argentina e busca compradores para assumir a operação

Nissan Frontier era produzida na Argentina e exportada para o Brasil. Agora picape é fabricada no México. Divulgação /Nissan A Nissan anunciou nesta sexta-feira (24) que negocia com compradores interessados em assumir sua operação comercial na Argentina. A marca já assinou um memorando de entendimentos com dois grupos empresariais. O objetivo é transformar a Argentina em um mercado distribuidor de produtos Nissan. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em março de 2025, a filial argentina da Nissan já havia fechado a fábrica de Santa Isabel, em Córdoba. Lá, desde 2018, era produzida a picape Frontier. Desde então a Nissan operava no país vizinho exclusivamente como importador. O comunicado da Nissan diz que a decisão faz parte da visão global de longo prazo da empresa. “Por meio do seu plano de reestruturação Re:Nissan, a companhia continua avançando no fortalecimento de sua competitividade, na otimização de seu portfólio de produtos e na incorporação de tecnologias de próxima geração, estabelecendo bases sólidas para um crescimento sustentável no futuro”, diz o texto divulgado pela empresa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Nissan também esclarece que o memorando de entendimento com o Grupo SIMPA e com o Grupo Tagle não constitui um acordo definitivo. O processo, segundo a montadora, se encontra na etapa de análise. Isso implica uma revisão detalhada dos aspectos do negócio por parte das empresas envolvidas. “As operações comerciais da Nissan na Argentina continuarão se desenvolvendo com normalidade, mantendo a comercialização de seu portfólio de produtos, o lançamento de novos modelos e a prestação dos serviços de atendimento e pós-venda por meio de sua rede de concessionários em todo o país”, diz o comunicado. Chile e Peru Em janeiro deste ano, a Nissan passou o controle de suas operações comerciais no Chile e Peru ao grupo espanhol Astara. Os dois países, assim como deve acontecer com a Argentina, passaram a fazer parte do Nissan Importers Business Unit. Essa divisão da empresa é responsável pelos 36 mercados importadores da América Latina.
Salão de Pequim: conheça o GAC Aion UT, lançamento confirmado para o Brasil

GAC Aion UT divulgação/GAC A GAC revelou ao g1, durante o Salão do Automóvel de Pequim, que o próximo veículo a ser lançado no Brasil será o Aion UT. O modelo é um hatchback totalmente elétrico e deve ser anunciado oficialmente no país nas próximas semanas. O Aion UT chega com a missão de disputar espaço com o BYD Dolphin, atualmente o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No ranking da ABVE, o modelo teve 4.577 unidades emplacadas no primeiro trimestre de 2026. A liderança é do Dolphin Mini, com 14.767 registros no mesmo período. Na comparação com o Dolphin GS — e não com a versão Plus —, o modelo da GAC é 15 centímetros mais comprido, com 4,27 metros de comprimento, ante 4,12 metros do concorrente. A distância entre os eixos, que influencia diretamente no espaço interno, também é 5 centímetros maior. GAC Aion UT com adesivos e acessórios vendidos na China André Fogaça/g1 (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Com isso, o Aion UT oferece mais espaço para os passageiros e para a bagagem: são 440 litros de porta-malas, contra 250 litros do Dolphin GS. A GAC ainda não informou quais serão o motor e as versões do Aion UT no Brasil. A fabricante adiantou apenas que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional, como já aconteceu com o GS3, que recebeu uma central multimídia maior por aqui em relação à versão vendida na China. Na China, o Aion UT é oferecido com duas opções de motor. A mais potente entrega 204 cv, enquanto a segunda é mais simples, com 136 cv. Ainda assim, mesmo a versão menos potente supera os 95 cv do Dolphin GS. A configuração mais potente do Aion UT, portanto, fica no mesmo nível dos 204 cv do Dolphin Plus, versão topo de linha da BYD. Em relação à bateria, também há duas opções para o mercado chinês. A versão menor tem 44,1 kWh, enquanto a maior chega a 60 kWh. O Aion UT conta ainda com a tecnologia V2L, que permite usar a energia do carro para alimentar outros equipamentos, como uma TV, um ventilador, iluminação ou até um videogame. No interior, o Aion UT segue a tendência dos carros chineses ao oferecer uma lista generosa de equipamentos. Entre os destaques estão a central multimídia de 14,6 polegadas, o painel de instrumentos digital de 8 polegadas e o uso de materiais macios ao toque, que reduzem a presença de plástico rígido. GAC Aion UT André Fogaça/g1 O modelo também traz sistemas de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência e carregador de celular por indução. Por outro lado, repete um ponto negativo comum em carros chineses: a concentração de muitos comandos na central multimídia e a ausência de alguns botões físicos no volante.