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Efeito China: preços de carros usados caem até 20% com enxurrada de novos modelos chineses

Carros chineses e descontos em carros novos derrubam preços de usados. Divulgação / Toyota, Honda, Jeep e Geely O g1 tem acompanhado a chegada de uma série de novos modelos de carros chineses ao Brasil, com diferentes tecnologias e preços competitivos. Esse movimento tem provocado dois efeitos: a redução dos preços dos carros zero km e a consequente pressão sobre os valores dos seminovos. Em julho, um estudo da Bright Consulting mostrou que, pela primeira vez em seis anos, o preço médio dos carros novos subiu menos que a inflação em 2026. Descontada a inflação, os veículos zero km ficaram 1,5% mais baratos neste ano. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Agora, dados da Auto Avaliar mostram que os preços efetivamente negociados entre lojistas para veículos com até três anos de uso caíram 9,3% entre janeiro e junho de 2026. A queda foi quase quatro vezes maior que a indicada pela tabela Fipe, que recuou 2,4% no mesmo período. Alguns modelos registram uma desvalorização que passa dos 20%. 'Efeito China': preço médio do carro zero no Brasil tem a primeira queda em seis anos Entre os casos mais marcantes estão: Toyota Corolla 2025, que teve redução de 21,2%; Volkswagen T-Cross 2025, com queda de 20,9%; Honda HR-V 2025, que recuou 20%. Volkswagen Nivus e os Toyota Corolla Cross, Yaris e SW4 também estão entre os modelos que mais perderam valor no primeiro semestre. As marcas tradicionais também passaram a oferecer reduções de preços e condições comerciais mais agressivas para modelos como Hyundai Creta, Jeep Compass, Volkswagen T-Cross e Nivus. 🔎 A Auto Avaliar é uma plataforma em que mais de 27 mil lojistas compram e vendem automóveis. Existem mais de 6 mil concessionárias cadastradas, o que corresponde a 85% do segmento. A pressão sobre os seminovos ocorre enquanto as montadoras ampliam as promoções dos carros novos para encarar os chineses. Entre maio e agosto, foram anunciados descontos, bônus e mudanças de preços, como desconto de R$ 55 mil no Mitsubishi Outlander PHEV. No Suzuki e-Vitara a redução chegou a R$ 50 mil. O Fiat Fastback Hybrid teve desconto de R$ 38,5 mil, enquanto o BYD Song Pro teve redução de R$ 28,5 mil. Este último também motivado pela chegada do sucessor, Song Pro Flex. BYD Dolphin Divulgação / BYD Busca por chineses E os brasileiros estão cada vez mais procurando por carros da China. Segundo o Data OLX Autos, a busca por carros de marcas chinesas entre janeiro e julho de 2026 subiu 124% se comparada ao mesmo período de 2025. O levantamento da plataforma de vendas mostra que 27% das buscas de carros chineses estão justamente na faixa de R$ 100 mil a R$ 130 mil. 🔎 O segmento de veículos da OLX no Brasil recebe a visita de 565 mil usuários por dia. Mais de 22 mil veículos novos são ofertados na plataforma todos os dias. Os dados são a média de 2026. O novo pressiona o usado Segundo Geraldo Victorazzo, vice-presidente da Auto Avaliar, uma redução expressiva no preço de um carro novo altera imediatamente a referência usada pelo consumidor. Isso aumenta o risco financeiro de quem mantém um seminovo comprado com base nos preços anteriores. “O carro não precisa sair da garagem para perder valor. Quando uma montadora reduz significativamente o preço do zero km ou lança uma condição agressiva de financiamento, ela cria imediatamente uma nova referência para o consumidor”, afirma Victorazzo. Seminovo mais caro que 0 km O efeito das promoções fica evidente quando são comparados os valores efetivamente pagos por um carro novo e por um seminovo recente. A impressão que se tem no preço de tabela não se reflete na negociação. As condições de financiamento vantajosas para carros zero km e os descontos pressionam e distorcem o mercado. Há casos em que um veículo seminovo, então, pode custar mais caro que um novo. Veja uma simulação feita pela Auto Avaliar em dois cenários em que o carro dado pelo cliente na troca custa R$ 88 mil: Carro 0 km Jeep Compass Sport Divulgação / Stellantis Jeep Compass Sport Preço de tabela: R$ 174 mil Preço na loja (com desconto): R$ 147 mil Valor a financiar: R$ 59 mil Condição: 30 parcelas sem juros Valor da parcela: R$ 1.966,67 Custo Total (sem considerar demais taxas): R$ 147 mil Carro Usado Volkswagen Taos Divulgação Volkswagen Taos Comfortline 2025 Preço do anúncio: R$ 164 mil Preço na loja (com desconto): R$ 159 mil Valor a financiar: R$ 71 mil Condição: 30 parcelas com 1,6% de juros ao mês Valor da parcela: R$ 2.997,80 Custo Total (sem considerar demais taxas): R$ 177,9 mil Conclusão: O carro usado tem preço anunciado mais barato, porém, ao final, fica R$ 30 mil mais caro que zero km pelas condições e descontos. Na análise da Auto Avaliar, quando o consumidor encontra condições melhores em um carro novo, o preço do seminovo precisa acompanhar a mudança. “Quando o consumidor percebe que consegue levar um zero quilômetro pagando menos ou com uma condição financeira muito melhor, o preço do seminovo precisa reagir. O problema é que a concessionária pode ter comprado aquele carro semanas antes, usando uma referência de mercado que já deixou de existir”, explica Victorazzo. Outro ponto destacado pela Auto Avaliar é a velocidade com que os preços efetivamente praticados mudam. Entre junho de 2025 e junho de 2026, o preço médio nas transações dos carros zero-quilômetro caiu 3,5%. No mesmo período, o preço público recuou 1,5%. Ou seja, o preço praticado nas lojas caiu bem mais do que aparece para o público na tabela. Os números indicam, segundo a empresa, que os descontos e as condições encontradas nas concessionárias podem antecipar movimentos que demoram mais para aparecer nas referências tradicionais de preços. Gráfico com os dados dos preços dos carros no Brasil g1 Enquanto os preços de zero km são pressionados, o mercado de usados mantém grande volume de negócios. Entre janeiro e julho de 2026, foram negociados 7,9 milhões de automóveis e comerciais leves usados no Brasil. A relação foi de 4,88 veículos usados negociados para cada carro novo vendido no período. Para os analistas da Auto Avaliar, o cenário não significa que concessionárias e lojistas devam deixar de comprar determinados modelos seminovos. A avaliação é que a decisão de compra precisa considerar: Velocidade de desvalorização; Liquidez; Prazo estimado para vender o veículo. A estratégia das lojas gera consequência para o consumidor, que espera um valor na avaliação do seu carro usado, mas vai perceber na loja que o veículo vale bem menos do que os anúncios. Mudança no mercado de usados Para a consultora Tereza Fernandez, o movimento de queda dos preços dos seminovos está se consolidando em 2026. A chegada de marcas chinesas e a redução de preços promovida pelas fabricantes tradicionais aumentaram a pressão sobre os veículos usados. Segundo ela, lojas que mantêm estoques elevados podem ter prejuízos com a desvalorização. O impacto, porém, dependerá da capacidade de cada vendedor de reduzir rapidamente os preços e diminuir as perdas. Tereza não vê uma crise no segmento lojas de carros usados. Para ela, o impacto dependerá da velocidade da queda dos preços, do tamanho da desvalorização e da quantidade de veículos mantidos no estoque pelas lojas. “Lojas que têm estoques muito grandes podem enfrentar problemas mais sérios com a desvalorização.” Na negociação de um carro usado, a queda dos preços também pode afetar quem pretende trocar de veículo. Isso porque o consumidor que vende um seminovo também encontrará preços menores na compra de outro usado. Por esse motivo, Teresa avalia que não haveria uma mudança significativa nesse tipo de negociação. O principal impacto estaria na compra de um zero km, que passa a depender dos descontos oferecidos pelas montadoras. A consultora ressalta que não é possível generalizar o comportamento do mercado. Outro fator que dificulta as negociações, segundo ela, é a inadimplência, que levou os bancos a adotar critérios mais rígidos e dificultou o acesso ao crédito. Para Cássio Pagliarini, da Bright Consulting, a confiança maior do consumidor também ajuda a explicar a queda dos preços dos seminovos. Com mais confiança, parte dos clientes que antes comprava veículos usados passa a considerar a aquisição de um carro novo. Nesse movimento, segundo o especialista, os modelos chineses ganham espaço. “A maioria desses carros chineses já entrega eletrificação, tecnologia e um tempo de garantia que dá segurança ao cliente”, diz o consultor. Para Pagliarini, essa mudança já altera o cenário para os lojistas. Os problemas podem ser maiores para quem mantém grandes quantidades de seminovos, que antes eram comprados em volume justamente por apresentarem boa liquidez. Segundo o consultor, o mercado também mudou em relação aos veículos eletrificados. Ele afirma que ficou para trás o período em que esses modelos tinham menor poder de revenda e permaneciam por mais tempo nos estoques. Pagliarini estima que o mercado de veículos em 2026 possa chegar perto de 3 milhões de unidades. Na avaliação dele, o resultado poderia ser maior se houvesse condições melhores de financiamento. O principal obstáculo, porém, está na aprovação do crédito. Segundo o consultor, embora exista demanda, a dificuldade de conseguir financiamento limita os negócios neste momento.
Volkswagen aprova plano que pode cortar 50 mil empregos; veja o que está por trás da decisão

Volkswagen faz recall de 150 mil veículos por possível falha em freio A Volkswagen aprovou nesta quinta-feira (3) um plano de transformação que pode eliminar cerca de 50 mil empregos, incluindo cargos de gestão, em uma ampla reestruturação para aumentar a competitividade da montadora. A medida ocorre em meio à pressão crescente da concorrência global, mudanças no comportamento dos consumidores e avanço tecnológico no setor automotivo. O chamado “Future Plan” foi apresentado pela direção da Volkswagen e aprovado por unanimidade pelo conselho de supervisão da empresa. Segundo a companhia, o objetivo é tornar o Grupo Volkswagen e suas marcas mais eficientes, competitivos e preparados para o futuro. A empresa afirmou que, além dos programas que já estão em andamento, será necessário fazer uma nova redução significativa no quadro de funcionários para alcançar os objetivos do plano e preservar a competitividade do grupo. A Volkswagen, porém, não informou quando os cortes ocorrerão nem como as reduções de pessoal serão distribuídas entre suas diferentes marcas e regiões. Plano Futuro 2030 Como estava a Volkswagen em 2025 O anúncio ocorre depois de um 2025 marcado por dificuldades para o Grupo Volkswagen. No ano, a companhia entregou 8.983.900 veículos em todo o mundo, uma queda de 0,5% em relação a 2024. A receita de vendas ficou praticamente estável, em € 321,9 bilhões, ante € 324,7 bilhões no ano anterior. Já o resultado operacional caiu de forma mais acentuada. O indicador passou de € 19,1 bilhões em 2024 para € 8,9 bilhões em 2025, uma redução de 53,5%. Segundo os dados apresentados pela companhia, a queda foi influenciada principalmente por gastos extraordinários. Entre eles estão a readequação estratégica de produtos e a redução do valor registrado para o segmento operacional da Porsche, que tiveram impacto acumulado de € 4,7 bilhões. Também pesaram € 2,9 bilhões em despesas relacionadas ao aumento de tarifas sobre importações nos Estados Unidos e outros € 1,3 bilhão em custos de reestruturação de pessoal, concentrados nas operações da Audi, Cariad e Volkswagen Sachsen. O resultado operacional sobre as vendas ficou em 2,8% em 2025, ante 5,9% em 2024. A Volkswagen tem como objetivo recuperar esse indicador para uma faixa de 8% a 10% até 2030. Apesar da queda no resultado operacional, o fluxo de caixa líquido da divisão automotiva aumentou € 1,3 bilhão, para € 6,4 bilhões. Com isso, a divisão encerrou 2025 com € 34,5 bilhões em recursos disponíveis. Volkswagen também avança nos carros elétricos Outro movimento importante em 2025 foi o aumento da participação dos veículos totalmente elétricos nas entregas do grupo. Os modelos 100% elétricos representaram 10,9% das entregas mundiais da Volkswagen em 2025, ante 8,2% em 2024. Mesmo com esse avanço, a empresa fechou o ano com uma redução de 2,3% no número médio de funcionários. Considerando as operações e as empresas parceiras na China, o grupo empregou, em média, 667.164 pessoas em 2025. Sem incluir essas empresas parceiras na China, a Volkswagen tinha 602.659 funcionários ativos em 31 de dezembro de 2025. Quais marcas fazem parte do grupo O Grupo Volkswagen reúne diferentes marcas e operações, que tiveram desempenhos distintos em 2025. O grupo de marcas chamado Core, que reúne Volkswagen, Škoda, SEAT/CUPRA, Volkswagen Commercial Vehicles e Componentes Técnicos, vendeu 5,125 milhões de veículos. A receita foi de € 145,2 bilhões, com resultado operacional de € 6,8 bilhões. O grupo Progressive, formado por Audi, Bentley, Lamborghini e Ducati, vendeu 1,145 milhão de veículos, com receita de € 65,5 bilhões e resultado operacional de € 3,4 bilhões. A Porsche, classificada no grupo Sport Luxury, vendeu 266 mil veículos e teve receita de € 32,18 bilhões. O resultado operacional, porém, ficou em apenas € 90 milhões, afetado pelas despesas relacionadas às amortizações mencionadas anteriormente. Já o grupo de caminhões, que reúne Scania, MAN, International e Volkswagen Truck & Bus, vendeu 306 mil veículos, com receita de € 42,54 bilhões e resultado operacional de € 2,41 bilhões. E como fica a Volkswagen no Brasil? Enquanto o grupo reduziu seu quadro de funcionários globalmente em 2025, a Volkswagen registrou crescimento no número de empregados no Brasil. Em 31 de dezembro de 2025, a empresa tinha 23.297 colaboradores ativos no país, ante 22.810 no fim de 2024. O Brasil concentra a maior parte dos funcionários da Volkswagen na América do Sul. A região tinha 32.004 empregados, o equivalente a 5% de toda a força de trabalho global do grupo. A maior parte desses profissionais tinha contratos permanentes. Eram 30.474 trabalhadores com contratos por tempo indeterminado. Além disso, 31.864 atuavam em período integral. Os funcionários estão distribuídos por importantes unidades industriais no país. Entre elas estão a fábrica de Anchieta, que produz veículos; a fábrica de Curitiba, também voltada à produção de veículos; e a fábrica de São Carlos, que produz motores e componentes. Há ainda a fábrica de Resende, da Volkswagen Truck & Bus, responsável pela produção de caminhões e ônibus. Investigação sobre informações de funcionários A Volkswagen do Brasil também aparece em um processo administrativo aberto pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em outubro de 2024. A investigação apura alegações de troca inadequada e anticompetitiva de informações sobre recursos humanos e dados salariais de funcionários entre montadoras no Brasil. O caso faz parte dos desafios de conformidade e conduta de negócios enfrentados pela subsidiária brasileira. *Com informações da Reuters Golf GTI 2026 divulgação/Volkswagen
Risco de incêndio: Jeep do Brasil faz recall dos modelos Wrangler e Gladiator Rubicon

Jeep Wrangler Rubicon 2025 Divulgação / Stellantis A Stellantis, dona da marca Jeep, anunciou um recall no Brasil dos modelos Gladiator Rubicon (modelo 2022 a 2025) e Wrangler (anos-modelo 2021 a 2025) por risco de incêndio. O chamado envolve 1.472 unidades dos dois modelos e é motivado por uma falha identificada no circuito elétrico da bomba de direção eletro-hidráulica dos veículos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em situações extremas, segundo a marca, esse defeito de funcionamento pode provocar um princípio de incêndio. De acordo com o comunicado da Stellantis, isso traz riscos de danos materiais e lesões físicas aos ocupantes e terceiros. Agora no g1 Para solucionar o problema, a montadora orienta os proprietários dos modelos afetados a agendarem o atendimento na rede de concessionárias da marca. O procedimento consiste em uma verificação técnica do sistema e no reparo do componente, com um tempo estimado de execução de aproximadamente 30 minutos. Os números dos chassis envolvidos na campanha são: Jeep Gladiator Rubincon (2022-2025) NL127704 a SL502236 Jeep Wrangler (2021-2025) MW539580 a SW500071 Jeep Gladiator Rubicon 2025 Divulgação / Stellantis Recall da RAM 1500 A Stellantis, dona da marca RAM e Fiat, também anunciou um recall no Brasil para a RAM 1500 por problemas nos cintos de segurança. O g1 já havia adiantado em julho que o mesmo problema atingiu 1,5 milhão de unidades da picape na América do Norte. Segundo comunicado da empresa, "foi identificada a possibilidade de falha na fixação dos cintos de segurança do banco traseiro, que pode, eventualmente, ocasionar a falta de retenção dos ocupantes do veículo em caso de frenagem brusca ou acidente, consequentemente, potencializando a ocorrência de danos materiais, físicos ou até mesmo fatais". A orientação aos proprietários das 5.810 unidades envolvidas no recall é entrar em contato com uma concessionária RAM e agendar a verificação. Se necessário, será feita a fixação correta dos cintos de segurança para o banco traseiro. Segundo a Stellantis, os serviços de inspeção e eventual reparo são gratuitos e levam 30 minutos para serem concluídos. RAM 1500 (modelos 2021 até 2026) Chassis: MN542089 a T4190489 RAM 1500 Divulgação / Stellantis Recall de 1,5 milhão de picapes A agência Reuters noticiou em julho que a Stellantis, dona da marca RAM, faria um recall de mais de 1,5 milhão de unidades da picape 1500 por problemas nos cintos de segurança. Os modelos envolvidos na campanha foram fabricados entre 2019 e 2026. São 1,27 milhão de picapes nos Estados Unidos, 156 mil no Canadá, 15 mil no México e cerca de 75 mil fora da América do Norte. O defeito detectado nos EUA, o mesmo das picapes vendidas no Brasil, está nos pontos de ancoragem dos cintos de segurança na segunda fileira de assentos, especificamente nas fivelas do cinto do meio e do cinto do passageiro que vai à esquerda, logo atrás do motorista. De acordo com o informado pela agência Reuters em julho, “o problema pode afetar o desempenho do sistema de cintos de segurança da segunda fileira de bancos e aumentar o risco de ferimentos aos ocupantes. A Stellantis tem conhecimento de um caso de lesão possivelmente relacionado ao defeito que motivou o recall, mas não há registro de mortes”. Bancos traseiros da RAM 1500 Divulgação / Stellantis