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LISTA: veja os 6 carros de até R$ 100 mil que consomem menos combustível

Carros abaixo de R$ 100 mil e que consomem menos combustível arte/g1 O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, mostra quais são os carros mais econômicos do Brasil no consumo de combustível. A última lista reúne 976 veículos homologados por 43 marcas, avaliados em testes de laboratório que analisam diversos critérios. Os testes seguem a norma ABNT NBR 7024, em vigor desde 1989 e atualizada periodicamente. A regra define que o consumo de combustível seja medido por ciclos de condução em dinamômetro de chassi, que simulam a circulação em trechos urbanos e rodoviários. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 🚗 Nesta reportagem, o g1 lista os carros que custam menos de R$ 100 mil e aponta quais deles são os que gastam menos combustível na cidade, além de trazer, em alguns casos, uma análise mais ampla do consumo. ⚠️ Na lista, foram considerados apenas veículos com motores a combustão, sem incluir híbridos ou elétricos. Além disso, nem todas as versões de um mesmo modelo apresentam o melhor desempenho em consumo. 6. Citroën C3 Citroën C3 divulgação/Citroën O carro menos econômico da lista é um dos mais baratos do Brasil. Isso não significa que ele seja beberrão. Pelo contrário: o hatch da marca francesa é capaz de consumir menos combustível que o conjunto híbrido do Toyota Yaris Cross, por exemplo. Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 14,6 km/l (estrada); Etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 88.990. 5. Peugeot 208 Peugeot 208 divulgação/Peugeot O Peugeot 208 não pode ser considerado um carro “beberrão”, mas é o carro mais caro dessa lista. O hatch compacto se sai bem em trajetos urbanos, porém tem desempenho mais modesto na estrada. Ele perde para o Hyundai i20 na cidade, mas apresenta números melhores na estrada: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,6 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada); Etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,8 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 93.990. 4. Hyundai i20 Hyundai i20 chega como HB20 moderno e maior Lançado no Brasil em junho deste ano, o Hyundai i20 também não encabeça a lista dos carros mais econômicos do país. Galerias Relacionadas p O baixo consumo do modelo se destaca, superando o C3 até quando abastecido com etanol: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 14,6 km/l (estrada); Etanol: 9,7 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 94.990. 3. Renault Kwid Renault Kwid divulgação/Renault O Renault Kwid disputa com o Fiat Mobi o posto de carro mais barato do Brasil, mas perde a batalha entre os compactos quando o assunto é economia de combustível. Vale destacar que ele é o melhor com etanol na cidade e o segundo melhor com gasolina na cidade: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 14,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada); Etanol: 10,4 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 82.790. 2. Chevrolet Onix Chevrolet Onix divulgação/Chevrolet Embora seja apenas o quinto em gasolina na cidade, o Chevrolet Onix é o melhor de todos na estrada, tanto com etanol quanto com gasolina. Por isso sobe bastante no ranking. O hatch testado pelo Inmetro é a versão flex, e não o modelo movido 100% a etanol. Este último, por sua vez, consome mais etanol do que a versão que também pode ser abastecida com gasolina: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 13,7 km/l (cidade) e 17,7 km/l (estrada); Etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,4 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 87.790. Para comparação, estes são os dados do Onix movido somente a etanol e vendido apenas com câmbio automático: Motor: 1.0 flex; Câmbio: automático de cinco marchas; Etanol: 9,1 km/l (cidade) e 11,0 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 99.990. 1. Fiat Mobi Fiat Mobi divulgação/Fiat Em primeiro lugar no pódio aparece o rival do Kwid: o Fiat Mobi. O modelo bebe mais na cidade quando abastecido com etanol, mas a economia aparece quando a gasolina é a escolhida no posto: Motor: 1.0 flex; Câmbio: manual de cinco marchas; Gasolina: 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada); Etanol: 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada); Preço: a partir de R$ 85.490.
Esportivo usado por Tony Stark no filme 'Os Vingadores' vai a leilão; lances já passam de R$ 520 mil

Acura NSX do filme Vingadores de 2012 foi construído a partir de um NSX de 1991. Divulgação Um esportivo usado no filme "Os Vingadores" vai a leilão. O modelo exclusivo, um Acura NSX Roadster customizado para o personagem Tony Stark no longa da Marvel de 2012, está sendo oferecido em um site de leilões nos Estados Unidos. Os lances já passam de R$ 520 mil até o momento. O arremate online será encerrado no dia 31 de outubro, durante um evento em Las Vegas, Nevada, onde o veículo fará sua próxima aparição pública. A venda faz parte das comemorações do 35º aniversário da linha NSX. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Todo o valor arrecadado com o lance vencedor será doado para uma instituição de caridade definida em comum acordo entre o comprador e o vendedor. O protótipo foi projetado pelo estúdio avançado de design da Acura em Los Angeles e construído pela empresa Trans FX. Por que o Honda Civic sumiu das ruas? O visual da carroceria foi desenvolvido sob a direção de Dave Marek, ex-diretor criativo da marca, para antecipar o conceito da segunda geração do esportivo. A base do carro de cinema é um Acura NSX de 1991. O modelo é equipado com um motor V6 de 3.0 litros, que entrega cerca de 270 cavalos de potência. A transmissão é manual de cinco marchas, com tração traseira, assim como o modelo do começo dos anos 1990. Entre os itens e equipamentos de destaque do veículo estão: Carroceria construída à mão em resina e fibra de vidro; Pintura vermelha feita para combinar com a armadura do Homem de Ferro; Placa original usada nas filmagens com a inscrição "STARK 33"; Rodas de 18 polegadas na dianteira e 20 polegadas na traseira; Bancos esportivos customizados e interior com acabamento preto. Acura NSX do filme Vingadores de 2012 foi construído a partir de um NSX de 1991. Divulgação O carro é classificado como um protótipo de fabricante e adereço de cinema. O anúncio alerta que o veículo não pode ser registrado, documentado ou conduzido em vias públicas, sendo a transação final sujeita a um acordo de uso. A venda ocorre no estado de conservação em que o carro se encontra e não possui garantias. A listagem aponta falhas conhecidas de conservação, incluindo a fragilidade da carroceria, pequenos arranhões nos para-choques, trincas na pintura e marcas de atrito nos painéis internos. O lote inclui um certificado de autenticidade, uma chave, dois controles de acesso e uma foto autografada do ex-diretor criativo da Acura ao lado do veículo. Interior do Acura NSX usado no filme Vingadores em 2012 é antigo, pois o carro é feiot na base de um Acura NSX de 1991. Divulgação
Presidente da Audi é acusado de violar regras da empresa ao aparecer com Trump em comício eleitoral

Trump cumprimenta Gernot Döllner, CEO da Audi. Mike Stewart/ AP Photo O presidente da Audi, Gernot Doellner, foi duramente criticado nesta segunda-feira (26) após aparecer ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um comício de campanha na Geórgia, um dos estados em disputa nas eleições de meio de mandato. O executivo apareceu ao lado de Trump durante o anúncio dos planos para a construção de uma fábrica de US$ 4 bilhões (R$ 20,2 bilhões), a primeira da Audi nos Estados Unidos, com capacidade para produzir cerca de 200 mil SUVs por ano. (entenda mais abaixo) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em comunicado, a presidente do IG Metall, principal sindicato industrial da Alemanha, e vice-presidente do conselho de supervisão da Volkswagen, controladora da Audi, Christiane Benner, afirmou que a presença de Doellner no comício foi "profundamente constrangedora". "A forma como Gernot Doellner se apresentou e apresentou a Audi nos EUA é profundamente constrangedora, politicamente inaceitável e indigna da empresa", disse. Segundo Benner, a aparição violou as regras internas da Audi. Agora no g1 "Doellner também está violando flagrantemente as regras de sua própria empresa, que exigem expressamente neutralidade política no período que antecede as eleições", afirmou Benner. Segundo a Reuters, o código de conduta proíbe compromissos públicos com partidos políticos ou candidatos, assim como patrocínio a esses eventos, nos três meses anteriores a uma eleição. Benner ressaltou que a decisão final sobre o investimento cabe ao conselho de supervisão da Volkswagen, que já enfrenta tensões em meio à ampla reestruturação da montadora. O primeiro-ministro do estado alemão da Baixa Saxônia, Olaf Lies, também criticou a presença de Doellner no comício de Trump. "Um comício de campanha não pode ser o lugar certo para anunciar um investimento dessa magnitude", disse. O estado da Baixa Saxônia é o segundo maior acionista da Volkswagen. Nesta segunda-feira (26), o governo alemão afirmou que a presença do presidente da Audi ao lado de Trump foi uma decisão da empresa. "Trata-se de uma decisão empresarial relativa a onde a empresa investe e, neste caso, onde o CEO da empresa atua. Não tenho mais nada a acrescentar", disse o porta-voz adjunto do governo, Sebastian Hille. Nova fábrica nos Estados Unidos O presidente Donald Trump anunciou no sábado (24) que a montadora alemã Audi planeja investir US$ 4 bilhões (R$ 20,2 bilhões) na construção de sua primeira fábrica nos Estados Unidos, com capacidade para produzir 200 mil veículos por ano. A Audi confirmou os planos para o investimento em comunicado e informou que a nova fábrica deve criar cerca de 4,5 mil empregos. "Estou empolgado em anunciar um grande investimento na indústria automobilística no grande estado da Geórgia", disse Trump durante o comício, a poucos dias das eleições de meio de mandato de 3 de novembro, que definirão o controle do Congresso americano. A Audi, controlada pela Volkswagen, afirmou em comunicado que o início da construção está previsto para 2027, e o da produção, para o começo da década de 2030.