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Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel; veja resultado

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto. Alain Jocard/AFP A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos em postos de combustíveis em nove estados e no Distrito Federal. A ação foi conduzida por fiscais da agência, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons municipais e estaduais. Há denúncias de que alguns postos tenham aproveitado o contexto da guerra no Oriente Médio para elevar preços sem justificativa. (leia mais abaixo) 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a ANP, foram analisados 42 postos e uma distribuidora de combustíveis em 22 cidades. A operação resultou em 13 autos de infração por "motivos diversos". A agência informou que, nesses casos, notificou os estabelecimentos para que enviem notas fiscais de compra de combustíveis de períodos recentes. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas", acrescentou, em nota, a agência. Em caso de irregularidades, as multas podem variar de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da conduta e do porte do infrator. A aplicação pode ser feita pela ANP ou por seus órgãos conveniados. O que motivou a operação Segundo a agência, o objetivo da fiscalização é acompanhar a evolução do preço do diesel, especialmente após a publicação da Medida Provisória 1.340, na última sexta-feira (13). A MP zerou os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel, reduzindo o preço em R$ 0,32 por litro. Um decreto complementar determinou o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores do combustível, também no valor de R$ 0,32 por litro. As medidas foram adotadas em meio à guerra no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo no mercado global. Até a publicação da MP, o diesel já havia subido 11,8%, chegando a R$ 6,80 por litro. A operação de fiscalização, porém, ocorreu após denúncias de que redes de postos estariam aproveitando o contexto internacional para elevar o preço do diesel de forma abusiva, antes mesmo de a Petrobras anunciar reajustes às distribuidoras. A operação desta terça-feira foi realizada nos seguintes estados: Amazonas; Bahia; Distrito Federal; Mato Grosso; Minas Gerais; Pará; Paraná; Rio de Janeiro; Rio Grande do Sul; São Paulo. Além dos preços do diesel, a fiscalização também verificou a quantidade de combustível fornecida pelas bombas e a qualidade do produto.
Fiat Toro, Jeep Commander e Ram Rampage têm recall por risco de incêndio

Modelos passam por recall. Divulgação A Stellantis anunciou um recall para os modelos Fiat Toro, Jeep Commander e Ram Rampage. De acordo com a empresa, há a possibilidade de falha na conexão da tubulação de retorno do combustível. Em casos extremos, segundo Stellantis, o defeito pode provocar vazamentos. Se houver contato com as partes do veículo, o combustível pode entrar em ignição e causar um incêndio. Unidades dos veículos comerciais Fiat Ducato, Citroën Jumper e Peugeot Boxer também fazem parte desse recall. A orientação da Stellantis é que os proprietários entrem em contato com a concessionária e agendem uma verificação a partir do dia 16 de março. Se necessário, segundo a empresa, será feita a substituição do tubo de retorno. O serviço demora em torno de duas horas e é gratuito. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quais veículos estão na lista? A Stellantis divulgou que o total de unidades envolvidas é de 1.106. Veja os dados dos veículos que fazem parte deste recall. Jeep Commander Ano/modelo: 2025 e 2026 Chassis: SKN79541 a TKN80339 76 unidades Ram Rampage Ano/modelo: 2025 Chassis: SKS07456 a SKS07939 89 unidades Fiat Toro Ano/modelo: 2025 e 2026 Chassis: SKG44816 a TKG48533 199 unidades Fiat Ducato Ano/modelo: 2026 Chassis: TMB46363 a TMB73806 421 unidades Citroën Jumper Ano/modelo: 2026 Chassis: TMB47843 a TMB73805 121 unidades Peugeot Boxer Ano/modelo: 2026 Chassis: TMB46506 a TMB73894 200 unidades Buzina com volume baixo A Stellantis também anunciou recall para o Peugeot e-208. O elétrico pode ter falha na buzina. Segundo a empresa, existe a possibilidade do “nível de pressão acústica” estar menor do que estabelecido pelas normas. Ou seja, a buzina poderia estar com o volume abaixo do que a lei pede. Os proprietários do carro elétrico devem procurar a concessionária e agendar o serviço gratuito. São 83 unidades envolvidas neste recall. O tempo estimado para realizar o eventual reparo é de uma hora. Peugeot e-208 Ano/modelo: 2020 a 2023 Chassis: LT030572 a PT001030
Audi RS3: como é pilotar o sedã mais potente da marca à venda no Brasil

Absurdos do Audi RS3 Fora do Brasil desde 2018, o Audi RS3 voltou ao país como o sedã mais esportivo que a marca do grupo Volkswagen tem à venda por aqui. O Audi RS Q8 é mais potente, mas trata-se de um SUV cupê, com proposta e preço bastante diferentes. O RS3 custa entre R$ 659.990 e R$ 714.990, e são versões esportivas do A3. O valor supera o de dois A3 convencionais, que partem de R$ 314.990. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Os dois modelos do RS3 trazem ampla aplicação de fibra de carbono em áreas como soleiras, retrovisores, traseira dos bancos, para-choques e aerofólio traseiro. A diferença entre as versões está no acabamento, nos bancos concha mais justos e no conjunto de freios. Os freios de carbono-cerâmica oferecem maior resistência ao uso intenso em pista. Audi RS3 2026 divulgação/Audi O g1 passou um dia inteiro no Circuito Panamericano, um autódromo próximo de Campinas (SP), com um objetivo claro: entender os limites do Audi RS3 em segurança. De cara, o destaque é o motor 2.5 TFSI de cinco cilindros, que entrega 400 cv de potência e 51 kgfm de torque. O câmbio é um S-Tronic de sete marchas, com dupla embreagem, e trabalha em conjunto com o motor turbo para oferecer tração integral. Tudo isso se traduz em dois pontos principais: Mais aceleração: o 0 a 100 km/h é feito em 3,8 segundos, mais rápido que os 4,1 segundos do Porsche 911 Carrera; Mais estabilidade: a tração nas quatro rodas faz o Audi RS3 “colar” no chão, reduzindo a perda de aderência mesmo em curvas fechadas de alta velocidade. Mesmo com tração integral, o Audi RS3 prioriza o envio de força às rodas dianteiras e transfere torque para as traseiras quando necessário. Se o motorista desejar, é possível favorecer ainda mais o eixo traseiro, desligar o controle de tração e, assim, entrar em uma competição de drift. Além do motor com fôlego de sobra, o ronco do conjunto ecoa pela cabine na medida certa. Ele aparece acima dos 5 mil giros e se mantém constante até as 7 mil rpm. É um deleite esportivo, com o assobio da turbina que reforça o DNA do sedã. Audi RS3 Como anda o Audi RS3? Com as mãos ao volante e em uma pista — onde o limite de velocidade é o bom senso para voltar vivo para casa —, as acelerações foram fortes, inclusive na saída das curvas. Ao entrar nelas, a sensação inicial é de que a traseira pode perder aderência, mas o sistema de tração integral devolve rapidamente o carro à trajetória, permitindo manter uma condução tão agressiva quanto antes. As retomadas de 60 km/h até além dos 120 km/h ocorrem em um piscar de olhos. Em certas situações, chega a causar um embrulho no estômago tamanha a potência. Audi RS3 2026 divulgação/Audi Ele é 10 centímetros mais curto que um Toyota Corolla ou um Honda Civic. Ou seja, o RS3 é relativamente compacto, o que contribui para uma direção mais precisa. A baixa altura em relação ao solo também ajuda nesse comportamento. Os mais puristas sentirão falta de um elemento que deveria estar presente em todo esportivo: a alavanca de câmbio. Mas o Audi RS3 compensa com borboletas no volante para as trocas manuais, que cumprem bem o papel e garantem segurança ao permitir manter as duas mãos sempre no volante. Uma preocupação para o uso de rua é o perfil dos pneus. Os dianteiros têm perfil 30 e os traseiros, 35, o que exige atenção redobrada aos buracos fora da pista, já que não são os mais resistentes a danos. Chega a ser injusto falar de consumo enquanto se explora o limite do motor turbo, mas o resultado foi de um litro de gasolina consumido a cada 3,5 quilômetros. Também não chega a ser um fator determinante para quem compra um RS3. Assim, a título de curiosidade, uma condução mais civilizada pode elevar o consumo para 7,3 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada, segundo dados da Audi. Audi RS3 2026 Com quem concorre? O Audi RS3 tem poucos concorrentes diretos no Brasil. O BMW M2 é um deles, assim como o Ford Mustang. Ambos contam com tração traseira e, em alguns casos, até mais potência, mas o 0 a 100 km/h do modelo testado pela reportagem é mais rápido. Outro concorrente é o Mercedes-AMG CLA 45 S, que é mais barato (R$ 624 mil), mas também não tem o mesmo 0 a 100 km/h do RS3. Os motoristas mais discretos também devem gostar. Apesar do apelo esportivo, o Audi RS3 pode passar facilmente por um carro de uso urbano no dia a dia.