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Salão de Pequim: carro voador embutido em van híbrida é exibido Com um nome nada fácil de pronunciar, um pequeno caminhão chama a atenção no Salão do Automóvel de Pequim: o Xpeng Aridge. A dificuldade na fala, porém, se torna irrelevante quando a caçamba se abre e revela algo inesperado: um carro voador surgindo de dentro dela. Olhando primeiro para a parte que circula apenas no chão, o veículo lembra uma caminhonete das grandes. São 5,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e o visual é marcado por chapas em cinza fosco e linhas retas, que lembram o estilo adotado pela Tesla na Cybertruck. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Trata-se de um veículo off-road, com tração nas seis rodas. Ela é garantida por dois motores elétricos, auxiliados por um motor a combustão. O conjunto funciona principalmente com energia elétrica. Na prática, as rodas são movimentadas pelas baterias, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para gerar eletricidade e recarregá-las quando necessário. (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Com todas as baterias carregadas e o tanque abastecido, a Xpeng promete uma autonomia total de até 1.000 quilômetros. Apesar de levar um carro voador inteiro na caçamba, o veículo ainda acomoda até quatro ocupantes. Durante o salão, porém, os vidros estavam completamente opacos, o que impediu a visualização do interior da parte terrestre. O veículo aéreo, por sua vez, podia ser observado de perto e até ocupado pelo público. Diferentemente de alguns chamados “carros voadores”, ele conta com comandos físicos para controlar a direção. Com isso, o modelo se assemelha mais a um drone pilotado como um helicóptero do que a um carro voador totalmente automático, no qual o ocupante apenas informa o destino e aguarda a chegada. Xpeng Aridge divulgação/Xpeng A marca afirma, no entanto, que também há um modo de voo em que o piloto apenas informa o destino. A partir daí, o veículo voador se encarrega sozinho de decolar, percorrer o trajeto necessário e pousar com segurança. A experiência lembra a de um helicóptero também nos detalhes internos. Os bancos são mais rígidos do que os de um carro de luxo, e há diversos botões dedicados ao controle do voo. Para que os rotores caibam no veículo terrestre, eles se dobram de forma semelhante a um brinquedo articulado. Segundo a Xpeng, todo esse processo é automático e leva cinco minutos. Basta o piloto pousar o veículo voador próximo ao carro para que a caçamba se abra e o drone se recolha sozinho até o encaixe correto. Totalmente elétrico, o veículo voador tem autonomia de até 20 quilômetros. Isso deixa claro que sua proposta é atender a deslocamentos curtos. Já o sistema de baterias da parte terrestre permite recarregar o veículo voador até seis vezes. Se toda essa experiência pareceu empolgante, a Xpeng informa que o Aridge já está em produção e tem preço de US$ 280 mil na China. Na cotação da data de publicação deste texto, o valor equivale a cerca de R$ 1,5 milhão. A fabricante diz que começará a aceitar pedidos a partir do segundo semestre deste ano. Saiba mais sobre o Salão do Automóvel de Pequim: Salão de Pequim: GWM lança o Ora 5, que promete rodar até 1 mil km com um tanque

É #FAKE página que imita a site de pagamento de pedágio free flow Reprodução Circula por e-mail o link para um site imitando uma plataforma de pagamento de pedágio no sistema free flow para enganar motoristas e cobrar valores indevidos via PIX. É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🛑 Como é o site falso? O link falso (app-pedagiodigital.com) imita o site oficial do serviço Pedágio Digital (pedagiodigital.com), copiando textos e aparência visual, para induzir os donos de veículos ao erro. O free flow (pedágio eletrônico em livre passagem) é o modelo de cobrança de tarifa que elimina praças físicas e cancelas. Elas são substituídas por pórticos que identificam automaticamente TAGs ou placas de veículos (leia detalhes ao final desta reportagem). No caso da página autêntica do Pedágio Digital, o endereço serve para consulta e pagamento débitos para motoristas sem tag. O sistema integra concessionárias como Motiva, Ecorodovias e CNL. A versão fradulenta tem enunciados como: "Pedágio Digital"; "Desfrute de toda a comodidade do pedágio digital. Uma nova era para o pedágio começou: ágil e digital como tem que ser." No canto esquerdo, há um campo com a expressão "um único lugar para acessar e controlar seus pagamentos", acima do campo "digite sua placa". Para prosseguir, o usuário deve marcar os seguintes campos: "aceito os termos e condições de uso"; "estou ciente da Politica de Privacidade e me responsabilizo pela veracidade dos dados"; e "E carro alugado?". Ao clicar no botão "buscar débitos", o usuário abre campos onde precisa indicar datas. Preenchida essa etapa, aparece a mensagem: "Débitos em aberto encontrados [seguido de dados da placa, mesmo que aleatória]. Caso não realize o pagamento, a multa será automaticamente encaminhada ao DETRAN. Após esse prazo de 15 minutos, o sistema emitirá automaticamente a multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. Art. 209-A - CTB: Conforme o Art. 209-A do CTB: "Efetuar o pagamento de pedágio eletrônico fora do prazo estabelecido pelo órgão... Infração: Grave. Penalidade: Multa de R$ 195,23. Pontuação: 5 pontos na CNH". Na tela seguinte, surgem os valores das supostas multas. O Fato ou Fake fez simulação, e apareceram duas "multas" (R$ 45,10 e R$ 42,10) , com dados de vencimento (22/04/2026) e o nome de concessionárias de rodovias . Na etapa posterir, o site fake gera um código PIX para pagamento. Uma simulação não concretizada indica que o dinheiro vai para uma intermediadora de pagamentos, que esconde o destinatário final do valor. ⚠️ Por que é #FAKE? O Fato ou Fake mostrou o link falso à assessoria de imprensa do Pedágio Digital. A reposta, por e-mail, apontou que: "Trata-se de um site falso que utiliza elementos visuais semelhantes aos do Pedágio Digital para induzir o usuário ao erro. Embora a aparência seja parecida, o endereço (URL) é diferente e não corresponde ao domínio oficial pedagiodigital.com. [O site https://app-pedagiodigital.com] É uma tentativa de golpe, e os usuários devem redobrar a atenção ao acessar links e realizar pagamentos on-line". A plataforma também alertou: "A recomendação é não acessar o link https://app-pedagiodigital.com e não realizar qualquer pagamento. O usuário deve sempre verificar cuidadosamente o domínio do site antes de inserir dados pessoais ou financeiros. Diante do aumento de tentativas de fraude utilizando o nome da empresa, o Pedágio Digital tem reforçado alertas de segurança em seus canais oficiais". "O Pedágio Digital não envia links de cobrança por redes sociais ou aplicativos de mensagem, nem encaminha boletos por e-mail. Em caso de dúvida, a orientação é buscar os canais oficiais ou entrar em contato pelo e-mail [email protected]". ➡️ Como conferir a autenticidade de cobranças de pedágio? O usuário deve acessar diretamente o site oficial, digitando o endereço no navegador, evitar clicar em links recebidos por terceiros e conferir se o domínio corresponde exatamente ao pedagiodigital.com. Também é importante verificar inconsistências como erros de escrita, urgência excessiva na cobrança ou pedidos incomuns de dados. ➡️ O que fazer caso tenha caído em eventual golpe? A orientação é registrar um boletim de ocorrência, entrar em contato imediatamente com a instituição financeira para tentar bloquear a transação e monitorar possíveis movimentações suspeitas. Também é importante comunicar o caso aos canais oficiais do Pedágio Digital, para que medidas adicionais de alerta possam ser adotadas, como a derrubada do site. ✅ Como é o site verdadeiro? O site autêntico (https://www.pedagiodigital.com/) exibe as expressões "Pedágio Digital" e "Desfrute de toda a comodidade do pedágio digital. Uma nova era para o pedágio começou: ágil e digital como tem que ser." Um formulário no canto direito exibe a expressão: "Informe uma placa válida para consultar", acima do campo "digite sua placa". Além disso, o usuário deve preencher o campo referente às expressão "Li e concordo com os Termos de uso e Políticas de Privacidade da plataforma Pedágio Digital" e "Não sou um robô". A tela seguinte descreve a data de atualização e os débitos, caso ocorram, ou a expressão: "Nenhuma passagem em aberto encontrada. As passagens podem levar até 48 horas para ficarem disponíveis no sistema para pagamento. Se o veículo possui TAG a cobrança é automática. Verifique se a TAG está ativa e se os débitos aparecem na fatura de sua operadora. Caso contrário, consulte possíveis pendências aqui. 🚗 O que é free flow? O modelo dispensa cancelas que obriguem a reduzir velocidade ou parar nas rodovias. Pórticos com sensores, leitores de TAGs (transponders) e câmeras que leem placas (ANPR) são instalados em pontos da rodovia. Sempre que passa por um desses pórticos, o veículo é registrado eletronicamente, e a identificação pode ocorrer por etiqueta eletrônica (TAG) ou leitura da placa. Com TAG, a tarifa é debitada automaticamente. Sem TAG, o usuário deve pagar pelo site ou canais da concessionária. O não pagamento dentro do prazo caracteriza evasão de pedágio, com possibilidade de multa. É #FAKE página que imita a site de pagamento de pedágio free flow Reprodução Veja também É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito).

Agente de trânsito posiciona o radar atrás da mureta de proteção da rodovia Carlos Pradini Foi aprovado nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados um projeto de lei que cria regras mais rígidas para a visibilidade e a sinalização de radares de fiscalização de velocidade. O projeto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se transformar em lei, o texto tem de ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A proposta aprovada na comissão inclui normas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para padronizar a fiscalização em todo o país. ➡️ O que muda Nada mais de um radar atrás do outro: fica proibido o uso de radares portáteis próximos a radares fixos. A distância mínima deverá ser de 2 quilômetros em rodovias e de 500 metros em áreas urbanas. Radar escondido nunca mais: não será permitida a instalação de radares fixos atrás de postes, árvores, construções ou passarelas. Agentes que utilizam radares móveis também não poderão ficar escondidos. Painel com velocidade: passa a ser obrigatória a instalação de painéis eletrônicos que informem ao motorista a velocidade registrada pelo radar. A exigência vale para radares fixos em vias com duas ou mais faixas no mesmo sentido. Radares listados na internet: o órgão de trânsito será obrigado a divulgar na internet a localização exata de todos os radares, além da data da última verificação do equipamento pelo Inmetro. Critério para instalação de radares: será necessário apresentar estudo técnico e justificativa para a instalação de qualquer radar. O Projeto de Lei 4751/24 recebeu alterações da deputada Rosana Valle (PL-SP), relatora da proposta na comissão. Veja os vídeos que estão em alta no g1 ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo a deputada, a medida busca tornar a fiscalização mais transparente e com foco educativo. “A proposta dá mais segurança jurídica aos motoristas e reforça a educação para o trânsito, evitando práticas voltadas apenas à arrecadação, associadas ao que se convencionou chamar de ‘indústria da multa’”, afirmou a relatora. O autor do projeto é o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). Ele defende que a melhor sinalização dos radares pode aumentar a conscientização dos motoristas. “O termo ‘indústria da multa’ é usado com frequência para descrever a ideia de que existe no Brasil um sistema arrecadatório que teria como principais alvos os condutores que cometem infrações de trânsito”, diz Silva. Proposta de lei pede instalação de painéis eletrônicos para informar motorista sobre velocidade aferida g1 / Cauê Adamuz ➡️ Como recorrer de uma multa O motorista sempre tem a oportunidade de recorrer das infrações, e o processo depende do órgão que aplicou a multa, como Detran, Polícia Rodoviária Federal, DER, entre outros. Veja abaixo um passo a passo. Em geral, o processo começa com a apresentação da defesa de autuação. O motorista tem prazo de 30 dias para apontar eventuais erros antes mesmo de a multa ser aplicada. É nesse momento que o motorista pode indicar que havia outro condutor ao volante e, assim, evitar o acúmulo de pontos. Essa primeira defesa deve ser analisada pelas autoridades em até 30 dias. Se o recurso for indeferido, há prazo de 30 dias para recorrer em primeira instância à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O órgão tem mais um mês para emitir o parecer. Se essa etapa for rejeitada, é possível recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda instância. Multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal têm um processo próprio de recurso, com formulários específicos. ➡️ CNH foi suspensa. E agora? Dependendo do tipo de infração ou de reincidência, a suspensão da CNH pode chegar a dois anos. A recomendação é acompanhar quantos pontos constam na CNH para não ultrapassar o limite, considerando o novo critério. Os sites dos Detrans oferecem consulta a essa informação. Em caso de suspensão, o processo de recurso é semelhante ao das infrações, começando pela Jari e, depois, seguindo para o Cetran de cada estado.








