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Espírito Santo deve ganhar fábrica de veículos da montadora chinesa GWM Divulgação/GWM A montadora chinesa Great Wall Motors (GWM) planeja instalar sua segunda fábrica de carros no Espírito Santo. O termo de compromisso foi oficialmente assinado nesta quarta-feira (14), na China, pelo vice-governador do estado, Ricardo Ferraço (MDB), e representantes da empresa. A previsão é que a nova unidade de produção de carros elétricos seja instalada em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. A fábrica deve ficar na área de desenvolvimento do ParkLog. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A informação foi confirmada pelo governador Renato Casagrande (PSB) durante um evento em um hotel de Vitória. Segundo Casagrande, a chegada da montadora representa um avanço na economia capixaba. "Atrair uma empresa, uma indústria, uma fábrica de automóveis aqui no Espírito Santo, é um passo a mais, porque torna a nossa economia mais sofisticada, mais complexa. Atrairá outros empreendedores e outras atividades ligadas à indústria de automóveis", destacou Casagrande. LEIA TAMBÉM: ABSURDO: Presbítero é preso por estupro de vulnerável da namorada que estava sob efeito de remédios VÍDEO: filhote de macaco-prego 'chora' após mãe ser atropelada e comove redes sociais Anac autoriza empresa do ES a fabricar aviões No ano passado, a GWM informou que pretendia investir cerca de R$ 10 bilhões no Brasil ao longo de dez anos. Na segunda fase do plano, entre 2027 e 2032, a previsão é de mais de R$ 6 bilhões em investimentos. A empresa foi procurada para informar detalhes sobre capacidade de produção e número de empregos no Espírito Santo. No entanto, afirmou que ainda não há informações oficiais sobre esses pontos. Atualmente, a GWM possui apenas uma fábrica nas Américas e no Hemisfério Sul. A unidade foi inaugurada em agosto de 2025, em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Fábrica da GWM em Iracemápolis (SP) divulgação/GWM A planta paulista emprega cerca de 600 trabalhadores. A capacidade de produção é de 50 mil veículos por ano. No local, são fabricados três modelos: o SUV híbrido Haval H6, a picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9. *Com informações de Letícia Orlandi. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Toyota Yaris Cross XR, nova versão de entrada do SUV compacto divulgação/Toyota A Toyota anunciou, nesta quarta-feira (14), uma nova versão de entrada do Yaris Cross, que ainda nem chegou às concessionárias da marca. O lançamento desta e das demais variantes está previsto para abril. Com o novo preço, o modelo se aproxima do valor inicial de um de seus principais rivais, o Honda WR-V, que parte de R$ 147.100. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A principal diferença em relação à antiga versão de entrada do Yaris Cross, chamada XRE, é o preço mais baixo. A redução é de R$ 11.400, o que representa um corte de 7%, com o objetivo declarado de ampliar as vendas com desconto para pessoas com deficiência (PCD). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Confira todas as versões disponíveis do Yaris Cross: Toyota Yaris Cross XR: R$ 149.990; Toyota Yaris Cross XRE: R$ 161.390; Toyota Yaris Cross XRE Hybrid: R$ 172.390; Toyota Yaris Cross XRX: R$ 178.990; Toyota Yaris Cross XRX Hybrid: R$ 189.990. O que muda no novo Yaris Cross de entrada As mudanças nesta versão são pontuais, já que o antigo modelo de entrada já trazia alguns cortes para alcançar o preço sugerido. Estes são os itens removidos nesta nova versão de entrada: Farol de milha; Rodas seguem de liga leve e 17 polegadas, mas desenho é mais simples e grosso; Barras do teto; Piloto automático adaptativo; Assistente de pré-colisão frontal; Farol alto automático; Alerta de manutenção em faixa; Ar-condicionado automático; Painel de instrumentos foi reduzido de 7 para 4,2 polegadas; Sistema de partida por botão; Rebatimento elétrico dos retrovisores. Todo o restante segue igual, incluindo o motor 1.5 aspirado, que gera 122 cv e 15,3 kgfm, com abastecimento por etanol ou gasolina. Também permanecem itens como: Seis airbags; Central multimídia de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio; Saídas de ar-condicionado para o banco traseiro; Portas USB-C para os passageiros da segunda fileira; Assistente de partida em rampa. Yaris Cross aposta em espaço e tem versão híbrida flex Toyota Yaris Cross chega com medidas semelhantes às dos rivais Divulgação | Toyota Com 4,31 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos, o Yaris Cross tem dimensões próximas às de WR-V e Creta. Ele é 1 cm mais curto, 2 cm mais estreito e tem entre-eixos 3 cm menor que o WR-V. A altura é a mesma do modelo da Honda. O porta-malas segue a média do segmento: 400 litros na versão convencional e 391 litros na híbrida. A diferença ocorre porque a bateria do sistema híbrido fica no assoalho, reduzindo levemente o espaço. Nessa capacidade, o porta-malas da versão a combustão é 22 litros menor que o do Hyundai Creta e 58 litros menor que o do WR-V. O Yaris Cross terá o programa Toyota 10, que pode estender a garantia total para até 10 anos, sem custo adicional, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada. O Yaris Cross estreia uma motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração. Com etanol, o conjunto entrega até 111 cv e promete consumo de 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, segundo o Inmetro. A Toyota não divulga o torque total de seus veículos híbridos. O motor a combustão oferece 12,3 kgfm de torque, enquanto o elétrico entrega 14,4 kgfm. Contudo, como os valores não se somam diretamente no uso real, a marca não especifica um valor combinado. Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv.

Fiat Argo e Strada, Volkswagen Polo e Hyundai HB20 arte g1 O Volkswagen Polo ultrapassou as vendas da Fiat Strada por cinco meses e caminhava para se tornar o veículo zero km mais vendido do Brasil em 2025, mas a chegada do Volkswagen Tera mudou o cenário no terceiro trimestre, superando o pequeno hatch até dezembro. Com isso, mais uma vez, a Fiat Strada foi o veículo novo mais vendido do Brasil, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em 2025, foram emplacadas 142.891 unidades da picape em todo o país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A Strada lidera o ranking de carros e comerciais leves mais vendidos do país desde 2021, quando ultrapassou o Chevrolet Onix. O hatch da GM foi o mais vendido por seis anos, entre 2015 e 2020. Em 2024, o Onix terminou em terceiro lugar e foram 97.508 unidades. Em 2025 ele foi ultrapassado pelo Fiat Argo logo em fevereiro e ficou atrás até novembro, quando recuperou emplacamentos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 No final, o Fiat Argo terminou em terceiro lugar, com 102.630 unidades vendidas. As vendas do hatch da Fiat foram 28,4% superiores ao que o Onix conseguiu em 2025 (79.886 unidades). Veja a evolução de cada um dos cinco carros mais vendidos de 2025, junto do Volkswagen Tera: O balanço final de emplacamentos foi divulgado oficialmente nesta terça-feira (13) pela Fenabrave. Ao todo, foram mais de 2,6 milhões de veículos novos vendidos no ano passado, melhor resultado desde 2019. (saiba mais abaixo) Veja a lista de mais vendidos de 2025. Fiat Strada: 142.891 emplacamentos (1,24% menos que em 2024, quando foram 144.684 unidades); Volkswagen Polo: 122.622 emplacamentos (12,5% menos que em 2024, quando foram 140.177 unidades); Fiat Argo: 102.630 emplacamentos (12,6% mais que em 2024, quando foram 91.139 unidades); Volkswagen T-Cross: 92.837 emplacamentos (10,5% mais que em 2024, quando foram 83.990 unidades); Hyundai HB20: 85.029 unidades (12.1% menos que em 2024, quando foram 97.079 unidades); Chevrolet Onix: 79.886 emplacamentos (18% menos que em 2024, quando foram 97.503 unidades); Hyundai Creta: 76.156 unidades (10,1% mais que em 2024, quando foram 69.116 unidades); Fiat Mobi: 73.011 unidades (8,3% mais que em 2024, quando foram 67.382 unidades); Volkswagen Saveiro: 67.752 unidades (18.9% mais que em 2024, quando foram 56.984 emplacamentos). Algumas movimentações no ranking chamam atenção. A principal é a queda de três posições do Chevrolet Onix, mesmo em um ano em que o modelo ganhou uma nova versão. A mesma situação atinge o Nissan Kicks e o Chevrolet Tracker, SUVs que ficaram fora do top 10. Volkswagen Tera vendeu mais que Renegade e Corolla Em agosto, quando os emplacamentos do Tera aceleraram, o Volkswagen Polo perdeu o bom momento e as vendas caíram. A queda continuou e puxou o hatch para baixo até dezembro, quando recuperou parte do volume, mas ainda ficou atrás do SUV de entrada. O Volkswagen Tera não teve os 12 meses do ano para competir em igualdade e marcar território, mas, ainda assim, o SUV de entrada da marca não fez feio. Em 2025, somou 48.139 emplacamentos, número superior ao total de: Jeep Renegade: 44.793 emplacamentos; Fiat Pulse: 44.426 emplacamentos; BYD Song: 42.181 emplacamentos; Caoa Chery Tiggo 7: 38.438 emplacamentos; Volkswagen Virtus: 36.977 emplacamentos; Hyundai HB20S: 36.947 emplacamentos; Ford Ranger: 34.047 emplacamentos; Toyota Corolla: 33.170 emplacamentos; BYD Dolphin Mini: 32.459 emplacamentos; GWM Haval H6: 31.964 emplacamentos. Os 10 veículos mais vendidos do Brasil em 2024 Vendas de dezembro Em dezembro, a Fiat Strada também liderou o ranking, com mais de 14,5 mil emplacamentos. O Volkswagen T-Cross veio na cola, com 10,7 mil unidades. Em dezembro, o país emplacou 267.117 veículos novos. Trata-se de uma alta expressiva de 17,5% em relação ao mês de novembro, quando foram registradas 227.153 unidades. Veja abaixo a lista mensal. Fiat Strada: 14.536 unidades; Volkswagen T-Cross: 10.721 unidades; Volkswagen Tera: 10.448 unidades; Volkswagen Polo: 10.434 unidades; Fiat Argo: 10.256 unidades; Hyundai HB20: 8.928 unidades; Volkswagen Saveiro: 8.165 unidades. Hyundai Creta: 8.160 unidades; Chevrolet Onix: 7.995 unidades; BYD Song: 7.475 unidades. Os emplacamentos em 2025 Em 2024, os brasileiros compraram 2.689.179 veículos novos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O g1 contabiliza motos à parte, e desconsidera implementos rodoviários. Esse foi o melhor resultado em seis anos, quando o país registrou 2,7 milhões de veículos zero km. O número também representa uma alta de 16,59% em relação a 2023, quando foram emplacados 2,3 milhões de veículos novos. Veja abaixo o histórico dos últimos anos. "Tivemos o impacto da fábrica da Toyota por causa do vendaval, o que prejudicou os números e impediu o alcance da projeção inicial de 3%. Por outro lado, o programa Carro Sustentável foi muito positivo para o segmento", afirmou Marcelo Ciardi Franciulli, diretor executivo da Fenabrave. A projeção da Fenabrave aponta para um crescimento menor em 2026, estimado em 3%. Com isso, o total de veículos vendidos chegaria a 2.625.912 unidades. Automóveis e comerciais leves: alta de 3% (de 2.549.462 para 2.625.912); Caminhões: alta de 3,5% (de 110.873 para 114.752); Ônibus: alta de 3% (de 28.844 para 29.709). A entidade avalia que o programa Carro Sustentável, responsável pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos populares, será fundamental para sustentar o crescimento em 2026, caso seja ampliado para comerciais leves e modelos de maior valor. "O programa Carro Sustentável, que reduziu IPI para modelos específicos de entrada, mostrou o positivo impacto nas vendas e poderia favorecer os demais segmentos de automóveis, de maior volume, se ampliado em 2026, para todos os modelos", diz Sérgio Dante Zonta, vice-presidente da Fenabrave. A economista Tereza Fernandez, consultora da federação, também aposta no programa Carro Sustentável, mas com uma abordagem diferente. "Se a Fenabrave e os demais participantes conseguirem ampliar o programa Carro Sustentável para veículos híbridos e elétricos, isso deve incentivar as pessoas a comprar mais automóveis", afirmou. Fatores externos influenciaram a projeção da Fenabrave, elaborada por Tereza. Em sua análise, conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia e medidas tributárias adotadas por países como Estados Unidos e México foram levados em consideração. A consultora também cita fatores internos do Brasil na projeção. "Há três variáveis básicas para as projeções: o crédito, que está restrito; a inadimplência, que segue em alta; e a relação entre dívida e PIB, que cresceu de forma mais intensa no último trimestre", disse Tereza.








