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CAOA Changan CS75 Divulgação / CAOA Changan A CAOA Changan anunciou nesta terça-feira (16) o lançamento do SUV CS75 no mercado brasileiro. O modelo será produzido na fábrica da montadora em Anápolis (GO) e chega inicialmente em versão única, a Infinity, com preço promocional de lançamento de R$ 199.990, válido por tempo limitado. O utilitário esportivo é equipado com motor 1.5 TGDi turbo flex que desenvolve 180 cv de potência e 29,2 kgf.m de torque. O conjunto mecânico traz transmissão automática com oito marchas e suspensão Multilink no eixo traseiro. As rodas são de 20 polegadas. Nas dimensões, o veículo tem 4,77 m de comprimento, 1,91 m de largura, 1,70 m de altura e tem 2,80 m de entre-eixos. Medidas mais generosas do que as do Jeep Commander e GWM Haval H6. O compartimento de bagagem tem capacidade para 725 litros na medição até o teto. A medida aumenta para 1.620 litros com os assentos traseiros rebatidos. O modelo conta ainda com teto solar panorâmico e maçanetas externas retráteis. Agora no g1 Muitas telas A cabine do CS75 possui um painel digital integrado com três telas e área total de 37,2 polegadas. Essa superfície une o quadro de instrumentos de 10,3 polegadas, a central multimídia de 14,6 polegadas e uma tela de 12,3 polegadas voltada para o passageiro do banco dianteiro. O sistema de entretenimento oferece conectividade sem fio para os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos por voz e som com 14 alto-falantes. Interior do CAOA Changan CS75 tem três telas Divulgação / CAOA Changan O assento do passageiro dianteiro oferece 14 regulagens elétricas, suporte para pernas, aquecimento, ventilação e funções de massagem. O banco do condutor dispõe de ajustes elétricos e memória, aquecimento e ventilação. Na segunda fileira, os bancos têm inclinação ajustável, aquecimento e saídas de ventilação. O interior inclui ar-condicionado de duas zonas, console central com refrigeração e iluminação ambiente configurável em até 256 cores. Segurança O pacote de assistência ao motorista inclui controle automático de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de saída e permanência em faixa, assistente de congestionamento (que leva o SUV no anda e para), aviso de colisão frontal e frenagem automática de emergência. O carro vem equipado também com controle de estabilidade, controle de tração e airbags frontais, laterais e de cortina. CAOA Changan CS75 Divulgação / CAOA Changan O SUV traz um sistema de câmeras de 540 graus com visualização em alta definição e função de chassi transparente. Essa tecnologia reproduz na tela do multimídia o entorno do veículo e projeta uma imagem 3D translúcida do CS75. Há também um recurso para movimentar o carro em linha reta à distância usando a chave. Ideal para tirar o modelo de vagas estreitas. O sistema de iluminação do veículo é composto inteiramente por lâmpadas de LED. A grade frontal tem abertura controlada eletronicamente para dosar a entrada de ar. O fabricante oferece garantia de sete anos ou 150 mil quilômetros para o modelo. Galerias Relacionadas

Robotáxi da Tesla em Austin, no Texas. Joel Angel Juarez/Reuters Em seus esforços para obter a aprovação europeia de seu sistema de condução autônoma “Full Self-Driving” (FSD, na sigla em inglês), a Tesla apresentou às autoridades reguladoras da Suécia e da Holanda estatísticas de segurança que, segundo pesquisadores, configurariam em uma prática de marketing enganoso. Os dados foram elaborados pela própria empresa. Uma análise da Reuters publicada no mês passado mostrou que o presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, e outros líderes da empresa têm citado com frequência crescente, ao longo do último ano, estatísticas que indicam que o FSD seria até 10 vezes mais seguro do que motoristas humanos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A Reuters, no entanto, identificou diversas comparações inválidas de dados por trás desses números, o que teria inflado as alegações de segurança da Tesla. A Tesla apresentou dados de segurança potencialmente exagerados a algumas autoridades reguladoras europeias, de acordo com correspondência obtida pela Reuters por meio de pedidos de acesso a registros públicos. Agora no g1 A fabricante busca uma aprovação mais ampla do FSD em uma região onde tenta recuperar participação de mercado. A empresa entrou em contato com a RDW, a agência reguladora de trânsito holandesa, no fim de 2024 para dar início ao processo. Em uma carta enviada à RDW em novembro de 2024, a Tesla forneceu um link para seu relatório de segurança e afirmou que “o aumento do uso” do FSD “contribui para estradas mais seguras”. A empresa cobra uma assinatura mensal pelo sistema, que pode conduzir o veículo em determinadas situações, mas ainda exige que o motorista permaneça atento. Após mais de um ano de testes e discussões com a Tesla, a RDW aprovou, em abril, o uso do FSD na Holanda. A agência reguladora agora busca a aprovação do sistema em toda a União Europeia em nome da empresa. A RDW se recusou a comentar as questões apontadas pela Reuters sobre as estatísticas de segurança da Tesla. Em comunicado, a agência afirmou que “não se baseia em alegações de marketing ou estatísticas externas” para tomar decisões e que realiza seus próprios “testes, análises e verificações” do sistema em vias públicas e pistas de teste. A agência não informou se avaliou as estatísticas de segurança da Tesla nos Estados Unidos. A RDW ainda afirmou que a Tesla “coletou muitos dados” durante os testes e que a agência “validou, testou e auditou essas informações”. O órgão, no entanto, não especificou que tipo de dados foi coletado nem o que foi medido. A Tesla não respondeu aos pedidos de comentário. Salvando 32 mil vidas? Logo após o anúncio da decisão, em 10 de abril, o gerente de políticas da Tesla, Ivan Komusanac, enviou um e-mail a reguladores suecos pedindo uma aprovação semelhante para o FSD. Ele anexou uma apresentação de slides com a alegação de que veículos da Tesla equipados com o sistema podem percorrer uma distância mais de sete vezes maior entre acidentes do que o motorista humano médio nos Estados Unidos. A apresentação também afirmava que o FSD poderia ter salvo 32 mil vidas e evitado 1,9 milhão de feridos. Pesquisadores ouvidos pela Reuters afirmaram que esses números são altamente enganosos, pois se baseiam na suposição irrealista de que todos os veículos dos Estados Unidos — incluindo caminhões de carga e motocicletas, mais propensos a acidentes — seriam substituídos por carros Tesla equipados com o sistema FSD. A estimativa também pressupõe que cada veículo da Tesla seja, de fato, ao menos sete vezes mais seguro do que aquele que substituiria. A análise da Reuters também apontou que a Tesla tende a superestimar a segurança da tecnologia ao comparar a taxa de acidentes em veículos com FSD que acionaram airbags com a taxa geral de acidentes nos Estados Unidos, que inclui ocorrências menos graves. A empresa também compara seus carros ao veículo médio do país, que é significativamente mais antigo do que o Tesla médio, o que pode distorcer os resultados, já que novos recursos de segurança vêm sendo incorporados gradualmente pela indústria. Anders Eriksson, investigador da Agência Sueca de Transportes, recusou-se a comentar os dados fornecidos pela Tesla, mas afirmou que os reguladores “olham além dos números principais” e que a avaliação de sistemas desse tipo não se baseia “apenas em alegações agregadas de segurança, mas no conjunto de evidências apresentadas”. O órgão regulador não respondeu às perguntas da Reuters sobre quais outras evidências foram apresentadas pela Tesla. Dudley Curtis, porta-voz do Conselho Europeu de Segurança nos Transportes, afirmou que a organização está “certamente preocupada” com o fato de a Tesla ter apresentado “dados de segurança não confiáveis” dos Estados Unidos aos reguladores suecos, após ser informada pela Reuters sobre a correspondência. Ele acrescentou que, se a Tesla quiser sustentar alegações de segurança, deveria “fornecer os dados a uma universidade, submetê-los à verificação independente por um pesquisador qualificado e, então, poderemos debatê-los”. Tesla aposta no FSD para recuperação na Europa A Tesla afirma que a aprovação do FSD na Europa é fundamental para o crescimento das vendas na região. A empresa tenta recuperar participação de mercado após a queda nas vendas no ano passado, em meio a protestos contra as atividades políticas de Elon Musk, incluindo apoio a partidos europeus de extrema direita. A falta de aprovação pode dificultar a competição da Tesla em uma região onde fabricantes chinesas de veículos elétricos ganham espaço de forma constante. Nos próximos meses, será necessária a aprovação de representantes de ao menos 55% dos Estados-membros, que somem 65% da população do bloco, para que o FSD seja liberado em toda a União Europeia. Enquanto isso, países do bloco podem aprovar a tecnologia de forma individual. Na Grécia, o órgão regulador afirmou no mês passado que pretende autorizar o FSD e citou dados “do outro lado do Atlântico” que indicariam uma “redução significativa nos acidentes”. O Ministério dos Transportes da Grécia se recusou a responder se os dados citados eram provenientes do relatório de segurança da Tesla. Reguladores de outros países europeus também têm recebido um volume crescente de mensagens de motoristas que citam estatísticas da Tesla e pedem a aprovação rápida do FSD, segundo e-mails obtidos pela Reuters. Na Noruega, motoristas da Tesla escreveram a reguladores rodoviários citando o relatório de segurança da empresa. Um deles afirmou que a tecnologia é “significativamente mais segura do que a direção manual” e poderia “reduzir os acidentes em até 90%”, com potencial para salvar vidas nas estradas do país. Stein-Helge Mundal, da Administração Norueguesa de Estradas Públicas, respondeu a alguns desses pedidos afirmando que os números divulgados pela Tesla “são produzidos pela própria empresa”, o que torna “difícil estabelecer correlação com as estatísticas oficiais de acidentes”.

Lula diz que motoristas de app estão deixando a 'invisibilidade' O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesta sexta-feira (12), no Palácio do Planalto, uma linha de crédito especial para a compra de motos e bicicletas elétricas por entregadores que trabalham por aplicativos. Entre os objetivos da linha de crédito, que estará disponível a partir de 13 de julho, estão a descarbonização e a renovação da frota de motos e bicicletas em circulação. Conforme o governo, poderão adquirir os veículos os motociclistas ou ciclistas que prestam serviços de transporte urbano individual de passageiros ou de carga. A linha também contemplará motoristas celetistas. "O ponto central é reconhecer a importância desses trabalhadores, o papel que essa linha tem de aumentar o bem-estar, reconhecer o papel desses trabalhadores para sociedade. Vai levar ao aumento de produtividade, renovação e descarbonização. Tem, mais ou menos, 1 milhão de trabalhadores nessa situação", afirmou Bruno Moretti, ministro do Planejamento. Durante discurso, Lula celebrou a presença de motoristas de app no Palácio do Planalto, afirmando que a categoria está deixando a "invisibilidade". Ele também defendeu a realização de campanhas educativas no trânsito e afirmou que o governo vai negociar com as concessionárias de motos o fornecimento de capacete para os motociclistas. Regras básicas Para participar, os profissionais devem comprovar pelo menos: seis meses de atividade; e um histórico mínimo de 100 corridas realizadas. O processo de adesão ocorrerá por meio de um portal digital oficial, disponível a partir desta sexta, no qual o usuário autorizará o compartilhamento de dados para validar sua elegibilidade junto a instituições, como a Caixa e o Banco do Brasil. Segundo o governo, poderão ser financiados: motos flex – até 160 cilindradas bicicletas e autoprop0elidos elétricos - até 1000 Watts motos, motonetas e ciclomotores elétricos – até 7500 Watts Cada motorista poderá adquirir um veículo por meio da nova linha de financiamento. Taxas e prazos Segundo o anúncio feito pelo governo federal no Palácio do Planalto, a taxa será de: 12,5% ao ano (0,99% ao mês) para homens; e de 11,5% ao ano (0,91% ao mês), para mulheres. O prazo do financiamento será de 48 meses. A carência, prazo de tolerância concedido pela instituição financeira antes que o pagamento da primeira parcela seja iniciado, será de dois meses. Ao apresentar a linha de crédito, o governo deu como exemplo uma operação financeira de R$ 21 mil. A prestação, nesse caso, ficaria em R$ 552. Os recursos para a linha de crédito, segundo o governo, tem origem no Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS). Já o Fundo de Garantia de Operações (FGO), um fundo público, será utilizado para reduzir o risco do crédito, com coberturas de 50% da carteira e 100% da operação. Para viabilização do programa, foi assinada uma medida provisória, um decreto e uma resolução do FIIS. Na cerimônia no Planalto, Lula anunciou que as primeiras 25 mil motos financiadas por mulheres junto ao BB serão acompanhadas de um capacete gratuito para as motociclistas. O petista também aproveitou o Dia dos Namorados para fazer uma fala sobre a necessidade de enfrentamento à violência contra a mulher. Linha de crédito para empresas Motociclistas de app cobram mais ações educativas para passageiros para melhorar segurança Thiago Gadelha/SVM O governo Lula também anunciou uma linha de financiamento para empresas com o objetivo de expansão da infraestrutura de serviço de troca de bateria e de sistemas de recarga de motos elétricas. Itens pré-determinados: baterias, postos de troca de bateria. E capital de giro associado, limitado a 30% do valor dos investimentos. Essa linha também prevê taxa de 12,5%, prazo de 48 meses e carência de dois meses. O limite da linha será de R$ 70 milhões. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, anunciou a realização de feirões para negociação de motos. "No dia 13 de julho, vamos colocar no calendário, vamos ter polos de feirões, locais para convidar as concessionárias, para fazer uma feira para participar, para fazer que a agilidade aconteça", afirmou Vieira.








