Intendente Shopping Car

Todas as lojas em um só lugar
  • +5000 Carros Vendidos por mês
  • +150 Revendas de Automóveis
  • +10000 Carros em Estoque

Últimas Notícias

Fórmula 1: veja 5 tecnologias que nasceram nas pistas e hoje estão até em carros populares

O piloto de Fórmula 1 brasileiro Gabriel Bortoleto, da equipe Audi, em ação durante treino para o Grande Prêmio da Austrália, no dia 6 de março de 2026 Mark Peterson/Reuters A Fórmula 1 não é apenas entretenimento para fãs, mas também um laboratório de engenharia para tecnologias que depois chegam aos carros de rua. O g1 lista cinco tecnologias que surgiram nas pistas e hoje já estão presentes nos carros de rua. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Câmbio com trocas no volante Se você já viu um volante com duas abas na parte traseira, é provável que elas sirvam para trocar as marchas, especialmente em carros automáticos. Esse tipo de troca surgiu na Fórmula 1. Até 1989, os pilotos mudavam de marcha com um câmbio de quatro marchas e precisavam pisar na embreagem, como ainda acontece em carros manuais. Troca de marcha no volante em um Toyota Yaris Cross divulgação/Toyota O primeiro carro com trocas no volante foi uma Ferrari usada na temporada de 1990, desenvolvida pelo engenheiro John Barnard. O modelo tinha trocas semiautomáticas e permitia ganhar tempo. Em 1997, uma Ferrari de rua já trazia o recurso. Hoje, as trocas de marcha no volante estão presentes em carros muito mais baratos. Até o Volkswagen Polo Sense, uma das versões mais acessíveis do hatch, oferece o recurso. Recuperação de energia em híbridos e elétricos Os carros eletrificados ainda são relativamente novos no setor automotivo. Além de reduzir ou zerar emissões, todos os carros híbridos ou elétricos vendidos no Brasil têm um sistema que recupera energia para a bateria durante as frenagens. Essa tecnologia surgiu na Fórmula 1 em 2009, com o nome de KERS (sigla em inglês para Sistema de Recuperação de Energia Cinética). Na época, o motor elétrico girava no sentido inverso para gerar energia, que depois podia ser usada como um “empurrão” extra. Sistema de freio enviando energia para a bateria de um Volkswagen Tiguan híbrido divulgação/Volkswagen O princípio continua o mesmo, mas, em 2026, cerca de 50% da potência de um carro de Fórmula 1 vem do motor elétrico. Não se trata mais apenas de um “turbo extra”: o objetivo também é reduzir emissões e diminuir o consumo de combustível. O KERS é a base do funcionamento dos carros híbridos e elétricos, que utilizam o motor para ajudar a desacelerar o veículo e recuperar parte da energia que seria perdida em forma de calor nos freios. Esse recurso está presente desde o carro elétrico mais barato do Brasil, o Renault Kwid, até modelos mais caros. Descer a serra entre São Paulo (SP) e Santos (SP) pode fazer o carro ganhar mais de 40 km de autonomia apenas com essa energia recuperada — autonomia que depois é consumida no retorno. Aerodinâmica ativa ou variável Um recurso comum na Fórmula 1 é a asa móvel. A ideia é alterar a aerodinâmica do carro para que ele se comporte de forma diferente em cada situação, com mais arrasto nas curvas e menos resistência ao ar nas retas, permitindo que o veículo ande com mais eficiência. Mercedes AMG GT 63 SE com spoiler móvel divulgação/Mercedes-Benz Esse tipo de recurso ainda não aparece em carros na faixa de preço de um Polo, mas modelos da Porsche já trazem aerofólios que se levantam automaticamente para aumentar a estabilidade em altas velocidades. Como o objetivo é melhorar o desempenho, a aerodinâmica ativa aparece mais em carros esportivos do que em modelos populares. Controle de tração Presente até no carro mais barato do Brasil, o Renault Kwid, o controle de tração foi desenvolvido para a Fórmula 1 entre as décadas de 1980 e 1990. A tecnologia ganhou destaque na Williams de Nigel Mansell e permite reduzir a potência do motor quando sensores detectam que as rodas estão patinando. Nas corridas, o recurso já não é mais usado, mas todo carro vendido no Brasil precisa ter controle de tração. A exigência passou a valer em 2024 e tem como foco aumentar a segurança. Nos carros de rua, o sistema entra em ação para aumentar a estabilidade em curvas fechadas ou desvios bruscos. Ele atua quando detecta que o movimento da direção não corresponde ao trajeto do veículo. Telemetria Ainda no campo dos sensores, alguns já estão presentes nos carros de rua e permitem acompanhar diversos parâmetros do veículo. Até modelos mais baratos contam com recursos como: Sensores que medem a pressão dos pneus e indicam quando calibrá-los; Sensores na injeção de combustível, que indicam possíveis problemas com etanol ou gasolina; Sensores que avaliam a eficiência da condução e ajudam a economizar combustível; Sensores que monitoram o nível de combustível no tanque. GWM Tank 300 com sensores de pressão e temperatura dos pneus Fábio Tito/g1 A coleta desses dados é essencial para a estratégia das equipes de Fórmula 1 e surgiu nas pistas. Hoje, quase todos esses recursos já estão presentes em carros como Hyundai Creta, Chevrolet Tracker e Volkswagen Tera. Em alguns modelos mais completos, é possível acompanhar esses dados pelo celular, por meio de aplicativos. Na Fórmula 1, essas informações são monitoradas em tempo real em grandes telas para orientar decisões sem que o carro precise voltar aos boxes.
Tesla vai reduzir gradualmente produção do Cybertruck no Texas, diz Musk

g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil A Tesla planeja reduzir gradualmente a produção do Cybertruck em sua fábrica no Texas por volta de meados do próximo ano, afirmou o presidente-executivo Elon Musk nesta sexta-feira (6). A medida deve abrir espaço para ampliar a fabricação do Cybercab, veículo da montadora desenvolvido para operar como táxi-robô. Ainda não está claro se a produção do Cybertruck será transferida para outra unidade ou encerrada definitivamente. A fábrica da Tesla em Austin é a única unidade conhecida da montadora que produz o modelo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A Tesla não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters. “O Cybertruck foi uma plataforma incrível de desenvolvimento tecnológico e segue vivo no Cybercab”, afirmou Wes Morrill, engenheiro-chefe do Cybertruck, no X. O Cybertruck, apresentado por Musk como um rival futurista das picapes de montadoras tradicionais, como a Ford, tem enfrentado dificuldades para conquistar o mercado de massa que o executivo projetava quando o modelo foi lançado, em 2023. O veículo também foi alvo de vários recalls e problemas de controle de qualidade, e teve seus preços alterados diversas vezes. Ao mesmo tempo, o Cybercab se tornou peça central da estratégia da Tesla para o mercado de táxis-robôs. Musk afirma que pretende transformar a montadora em uma empresa voltada à robótica e à direção autônoma, com o Cybercab como um dos principais veículos de sua rede de carros sem motorista. Tesla Cybertruck 2026 Divulgação
Superesportivo da BYD chega a 503 km/h e bate recorde mundial de velocidade

Yangwang U9 divulgação/BYD O Yangwang U9 Xtreme, superesportivo elétrico da marca de ultraluxo da montadora chinesa BYD, atingiu 503,17 km/h e estabeleceu um novo recorde mundial de velocidade para carros de produção, segundo comunicado divulgado pela fabricante nesta sexta-feira (6). A marca foi alcançada em 1º de novembro, durante um teste realizado em uma estrada de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O veículo superou seu próprio recorde anterior, de 496,22 km/h, registrado em setembro de 2025, na Alemanha. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a BYD, o resultado garantiu ao modelo dois títulos do Guinness: Maior velocidade alcançada por um carro de produção em uma única direção; Maior velocidade registrada por um carro elétrico de produção nas mesmas condições. A marca também foi reconhecida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O carro foi conduzido pelo piloto alemão Marc Basseng, que também estava ao volante quando o veículo estabeleceu seu recorde anterior. Para realizar o teste, as autoridades locais autorizaram o fechamento de um trecho de 10 quilômetros de estrada. A maior reta disponível tinha sete quilômetros de extensão. Os primeiros testes ocorreram em 31 de outubro, quando o carro chegou a 490 km/h. Após ajustes na suspensão, nos pneus e na aerodinâmica, a equipe realizou mais duas tentativas em 1º de novembro. Na última delas, o superesportivo atingiu os 503,17 km/h. Agora no g1 Como é o carro que ultrapassou os 500 km/h? O Yangwang U9 Xtreme é uma versão mais potente do U9 convencional, superesportivo elétrico da BYD conhecido por acelerar mais rápido que uma Ferrari e até saltar sobre buracos. A versão que bateu o recorde tem quatro motores elétricos, um em cada roda, que entregam uma potência combinada de aproximadamente 3.019 cavalos. O modelo também conta com uma bateria de alta potência, pneus desenvolvidos para suportar velocidades extremas e uma suspensão inteligente, capaz de realizar ajustes automáticos para manter a estabilidade. Já o U9 convencional tem quatro motores que, juntos, entregam cerca de 1.300 cavalos de potência. O veículo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,3 segundos, superando a Ferrari SF90 Stradale, que leva 2,5 segundos para atingir a mesma velocidade. Outra característica do superesportivo chinês é a capacidade de saltar sobre buracos e até "dançar" ao som de música. Isso é possível graças a um sistema de suspensão hidráulica que permite elevar rapidamente o veículo. Segundo a BYD, o carro consegue realizar um salto em apenas meio segundo. Em uma demonstração divulgada pela fabricante, o U9 chegou a 120 km/h e percorreu cerca de seis metros no ar ao saltar sobre um obstáculo. O sistema também permite que o carro realize movimentos sincronizados com música e luzes, criando a impressão de que está dançando. O U9 convencional ainda não é vendido no Brasil. Na China, seu preço parte de 1,68 milhão de yuans (cerca de R$ 1,38 milhão). Já o Yangwang U9 Xtreme, responsável pelo novo recorde, terá produção limitada a apenas 30 unidades em todo o mundo.