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João Pantoja/Rede Amazônica A venda de carros elétricos e híbridos cresceu 26% em relação ao número de emplacamentos registrados em 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (6) pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Segundo a entidade, foram vendidos 223.192 veículos eletrificados em 2025, ante 177.538 em 2024 e 93.927 em 2023. Na comparação com 2023, o avanço chega a 138%. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O ano também foi marcado pela inauguração das fábricas da BYD e da GWM, além do início da fabricação nacional de modelos elétricos da Chevrolet, que prometem ampliar ainda mais as vendas em 2026. (veja mais abaixo) O crescimento entre 2024 e 2025 já é expressivo por si só, mas ganha ainda mais destaque quando comparado à previsão de alta de apenas 2,5% para todo o mercado de automóveis da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Com isso, o segmento de veículos elétricos e híbridos deve crescer cerca de 10 vezes mais do que o mercado total, que inclui também os modelos movidos a combustão. A ABVE não inclui na contagem os veículos com sistema híbrido leve, já que esse tipo de tecnologia não utiliza o motor elétrico para movimentar as rodas. Alguns modelos com esse sistema são: Fiat Pulse; Fiat Fastback; Peugeot 208; Peugeot 2008; Caoa Chery Tiggo 7 Pro; Kia Sportage; Land Rover Defender 110 e 130. Ao incluir esse tipo de eletrificação no total, foram emplacados 282.252 veículos em 2025. Os híbridos leves responderam por 34% de todas as vendas. A diferença de 59.060 unidades é superior ao volume registrado por todos os modelos com conjunto híbrido pleno (42.354 unidades). Entre eles, estão: Honda Civic; Honda CR-V; Toyota Corrolla; Toyota Corolla Cross; Toyota Rav4; Ford Maverick; Hyundai Kona; GWM Haval H6; GAC GS4. “Ultrapassamos o marco simbólico dos 200 mil veículos eletrificados vendidos num único ano. Em 2016, tínhamos ficado felizes quando atingimos 1.091 unidades e agora, em 2025, chegamos a 223.912. O mercado aumentou 20.423% em apenas 10 anos!”, apontou Ricardo Bastos, presidente da ABVE. Segundo a ABVE, os veículos eletrificados responderam por 13% das vendas de carros zero km em 2025. Híbrido plug-in é o preferido do brasileiro Mesmo com grande parte das vendas concentrada nos híbridos leves, os híbridos plug-in que registraram os maiores volumes. Neles, o motor elétrico move as rodas e garante menor consumo de combustível. Veja quantos emplacamentos foram feitos por cada tecnologia: Híbrido plug-in: 101.394 unidades emplacadas; 100% elétrico: 80.178 unidades emplacadas; Híbrido leve 12V: 44.459 unidades emplacadas; Híbrido pleno flex: 21.323 unidades emplacadas; Híbrido pleno: 21.047 unidades emplacadas; Híbrido leve 48V: 16.881 unidades emplacadas. Brasil expandiu a fabricação local em 2025 Fábrica da BYD em Camaçari (BA) divulgação/BYD Em 2025, começaram a operar fábricas de três grandes marcas no Brasil, que devem ampliar a oferta e os emplacamentos de eletrificados no Brasil. A primeira foi a BYD, que inaugurou sua planta em Camaçari (BA), onde a Ford produzia veículos como o EcoSport. Na unidade do Nordeste são produzidos: BYD Dolphin Mini; BYD Song Pro; BYD King. A GWM também assumiu e adaptou a unidade fabril que antes pertencia à Mercedes-Benz, em Iracemápolis (SP) — onde a marca alemã produzia modelos como o sedã Classe C e o SUV GLA. A partir da planta no interior paulista, a fabricante chinesa produz: GWM Haval H6; GWM Haval H9; GWM Poer P30. Já a GM adotou uma estratégia diferente ao terceirizar a produção de seus modelos elétricos para a Comexport, em Horizonte (CE). A partir dessa unidade saem modelos como: Chevrolet Spark; Chevrolet Captiva EV. “Em resumo, os eletrificados são o setor mais inovador e dinâmico do mercado automotivo brasileiro, e o que mais investe em geração de emprego", disse o presidente da ABVE. Fábrica da GWM em Iracemápolis (SP) divulgação/GWM

Volvo convoca recall do EX30 por risco de incêndio na bateria A Volvo anunciou um programa de recall para o seu carro mais barato à venda no Brasil: o Volvo EX30. Em nota, a Volvo informou que uma falha na produção das células da bateria do veículo pode provocar curto-circuito, causando “superaquecimento do componente, o que, em situações extremas, pode acarretar risco de combustão da bateria de alta tensão”. A solução adotada neste momento é a limitação da recarga da bateria, que não poderá ultrapassar 70%. Com isso, a autonomia informada pela Volvo, de 338 km com carga completa, será reduzida em 30%, chegando a 236,6 km. Além da medida provisória, que reduz a autonomia do Volvo EX30, a marca informou que está desenvolvendo uma correção permanente. “Paralelamente, a solução técnica definitiva para o defeito identificado encontra-se em desenvolvimento e será oportunamente implementada”, disse a marca em nota. Quais veículos estão na lista? O recall abrange unidades do Volvo EX30 nas versões Single Motor Extended Range e Twin Motor, dos anos-modelo 2024 a 2026. São elas: Volvo EX30 divulgação/Volvo Data de fabricação: de 06/09/2024 à 25/10/2025; Chassis não sequenciais envolvidos: YV12ZEL82RS000462 à YV12ZELA9TS178122. O procedimento pode ser realizado em uma concessionária da Volvo, com agendamento prévio pelo telefone 0800-878-1176 ou pelo site oficial de recalls da marca. O tempo estimado para aplicar a limitação de recarga é de uma hora. Também é possível realizar a limitação diretamente no veículo, sem a necessidade de visita à concessionária. Nesse caso, o proprietário deve seguir as orientações do suporte da Volvo.

BNDES aprova R$ 500 milhões para a Toyota recuperar fábrica em SP O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, nesta segunda-feira (5), uma linha de crédito de R$ 500 milhões para a Toyota utilizar em sua planta no interior paulista. Segundo nota divulgada pelo BNDES, o montante será destinado à aquisição bens feitos com ajuda do maquinário da indústria 4.0, que utiliza tecnologias digitais avançadas, como automação inteligente, robôs conectados e análise de dados em tempo real. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp “Ao apoiar investimentos como o da Toyota, estamos contribuindo para viabilizar o desenvolvimento de novos projetos e fortalecer a base nacional de fornecedores, ampliando o acesso de outras empresas a tecnologias inovadoras e impulsionando a modernização da indústria brasileira com mais competitividade, inovação e conteúdo nacional”, apontou Aloizio Mercadante, presidente do BNDES. Atualmente já existe a promessa de lançamento de duas versões eletrificadas do Yaris Cross, com preços entre R$ 172.390 e R$ 189.990 — ambas em pré-venda. Nelas, o Yaris Cross é equipado com motorização inédita no segmento: um sistema híbrido flex que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos — um que atua como gerador de energia para a bateria e outro que auxilia na tração. Esse conjunto é diferente do usado no Corolla e no Corolla Cross, que contam com um motor 1.8 flex nas versões híbridas, ambos com 122 cv. Toyota ainda se recupera de vendaval que destruiu fábrica Parte do crédito liberado nesta semana está focado na reconstrução da fábrica da Toyota na região de Sorocaba (SP). A planta foi danificada em 22 de setembro e 30 funcionários tiveram ferimentos leves e foram socorridos. Segundo a Defesa Civil, a cidade registrou rajadas de vento de até 90 km/h em diferentes pontos. O telhado da empresa foi arrancado. A estrutura do telhado foi parar do lado de fora da empresa e em áreas que ficam a até seis quilômetros de distância. Após a tempestade, a Toyota suspendeu a produção de motores em Porto Feliz (SP) no dia seguinte. A unidade fica entre as fábricas de Indaiatuba e Sorocaba e é fundamental para o funcionamento das demais fábricas, já que fornece os motores. Fábrica de motores da Toyota é destelhada e carro é encontrado capotado após temporal Redes Sociais O incidente ocorreu em um momento de forte desempenho do Corolla Cross, que foi o SUV mais vendido no Brasil pelo segundo mês consecutivo em setembro, à frente de Honda HR-V e Volkswagen T-Cross. Apesar dos danos estruturais no prédio, os equipamentos foram preservados. “As máquinas tiveram apenas danos superficiais. Vamos transferi-las para outro local, na mesma área da fábrica de Porto Feliz, para evitar novos riscos”, explicou Evandro Maggio, presidente da companhia. Maggio destacou que, apesar do impacto da tempestade, não houve fatalidades. A retomada das fábricas da Toyota ocorre em meio aos planos de expansão e investimento da companhia. Como já foi divulgado pelo g1, a expectativa é que a fábrica de Indaiatuba seja desativada até julho de 2026. Os carros que atualmente são produzidos em Indaiatuba passarão para uma nova unidade da marca, também localizada em Sorocaba. A fábrica, chamada de "Sorocaba 2", está em construção e será concluída no segundo semestre do ano que vem. Na fábrica de Sorocaba 1, são produzidos o Corolla Cross e o Yaris para exportação. O Yaris Cross, que ainda terá o lançamento anunciado pela Toyota (veja abaixo), também será fabricado lá. Fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) divulgação/Toyota








