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Risco de incêndio: Stellantis faz recall de 1,3 milhão de Jeeps Wrangler e Gladiator

Jeep Wrangler e Gladiator de 2021 a 2025 têm chamada para recall Divulgação A Stellantis informou na terça-feira (9) a realização de um recall de mais de 1,3 milhão de SUVs e picapes Jeep em todo o mundo devido ao risco de incêndio. A empresa orientou os proprietários a estacionarem longe de estruturas ou de outros veículos até que o conserto seja concluído. O recall abrange picapes e utilitários Jeep Wrangler e Jeep Gladiator dos anos-modelo 2021 a 2025 devido a um problema de conexão elétrica na fiação da bomba eletro-hidráulica da direção hidráulica. Segundo a empresa, em circunstâncias raras, o problema pode causar o superaquecimento de materiais combustíveis, potencialmente levando a um incêndio no veículo. O recall inclui quase 1,08 milhão de veículos nos Estados Unidos, 106 mil no Canadá, 23 mil no México e cerca de 125 mil em outros mercados ao redor do mundo, informou a Stellantis. Agora no g1
EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês

EUA ampliam lista de empresas chinesas acusadas de colaborar com Exército da China O Departamento de Guerra dos Estados Unidos atualizou na segunda-feira (8) a relação de empresas que, segundo o governo americano, colaboram com militares chineses. A nova versão da lista tem 188 empresas e incluiu mais nomes do setor de tecnologia. Entre elas, estão o buscador Baidu, as fabricantes de robôs Unitree e Robosense Technology, a gigante do comércio eletrônico Alibaba e as fabricantes de chips CXMT e YMTC. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O documento passou a apresentar ainda a montadora BYD, a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a fabricante de equipamentos de telecomunicações Baicells. Por conta de uma lei recente, a partir do final de junho, o Departamento de Guerra não poderá contratar diretamente de empresas presentes no documento. E, a partir de 2027, o órgão não poderá comprar seus produtos e serviços por meio de terceiros. Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 Reuters/Maxim Shemetov No documento, o Departamento de Guerra afirmou que as empresas "se qualificam para a designação de 'empresas militares chinesas'" e operam nos EUA. Elas poderão pedir a remoção da lista, segundo o órgão. Embora o documento não imponha sanções formais às companhias chinesas, elas poderão sofrer danos concretos com a decisão. A inclusão na lista também dá uma mensagem prejudicial sobre essas companhias para fornecedores do governo americano. A Embaixada da China nos Estados Unidos disse que o governo chinês se opõe à "criação de listas discriminatórias para perseguir empresas chinesas" e que elas cumprem leis e regulações locais. "Os EUA devem cessar essa prática errônea e criar um ambiente justo, equitativo e não discriminatório para as empresas chinesas", afirmou a embaixada em nota, segundo a Reuters. À Reuters, a BYD disse acreditar que sua inclusão na lista de empresas ligadas às forças armadas da China "carece de fundamento factual". O Alibaba afirmou à Reuters que não há fundamento para sua inclusão na lista. Em nota, a empresa disse que "não é uma companhia militar chinesa nem faz parte de qualquer estratégia de fusão entre setores civil e militar" e que adotará as medidas legais disponíveis para contestar a classificação. A WuXi AppTec também contestou a decisão e disse que sua inclusão na lista é equivocada. A empresa afirmou que tomará medidas imediatas para reverter a designação. Já a Baidu rejeitou "categoricamente" sua inclusão. Em declaração à Reuters, a companhia disse que a alegação de que seria uma empresa militar é "totalmente infundada" e disse que utilizará todos os recursos disponíveis para ser retirada da relação. Até a última atualização desta reportagem, as outras empresas não tinham respondido aos pedidos de posicionamento feitos pela Reuters. A decisão atualiza uma lista do início de 2025 e é anunciada menos de um mês após o presidente americano Donald Trump se encontrar com seu correspondente chinês Xi Jinping em Pequim. O encontro teve troca de elogios, mas terminou com impasses em temas sensíveis como Taiwan, considerado pela China como parte de seu território. Trump ao lado de Xi Jinping na China, em 13 de maio de 2026 BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
Guia g1 #5: comprar, alugar ou assinar um veículo? Veja o que vale a pena

Guia g1 g1 Neste último episódio do podcast Guia g1, o planejador financeiro certificado e especialista em finanças comportamentais Jeff Patzlaff explica que o primeiro passo, antes de escolher entre compra, aluguel ou assinatura, é entender se o carro é realmente uma necessidade ou um desejo. Introduzindo caso a caso, na compra, além da parcela, ele explica que entram custos como IPVA, seguro, manutenção e documentação, que podem somar cerca de 12% ao ano do valor do veículo, sem contar a depreciação, mais forte nos dois primeiros anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No financiamento, ele reforça que o consumidor deve olhar sempre o Custo Efetivo Total (CET) e levar em consideração os juros cobrados nas parcelas. Segundo Jeff, comprar tende a fazer mais sentido para quem roda muito, pretende ficar alguns anos com o mesmo carro ou usa o veículo para gerar renda, como motoristas de aplicativo. Nesses casos, o valor do bem se dilui melhor ao longo do tempo, principalmente quando a quilometragem mensal passa de aproximadamente 1.500 km. A assinatura, explica o especialista, é basicamente um aluguel de longo prazo, em que o cliente escolhe modelo e configurações e paga uma mensalidade que costuma variar de 2% a 4% do valor do carro, com IPVA, seguro e manutenção incluídos. Essa opção costuma ser vantajosa para quem gosta de trocar de carro a cada 1 ou 2 anos, especialmente em modelos mais caros, que desvalorizam muito no início, e para quem prefere ter previsibilidade de gastos. Ouça o episódio acima. Este episódio foi publicado originalmente em 01/12/2025. Ouça agora: O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja os vídeos que estão em alta no g1