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Pórtico do Free Flow no Rio Grande do Sul Gustavo Mansur/Palácio Piratini Os motoristas que passaram por pedágios eletrônicos, conhecidos como "free flow", até 17 de outubro têm até 16 de novembro para pagar as tarifas em atraso sem receber multa. Quem já pagou a multa e regularizou o pagamento do pedágio também pode solicitar o reembolso. (veja como mais abaixo) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 🔎 O free flow é um sistema de pedágio eletrônico sem cancelas que cobra a tarifa automaticamente, sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade. No fim de abril, o Ministério dos Transportes suspendeu as multas por falta de pagamento do free flow, para assegurar prazo adequado para a integração e o pleno funcionamento dos sistemas. Havia uma fragmentação dos canais de pagamento entre as concessionárias. Agora no g1 A suspensão das multas durou 200 dias. Como o prazo regular para pagar o pedágio é de 30 dias, os motoristas que passaram pelos pórticos após 17 de outubro ainda estão dentro do prazo para quitar a tarifa antes de serem multados. 🚦 O não pagamento do pedágio é uma infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. Os motoristas que quitarem as tarifas até 16 de novembro também poderão ter retirados da CNH os pontos referentes às infrações abrangidas pela suspensão. Como pagar o free flow Para consultar as passagens pelo free flow, o motorista precisa: Abrir o aplicativo CNH do Brasil; Tocar na opção “Veículos”; Escolher e tocar no veículo na lista exibida; Tocar na opção “Pedágio eletrônico”. Nessa área, é possível consultar as passagens registradas pelo free flow, acessar o canal de pagamento da concessionária e verificar se a tarifa foi paga. Para quem utiliza tag, nada muda: a cobrança continua sendo feita automaticamente pela empresa contratada pelo motorista. Também é possível usar o aplicativo para contestar uma cobrança caso identifique uma passagem que não foi realizada por seu veículo. As passagens ficam registradas no aplicativo por até cinco anos. O motorista tem até 30 dias após receber a notificação da passagem pelo pórtico para quitar o pedágio. Apenas o proprietário do veículo pode consultar as notificações, os registros das passagens e os valores cobrados pelo pedágio eletrônico. Diferentemente de uma multa de trânsito, a cobrança do pedágio não pode ser transferida para outro motorista. Como pedir o reembolso de uma multa já paga Motoristas que pagaram multas antes ou durante o período de suspensão podem solicitar o reembolso pelo portal gov.br. Veja o passo a passo: Acesse o site da ANTT: Clique ou toque nas três linhas que ficam no canto superior esquerdo; Selecione “Multas e Serviços” e depois clique ou toque em “Serviços"; Clique ou toque em “Requerimento para restituição de Multas e Taxas”; Preencha o requerimento; Acesse o site gov.br para protocolar o pedido de reembolso preenchido; Clique ou toque em “Iniciar” e faça o login com a conta gov.br; Preencha os campos solicitados; No campo “Tipo de solicitação”, selecione “Protocolar Documentos junto à ANTT”; Siga as orientações na tela para anexar o documento e enviar o pedido. O que é o pedágio eletrônico (free flow)? Pórtico free flow divulgação/Concessionária Novo Litoral O pedágio eletrônico, ou free flow (“fluxo livre”, em inglês), é um sistema de cobrança que dispensa cabines, cancelas e o uso obrigatório de tags pelos motoristas. Câmeras e sensores identificam os veículos durante a passagem, sem que os motoristas precisem parar ou reduzir a velocidade. Em algumas rodovias, a tecnologia também permite calcular a tarifa conforme a distância percorrida. O pedágio eletrônico já é utilizado em mais de 20 países, entre eles Noruega, Portugal, Estados Unidos, Itália, China e Chile — que está entre os pioneiros na adoção da tecnologia na América Latina. O pedágio free flow aplica multa? Não. O sistema free flow apenas identifica o veículo e registra a cobrança da tarifa. O motorista não é multado por passar pelo pórtico, mas pode ser penalizado se não pagar o pedágio dentro do prazo. A falta de pagamento é considerada evasão de pedágio, uma infração grave que prevê multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. Como acontece a cobrança do pedágio? O free flow utiliza tanto as tags já conhecidas pelos motoristas brasileiros quanto câmeras e sensores que permitem identificar veículos sem esse dispositivo. As câmeras e os sensores ficam instalados em pórticos sobre as rodovias. Eles identificam os veículos por meio das tags ou da leitura das placas, permitindo registrar a cobrança do pedágio. Algumas câmeras registram imagens em 3D para identificar o tipo de veículo, a quantidade de eixos e quais estão suspensos, ou seja, sem contato com o asfalto. Essas informações ajudam a calcular o valor correto do pedágio, especialmente para caminhões. O sistema também utiliza luzes infravermelhas para identificar os veículos mesmo em condições de baixa visibilidade, como neblina ou fumaça.

Honda NSX: carro esportivo de Ayrton Senna vai a leilão por R$ 5 milhões Um Honda NSX de 1991, usado por Ayrton Senna, será leiloado neste sábado (31), em Londres, na Inglaterra. O esportivo, que ficou conhecido por aparecer em uma fotografia do tricampeão lavando o carro, pode ser arrematado por mais de R$ 5 milhões. O veículo será oferecido pela RM Sotheby's e trata-se de um dos exemplares disponibilizados pela Honda para uso pessoal de Senna na sua residência em Portugal. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O NSX tem carroceria vermelha, na cor chamada "Formula Red", teto preto e interior revestido de couro preto. Honda NSX 1991 de Ayrton Senna vai a leilão na Inglaterra. Divulgação / RM Sotheby's Na época, a Honda mantinha um acordo com Senna para disponibilizar um NSX ao piloto. Além do exemplar vermelho que será leiloado, havia outros dois carros pretos. O esportivo ficava guardado em Lisboa e era entregue ao brasileiro sempre que ele chegava ao país. Senna tinha uma propriedade no complexo de Quinta do Lago, em Portugal, e utilizou o NSX durante a temporada europeia de Fórmula 1 de 1991, ano em que conquistou seu terceiro campeonato mundial. Foi com esse carro que o piloto se deslocou até o circuito de Estoril para disputar o Grande Prêmio de Portugal daquele ano. Na corrida, Senna largou da terceira posição e terminou em segundo lugar. O mesmo exemplar apareceu no documentário "Ayrton Senna: Racing Is In My Blood", lançado em 1992. Nas imagens, o brasileiro acelera o Honda NSX e faz as rodas traseiras perderem aderência ao arrancar. Por que o Honda Civic sumiu das ruas? Mas uma das imagens mais conhecidas do veículo foi registrada fora das pistas. Senna aparece de calça jeans e camisa social, agachado ao lado do esportivo vermelho, enquanto lava a carroceria com uma mangueira. A ligação entre o piloto e a Honda começou antes do lançamento do NSX. Ayrton Senna lavando seu Honda NSX Norio Koike/Divulgação Em 1987, a fabricante japonesa passou a fornecer motores para a equipe Lotus, pela qual Senna competia. Naquele campeonato, o brasileiro conquistou duas vitórias e terminou a temporada na terceira posição. No ano seguinte, Senna se transferiu para a McLaren, que também passou a utilizar motores Honda. Foi pela equipe britânica que o piloto conquistou seu primeiro título mundial, em 1988, ao superar seu companheiro Alain Prost. A parceria também levou Senna a participar dos testes de desenvolvimento do NSX, antes de o esportivo chegar às lojas. Galerias Relacionadas NSX teve outros donos O histórico do esportivo permite acompanhar boa parte de sua trajetória após a morte do piloto, em Imola, em 1994. Em fevereiro de 1995, o NSX foi registrado em Lisboa pela empresa Laboa Etablissement, conforme os registros do órgão português responsável pelo cadastro de automóveis. A origem do carro e sua ligação com Senna foram confirmadas por um fax da Honda, posteriormente ratificado pela Honda Motor Europe. Galerias Relacionadas Em setembro de 1997, o esportivo estava sob os cuidados da Nipomotor, uma concessionária da fabricante japonesa. O próximo registro de compra apresentado no histórico é de novembro de 2009, quando o veículo foi adquirido pelo proprietário da MSCAR Comércio de Automóveis SA, empresa localizada em Faro, na região portuguesa do Algarve. Em 2013, o NSX foi comprado por Robert McFagan, que providenciou o transporte do carro para o Reino Unido. O veículo recebeu autorização para circular nas ruas britânicas em maio de 2016. Três anos depois, em 2019, o esportivo voltou a Imola, na Itália, durante as homenagens pelos 25 anos da morte de Ayrton Senna. Na ocasião, o carro foi conduzido por Giancarlo Minardi, fundador da equipe de Fórmula 1 que levava seu sobrenome e dirigente do circuito italiano. Galerias Relacionadas Em 2024, o NSX retornou ao Japão, depois de ser adquirido pelo atual proprietário, localizado em Nagoya. Agora, o veículo voltou ao Reino Unido para participar do leilão. Além do carro, o comprador receberá o livro de garantia, os registros de propriedade em Portugal e uma cópia da comunicação da Honda que confirma a ligação do exemplar com Senna. Como nasceu o Honda NSX? A história do Honda NSX começou em 1984, quando a fabricante japonesa passou a estudar uma configuração mecânica diferente daquela utilizada na maioria de seus carros. A ideia era desenvolver um modelo com motor central e tração traseira, capaz de oferecer desempenho esportivo sem comprometer o conforto. Para avaliar o conceito, os engenheiros modificaram um Honda City de primeira geração. Os testes mostraram vantagens no comportamento do carro, especialmente nas curvas, mas a tecnologia disponível na época ainda não permitia transformar o projeto em um modelo de produção. A experiência levou a Honda a desenvolver um esportivo que pudesse se aproximar do desempenho de um carro de Fórmula 1, mas que também fosse confortável e fácil de dirigir no dia a dia. Um dos desenhos dos anos 1980 que deu origem ao Honda NSX. Divulgação / Honda O desenvolvimento começou efetivamente em 1985, sob a liderança de uma equipe que incluía o engenheiro Shigeru Uehara. O desenho do esportivo também recebeu influência do avião de combate F-16. Uma das principais decisões foi utilizar uma carroceria monobloco inteiramente construída em alumínio. A solução permitiu reduzir o peso da estrutura em 140 kg e o peso total do veículo em quase 200 kg, em comparação com um carro equivalente fabricado em aço. A escolha exigiu novos processos de fabricação, incluindo técnicas específicas de moldagem e soldagem do alumínio. O NSX se tornou o primeiro carro produzido em série no mundo com esse tipo de carroceria em alumínio. Desenho conceitual dos anos 1980 mostra como seria a cabine do futuro Honda NSX. Divulgação / Honda Ayrton Senna ajudou Em fevereiro de 1989, Ayrton Senna estava no Japão para testar um carro de Fórmula 1 da McLaren quando recebeu um convite da Honda para dirigir o protótipo do NSX. Depois de experimentar o esportivo, o piloto brasileiro apontou uma deficiência na rigidez da estrutura, que considerou um pouco frágil. A avaliação chamou a atenção dos engenheiros, já que o carro havia sido projetado para apresentar rigidez comparável à de esportivos da Ferrari e da Porsche. Honda NSX sendo apresentado no Salão De Chicago, Estados Unidos , em 1989. Divulgação / Honda A Honda decidiu então aumentar a resistência da carroceria e intensificou os testes no circuito de Nürburgring, na Alemanha, conhecido pelas curvas difíceis e pelas grandes variações de altitude. Depois de oito meses de desenvolvimento, os engenheiros conseguiram aumentar a rigidez estrutural do NSX em 50%, além de aperfeiçoar o comportamento da suspensão. O lançamento O primeiro protótipo foi apresentado ao público no Salão do Automóvel de Chicago, em fevereiro de 1989, com o nome NS-X e a marca Acura, divisão de luxo da Honda nos Estados Unidos. Os testes continuaram ao longo daquele ano em circuitos e estradas do Japão, dos Estados Unidos e da Europa. Apresentação do primeiro Honda NSX em Laguna Seca, Califórnia, em 1990. Divulgação / Honda Para fabricar o esportivo, a Honda construiu uma unidade específica em Tochigi, no Japão, inaugurada em 1990. A produção era limitada a 25 carros por dia e envolvia processos de montagem e acabamento realizados diretamente pelos trabalhadores. O modelo definitivo chegou ao mercado japonês em setembro de 1990, já com o nome NSX. A procura foi tão grande que alguns compradores precisavam esperar até três anos para receber o veículo. O desenvolvimento continuou após o lançamento. Em 1991, a Honda passou a reunir proprietários do NSX para avaliar suas experiências com o esportivo. Parte das sugestões foi incorporada à versão Type R, apresentada em 1992. Honda NSX Type R, também chamado de NSX-R, era mais leve e tinha acerto mais esportivo na suspensão e direção. Divulgação / Honda

BYD planeja conclusão do primeiro carro 100% montado no Brasil até dezembro Iracema Chequer Em outubro de 2025, a montadora chinesa BYD inaugurou a estrutura completa de sua primeira fábrica no Brasil, localizada na cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Um ano após a inauguração, a empresa prevê a primeira montagem feita integralmente no Brasil até dezembro e mira a aquisição do antigo porto da Ford para alavancar as exportações. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (29), em uma coletiva de imprensa na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), em Salvador. A BYD tem parceria com o Observatório da Indústria da Fieb, responsável por mensurar e divulgar os resultados econômicos da empresa no estado. (Saiba mais sobre os dados ao fim da reportagem) Por dentro da fábrica da BYD: veja como é feita a montagem dos carros na Bahia Segundo o vice-presidente da fábrica, Alexandre Baldy, o início da montagem 100% brasileira será em dezembro deste ano. Isso porque os complexos de soldagem, pintura e estamparia já estão em fase de testes neste mês de outubro. "Nós já temos um regime de teste, a estampa, solda e pintura sendo implementadas. Portanto, creio que em meados de novembro nós estaremos com esses testes para que a gente possa, de fato, começar a produção local entre novembro e dezembro", afirmou. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Segundo Baldy, o primeiro modelo 100% brasileiro será o Atto 2, um modelo híbrido plug-in, ou seja, combina um motor elétrico com um motor a combustão que funciona tanto com gasolina quanto com etanol. O carro custa entre R$ 149.990 e R$ 166.660. BYD planeja aquisição de antigo 'Porto da Ford' para aumentar produção na Bahia Iracema Chequer Produzir no Brasil e implementar conteúdos locais implica em uma maior competitividade econômica no mercado. Isso porque acordos comerciais como o Mercosul exigem que pelo menos 35% do produto tenha componentes locais. Antigo porto da Ford Baldy revelou que há um grande interesse da empresa no Terminal Portuário Privativo Miguel de Oliveira, conhecido como "Porto da Ford". O espaço fica em Candeias, cidade que também integra a Região Metropolitana de Salvador (RMS) e fica a 35 km de Camaçari. O local foi construído no Canal de Cotegipe, que faz parte da Baía de Aratu, para facilitar o escoamento dos carros fabricados pela Ford em Camaçari. Com a saída da empresa da Bahia em 2021, o porto foi desativado. Atualmente, o espaço pertence ao Estado da Bahia. "Nossa estratégia é, de fato, sermos uma empresa regional contígua entre América do Sul, Central e Norte, onde nós aproveitaríamos essa estratégia para exportar a partir da Bahia". Novos espaços da fábrica Por dentro da BYD: veja como é feita a montagem dos carros na Bahia Os veículos montados pela BYD na Bahia chegavam pré-montados da China: em Camaçari, eram colocadas partes essenciais como motor e pneus. Com a inauguração dos novos complexos de estamparia, soldagem e pintura, a maior parte da montagem será feita em solo brasileiro. Entenda as novas áreas: ➡️ estamparia: a chapa de aço é colocado no molde do carro; ➡️ soldagem: onde as partes do veículo são juntadas; ➡️ pintura: onde é feita a camada de proteção do carro, como a anti corrosão e também a pintura; ➡️montagem final: onde o carro é finalizado com portas, vidros, pneus, motor e tanque. Nessa etapa também são feitas todas as verificações e testes. Atualmente, são produzidos cerca de 700 carros por dia na fábrica. Os seguintes modelos são produzidos em Salvador: Doplhin mini Song pro Atto 2 King Investimentos bilionários e geração de renda Carros passarão a ser montados inteiramente na fábrica da Bahia Iracema Chequer A fábrica da BYD na Bahia é o maior polo da empresa fora da China. São R$ 11 bilhões investidos em cerca de um milhão de metros quadrados de construção e a expectativa é dobrar o tamanho nos próximos anos. Segundo dados apresentados na coletiva de imprensa, a fábrica gera 9 mil empregos diretos, com a expectativa de chegar a 10 mil ainda neste ano. Quando todo o investimento estiver completo, serão 20 mil funcionários. Conforme dados apresentados pelo Observatório da Fieb, a média salarial dos funcionários é de R$ 3,9 mil — 24% superior à média da indústria no estado. A parceria da Fieb com a BYD tem como objetivo mensurar os impactos econômicos da empresa na cidade. Segundo o economista da Fieb, Thobias Silva, para isso, são analisados os dados de Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), bases de dados governamentais e sistemas oficiais utilizados para monitorar o mercado de trabalho formal, os vínculos empregatícios e o cadastro empresarial. "A gente vai pegar todo o histórico do que era Camaçari antes e depois da BYD, e vamos projetar isso. A Fieb tem, inclusive, condição de saber como era Camaçari quando outra empresa ocupava esse terreno", explicou. Concorrência no mercado nacional O avanço das montadoras chinesas chama atenção de outras empresas com operação no país. No início do mês, o presidente da Stellantis para a América do Sul, Herlander Zola, afirmou que a indústria automotiva ocidental "errou" ao avaliar a velocidade com que a eletrificação ganharia relevância no mercado global. "A palavra correta é erro. A indústria ocidental errou na leitura de mercado daquilo que poderia se estabelecer em termos de velocidade de avanço de algumas tecnologias. Que o caminho seria eletrificado, todo mundo sabia", disse o executivo. Mas Zola também lamentou as condições de competitividade e a falta de previsibilidade no mercado brasileiro. Segundo ele, não há regras que incentivem as montadoras instaladas no país a fomentar a cadeia de produção nacional, comprando componentes de fornecedores brasileiros, como pneus, amortecedores, molas, plásticos e aço, por exemplo. Isso geraria custos maiores que concorrentes estrangeiros. "O aço chinês é muito mais barato do que o aço brasileiro. Qual marca chinesa compra aço no Brasil hoje? Qual marca chinesa compra plástico no Brasil hoje? Qual marca chinesa usa a cadeia automotiva no Brasil hoje? Nenhuma", criticou. Como noticiado pelo g1 anteriormente, nos oito primeiros meses do ano, o Brasil importou 406,7 mil veículos — volume 29,8% maior que no mesmo período de 2025, segundo dados da Anfavea. Mais da metade veio da China: foram 221 mil veículos, alta de 109,9% em relação ao ano anterior. LEIA TAMBÉM: Governo Federal aprova auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para construção da Ponte Salvador – Itaparica Casas Bahia em recuperação judicial: sindicato contabiliza fim de 12 lojas e demissão de mais de 300 funcionários em Salvador Lamborghini e Ferrari: conheça os carros com IPVAs mais caros da Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻








