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Carregador ultrarrápido da BYD vai até 97% em 9 minutos A BYD apresentou, durante o Salão do Automóvel de Pequim, uma tecnologia que promete recarregar 97% da bateria de um carro elétrico em apenas nove minutos. A novidade chegará ao Brasil ainda neste ano. O equipamento fornece 1.500 kW de potência, número cinco vezes maior do que o dos carregadores rápidos mais avançados disponíveis hoje no Brasil, que operam em torno de 300 kW. Com isso, a BYD afirma ser possível recuperar 70% da bateria em cinco minutos e chegar a 97% em nove minutos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A solução exibida no evento consiste em uma estrutura em formato de “T”, com dois pontos de recarga. Assim, dois veículos podem ser carregados simultaneamente. Dois fatores são essenciais para que a recarga ultrarrápida funcione. O primeiro diz respeito ao local da instalação, que precisa contar com infraestrutura capaz de suportar um volume tão grande de energia concentrado em um único ponto. (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Para contornar essa limitação, a BYD utiliza um conjunto de baterias que é carregado gradualmente quando não há veículos conectados. Quando um carro é plugado, tanto a rede elétrica quanto esse banco de baterias passam a fornecer energia ao veículo na maior velocidade possível. Em entrevista ao g1, Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, afirmou que a estrutura atual de carregadores rápidos pode ser adaptada para operar com potências acima de 1.000 kW. Carregador ultrarrápido da BYD no Salão do Automóvel de Pequim André Fogaça/g1 “Você incorpora um banco de baterias para que você armazene eletricidade continuamente, para que elas estejam sendo carregadas, para que você tenha um carro que, quando parar para ser carregado, tenha 400 km em 5 minutos", explicou o executivo. Segundo Baldy, esses carregadores estarão disponíveis nas concessionárias da Denza, marca de luxo da BYD. Ele também afirmou que haverá novos pontos de recarga, organizados como hubs com vários equipamentos, somando 1.000 carregadores em todo o Brasil até o fim de 2027. O segundo ponto fundamental é que o veículo conectado ao carregador seja capaz de receber a tensão fornecida. Atualmente, alguns modelos da Denza já são compatíveis, e a BYD pretende ampliar essa capacidade para outros carros da marca. Para efeito de comparação, o carro elétrico mais barato da BYD, o Dolphin Mini, suporta recarga de até 40 kW. Mesmo que seja conectado a um eletroposto de 1.500 kW, ele receberá apenas a potência máxima que consegue suportar. Para suportar uma recarga tão rápida, o veículo precisa contar com diversos componentes específicos, incluindo sistemas de segurança reforçados para a bateria, motor e o próprio carregador.

Linha de produção da fábrica da Stellantis em Goiana (PE) tem produtos Fiat, Jeep e RAM Divulgação / Stellantis Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a Stellantis vai ampliar de forma significativa os investimentos em quatro marcas: Fiat, Jeep, Peugeot e RAM. A definição de rumo, diz a agência, faz parte do plano que Antonio Filosa, CEO do grupo, deve apresentar no dia 21 de maio. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Nessa data, a empresa deve detalhar a estratégia de longo prazo, com foco nas marcas mais populares e rentáveis. De acordo com a Reuters, Filosa não pretende encerrar as operações de nenhuma outra marca do grupo. A Stellantis reúne 14 marcas, entre elas Citroën, Opel, Leapmotor e Alfa Romeo. Segundo as fontes ouvidas pela agência, essas montadoras também receberão aportes, mas deverão usar as tecnologias das quatro marcas principais no desenvolvimento de novos veículos. Vídeos em alta no g1 Prejuízos em 2025 Em fevereiro deste ano, a Stellantis informou que teve prejuízo líquido de 25,4 bilhões de euros em 2025 (R$ 153,9 bilhões na cotação atual). O resultado negativo se concentrou no segundo semestre, principalmente porque a empresa registrou despesas elevadas para rever suas projeções para carros elétricos, já que o crescimento desse mercado está mais lento do que o esperado. Leapmotor, marca chinesa de veículos eletrificados, pertence ao grupo Stellantis Divulgação / Stellantis O caso da Stellantis mostra como montadoras no mundo todo enfrentam dificuldades na transição dos carros a combustão para os elétricos, especialmente após Estados Unidos e Europa reduzirem metas para esse tipo de veículo. “Nossos resultados completos de 2025 refletem o custo de superestimar o ritmo da transição energética e a necessidade de reorientar o negócio, garantindo aos clientes a liberdade de escolher entre tecnologias elétricas, híbridas e a combustão”, afirmou na época em nota Antonio Filosa. Segundo o executivo, na segunda metade do ano a empresa viu sinais iniciais de progresso, com os primeiros resultados dos esforços para melhorar a qualidade, fortalecer lançamentos e retomar o crescimento da receita. Antonio Filosa, CEO da Stellantis Divulgação / Stellantis “Em 2026, nosso foco será corrigir falhas na execução e acelerar o retorno ao crescimento com lucro”, declara Filosa. Ao longo do ano passado, a Stellantis registrou 25,4 bilhões de euros (R$ 154 bilhões) em baixas contábeis, que representam perdas no valor de ativos. Só no segundo semestre foram 22,2 bilhões de euros (R$ 134,5 bilhões), o que pressionou as ações da montadora. No mesmo período, a empresa registrou prejuízo operacional ajustado de 1,38 bilhão de euros (R$ 8,4 bilhões), resultado que também já havia sido antecipado. Esse indicador mostra o desempenho das operações, sem considerar eventos extraordinários, como o fechamento de uma fábrica. Apesar disso, a receita da companhia cresceu 10% e somou 79,25 bilhões de euros (R$ 480,3 bilhões) entre julho e dezembro, com alta de 11% nas entregas de veículos. Segundo analistas do Citi, esse conjunto de resultados representa um “ponto baixo evidente” para a Stellantis. Eles avaliam que pode haver recuperação à frente, mas consideram que outras montadoras da Europa e dos Estados Unidos oferecem menos riscos no momento. A empresa manteve as projeções para 2026: espera crescimento moderado da receita e margem operacional baixa, mas positiva. No entanto, prevê que o fluxo de caixa livre — o dinheiro que sobra após os investimentos — só voltará a ficar positivo em 2027.

marca de luxo da BYD mostra supercarro elétrico mais veloz que Ferrari A Denza, marca de luxo da BYD, apresentou o Denza Z no Salão do Automóvel de Pequim. O supercarro entrega mais de 1.000 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em menos de dois segundos. Embora seja um modelo chinês, o Denza Z carrega forte influência alemã. O projeto é assinado pelo designer Wolfgang Egger, ex-Audi, e essa herança europeia aparece em vários detalhes do carro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Isso fica evidente no visual, que lembra uma mistura de modelos da Maserati e da Ferrari, e também no volante, que remete aos carros da Porsche. Denza Z André Fogaça/g1 (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Exibido na cor verde-claro durante o salão, o modelo pode ser conversível ou cupê e também conta com uma configuração voltada para uso em pistas. Sob a carroceria, o Denza Z reúne o que há de mais avançado na eletrificação da chinesa. São três motores elétricos, que garantem tração integral e somam mais de 1.000 cv de potência, permitindo acelerações extremamente rápidas — a BYD não divulgou a potência exata. A BYD não informa o tempo exato, mas o fato de a aceleração ser inferior a 2 segundos já coloca o Denza Z à frente da Ferrari SF90 Stradale, que até então era considerada a mais rápida da marca italiana, com 0 a 100 km/h em 2,5 segundos. O modelo tem quatro bancos e acabamento em fibra de carbono, material que também está presente no console central elevado. A identidade chinesa também se revela na central multimídia, que tem aspecto flutuante e dimensões generosas, semelhantes às vistas em modelos da BYD. O Denza Z é equipado com a suspensão magnética DiSus-M, a versão mais avançada do sistema de direção semi-autônoma da BYD e um conjunto de baterias compatível com o carregamento mais rápido oferecido pela marca. Denza Z Com esse sistema, o Denza Z leva apenas 9 minutos para passar de 10% a 97% de carga da bateria. Denza Z estreia primeiro fora da China Apesar de ter sido apresentado no Salão do Automóvel de Pequim, o lançamento mundial do supercarro está marcado para julho, na Inglaterra, durante o Goodwood Festival of Speed. Só depois o Denza Z será lançado na China. Segundo a BYD, o supercarro chegará ao Brasil no segundo semestre de 2026.








