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Ford Maverick Divulgação / Ford A Ford do Brasil anunciou nesta terça-feira (2) um recall para as picapes Maverick e F-150, além do utilitário esportivo Bronco Sport e do esportivo Mustang. O motivo, segundo a empresa, estaria no sensor de temperatura do ar de admissão do motor. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Se esse componente não estiver funcionando de maneira correta, o sistema de diagnóstico dos veículos poderá não identificar a temperatura correta do ar de admissão. A consequência desse defeito, segundo a Ford, é que a luz de advertência do painel não vai se acender. Isso vai impedir a identificação sobre variações nos níveis de emissões de gases dos veículos. A solução é a atualização do módulo de controle do motor. O serviço é gratuito e, de acordo com a Ford, são necessários 30 minutos para a conclusão do reparo. Agora no g1 Os proprietários dos veículos listados devem procurar um representante Ford para confirmar se estão envolvidos na campanha. O atendimento nas oficinas começa dia 11 de junho. Veículos Ford Bronco Sport 2025: chassis de SRE31742 até SRE34899 Data de produção: de 7 de fevereiro de 2025 até 13 de fevereiro de 2025 Ford Maverick 2025: chassis de SRA19045 até SRA40265 Data de produção: de 22 de janeiro de 2025 até 10 de fevereiro de 2025 Ford F-150 2024: chassis de RFA00319 até RFC18688 Data de produção: de 29 de novembro de 2023 até 2 de novembro de 2024 Ford F-150 2025: chassi 1FTFW4L53SFA48597 Data de produção: 6 de fevereiro de 2025 Ford Mustang 2024: chassis de R5412950 até R5434492 Data de produção: de 22 de dezembro de 2023 até 4 de setembro de 2024 Ford Mustang 2025: chassi 1FATP8CF9S5405308 Data de produção: 19 de fevereiro de 2025

GAC Aion UT divulgação/GAC A GAC lançou o Aion UT no Brasil, um hatch elétrico a partir de R$ 139.990, que chega com o objetivo de melhorar as vendas da marca e competir com BYD Dolphin e Chevrolet Spark EUV. Enquanto as rivais apostam em carros mais equipados, o modelo de entrada do Aion UT é mais potente e espaçoso. Essas características são essenciais para que o novo hatch consiga superar não apenas um dos elétricos mais conhecidos do Brasil, mas também o modelo que ocupa a quinta posição no ranking de vendas no país entre janeiro e abril, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE): BYD Dolphin Mini: 21.647 emplacamentos; BYD Dolphin: 7.579 emplacamentos; Geely EX2: 6.076 emplacamentos; BYD Yuan Pro: 2.389 emplacamentos; Chevrolet Spark: 2.031 emplacamentos. Para isso, o GAC Aion UT chega ao Brasil em duas versões: a de entrada, chamada de Premium, voltada para competir com o Dolphin e o Chevrolet Spark EUV, e outra mais completa e com nome de Elite, pensada para enfrentar o Dolphin SE. GAC Aion UT Em comum entre as versões, o modelo tem 4,27 metros de comprimento e 2,75 metros de distância entre eixos. Com isso, o Aion UT é um hatch, mas, em dimensões, é seis centímetros mais comprido que o Volkswagen T-Cross (4,21 metros) e tem entre-eixos cinco centímetros maior que o do Toyota Corolla (2,70 metros). O espaço entre os eixos entraga outro número mais próximo dos SUVs que dos hatches: o porta-malas tem 340 litros de capacidade. Outro ponto que é igual em ambas as versões do Aion UT é o motor elétrico, que entrega 204 cv de potência e 21,4 kgfm de torque. As diferenças entre os modelos começam na bateria: enquanto a versão de entrada tem 44,1 kWh, a mais completa oferece 60 kWh, o que garante autonomia de 253 e 310 km respectivamente. GAC Aion UT por dentro A versão mais simples custa R$ 139.990 e oferece itens como: Câmera 360 graus Rodas de liga leve de 17 polegadas Central multimídia de 14,6 polegadas. Já a opção mais completa tem preço de R$ 159.990 e adiciona: Carregador de celular por indução; Teto solar panorâmico; Rebatimento automático dos retrovisores; Sistemas de assistência ao motorista (ADAS); Ajustes elétricos e ventilação para os bancos dianteiros; Abertura elétrica do porta-malas. GAC precisa de mais tração O lançamento do Aion UT precisa resultar em um aumento nos emplacamentos da GAC no Brasil. Isso porque, mesmo após um ano de atuação no país, com cinco modelos elétricos e híbridos disponíveis desde o primeiro mês, a marca ainda não avançou no ranking de vendas. Na lista da ABVE de 2026, a GAC ocupa a oitava posição no ranking, à frente da Leapmotor, mas atrás de nomes como Volvo e Chevrolet. A marca responde por 2% dos emplacamentos de carros zero-quilômetro entre janeiro e abril, enquanto a líder do mercado é a BYD, com 45,8% das vendas. Veja as marcas que mais vendem carros elétricos e híbridos em 2026: BYD: 56.118 emplacamentos; Toyota: 17.317 emplacamentos; GWM: 15.666 emplacamentos; Omoda & Jaecoo: 8.796 emplacamentos; Geely: 7.137 emplacamentos; Chevrolet: 3.068 emplacamentos; Volvo: 2.688 emplacamentos; GAC: 2.555 emplacamentos; Leapmotor: 1.956 emplacamentos; Jetour: 1.291 emplacamentos.

Ferrari SF90 Stradale Assetto Fiorano divulgação/Ferrari Um empresário de Santa Catarina trocou uma Ferrari SF90 Stradale, na versão Assetto Fiorano, avaliada em R$ 4 milhões, por um relógio de luxo falsificado e três cheques sem fundo — sim, sofreu um golpe. O carro não chama atenção apenas pelo valor, mas também por marcar o início de uma nova fase da Ferrari rumo à eletrificação: ele foi o primeiro modelo da marca com sistema híbrido plug-in, que aumenta ainda mais o desempenho do já potente motor V8 biturbo.. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A Ferrari SF90 tem outros atributos que chamam atenção. O nome é o mesmo do carro de Fórmula 1 pilotado por Charles Leclerc e Sebastian Vettel na temporada de 2019 — o número 90 faz referência aos 90 anos da Scuderia Ferrari, divisão da marca dedicada às competições. Foi nesse mesmo ano que a SF90 Stradale foi lançada, e ela segue em produção até hoje, com versões com e sem teto. Esse detalhe pode alterar o nome do modelo, que recebe o sufixo “Spider” quando é conversível — o que não é o caso do carro do empresário. Até o sistema eletrificado da SF90 tem origem na Fórmula 1, que utiliza motores híbridos desde 2014. A influência das pistas aparece, por exemplo, na recuperação de energia feita pelo motor MGU-K, feita com nível de eficiência semelhante. No carro "mundano", o sistema elétrico conta com três motores distribuídos pela carroceria. Dois ficam no eixo dianteiro, enquanto o terceiro está na traseira, posicionado entre o motor e a caixa de câmbio. No entanto, o carro do empresário tem um diferencial: trata-se da versão Assetto Fiorano, que traz algumas mudanças. A principal é que os ajustes e detalhes são mais voltados para o uso em pista do que no dia a dia. Ferrari SF90 Stradale Além disso, o modelo deixa de ser produzido em linha e passa a ser feito sob encomenda. É único. O nível de personalização do carro é maior e já inclui: Amortecedores inspirados e ajustados para competições de Gran Turismo; Uso ampliado de materiais como fibra de carbono e titânio, que ajudam a reduzir o peso do carro; Spoiler traseiro em fibra de carbono; Pneus homologados para uso em vias públicas, mas que ainda oferecem melhor desempenho na pista; Pintura especial em dois tons. Ferrari SF90 tem um dos IPVA mais caros do Brasil Ferrari SF90 Stradale Divulgação/Ferrari O preço da Ferrari SF90 Stradale já chama atenção por si só, mas há outro custo igualmente alto: o IPVA. Na lista dos IPVA mais caros do Brasil, são duas outras SF90, ambas na versão conversível Spider. Os modelos estão nos estados do Rio de Janeiro e no Paraná. As diferenças na ficha técnica entre as variantes conversível e de teto convencional são mínimas: a velocidade máxima é limitada a 250 km/h, mas o imposto continua na casa das centenas de milhares de reais. Ambas as Ferraris da lista estão avaliadas em mais de R$ 7 milhões, com IPVA próximo dos R$ 300 mil.








