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Volkswagen lança T-Cross Rock in Rio por R$ 142.990

Volkswagen T-Cross Rock in Rio divulgação / Volkswagen A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (10) o T-Cross Rock in Rio, edição especial baseada na versão 200 TSI. O SUV tem detalhes visuais e adesivos exclusivos na carroceria. O interior é escurecido com sistema de som com 6 alto-falantes e logo nos bancos e painel. O preço não teve alteração na versão, custa R$ 142.990 mesmo com os itens extras. Segundo a Volkswagen, este é o preço praticado nas lojas no momento. No site da montadora, porém, o preço da configuração 200 TSI é de R$ 161.490. O modelo pode ser encomendado em quatro cores: vermelho, preto e duas opções de cinza. O modelo também tem nessa versão a fila iluminada na dianteira, que só estava disponível em versões mais caras. As maçanetas e retrovisores são escurecidos. Parachoques dianteiros também têm detalhes. As rodas são de 17 polegadas. Agora no g1 No visual, o T-Cross Rock in Rio se diferencia por uma série de elementos exclusivos inspirados no festival. A edição especial pode ser configurada em quatro cores, incluindo o Cinza Ascot, tonalidade normalmente reservada a versões mais caras do SUV. Dependendo da cor escolhida, a carroceria recebe acabamento em dois tons, com teto preto, além de adesivos temáticos espalhados pelas portas e tampa do porta-malas. O pacote ainda traz logotipos do Rock in Rio nas colunas traseiras, rodas de 17 polegadas diamantadas com acabamento escurecido, pneus Seal Inside e detalhes externos em preto, como retrovisores e maçanetas. A dianteira também ganha a faixa luminosa em LED integrada à grade, item normalmente presente apenas nas configurações mais sofisticadas do modelo. Volkswagen T-Cross Rock in Rio divulgação / Volkswagen Por dentro, a série especial aposta em uma ambientação exclusiva voltada ao universo da música. O teto recebe acabamento escurecido, enquanto os bancos ganham revestimento próprio com costuras azuis, detalhes vermelhos e a identidade visual do Rock in Rio. A assinatura do festival também aparece aplicada no painel dianteiro, do lado do passageiro. Para reforçar a proposta temática, a Volkswagen equipou o SUV com sistema de áudio composto por seis alto-falantes de série, além dos elementos decorativos exclusivos que diferenciam a cabine das demais versões do T-Cross. Cabine dp Volkswagen T-Cross Rock in Rio divulgação / Volkswagen A edição Rock in Rio será baseada exclusivamente na versão 200 TSI do T-Cross. O pacote mantém o conjunto mecânico dessa configuração, combinando o motor turbo 1.0 flex de três cilindros com transmissão automática de seis marchas. A potência é de 116 cv com gasolina e 128 cv com etanol. Além do trem de força já conhecido do SUV, a edição especial incorpora equipamentos normalmente encontrados nas variantes Highline e Extreme, ampliando o nível de conteúdo oferecido sem alterar a base mecânica do modelo.
China exporta 73% mais carros em maio com corrida por elétricos após alta dos combustíveis

BYD Atto 2 DM-i Divulgação / BYD As exportações chinesas de carros cresceram 73% em maio em relação a igual mês do ano anterior, alcançando cerca de 809 mil veículos, informou a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis (CAAM, na sigla em inglês), nesta quarta-feira (10). O avanço ocorreu em meio ao aumento dos preços da gasolina e do diesel provocado pela guerra no Irã, o que elevou o interesse por veículos elétricos. A associação informou que as exportações de veículos totalmente elétricos e híbridos plug-in mais que dobraram em maio em relação a um ano antes, chegando a cerca de 435 mil unidades — mais da metade do total exportado. O resultado supera os cerca de 796 mil automóveis de passeio exportados em abril, segundo dados da própria CAAM. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês BYD exibe maquete da nova picape que chega ao mercado para competir com Fiat Toro Montadoras chinesas, como a BYD, vêm acelerando sua expansão internacional, com foco em mercados da América Latina, Ásia e Europa, em um momento em que a demanda doméstica enfrenta pressões, em parte devido à redução dos incentivos governamentais para a troca de veículos convencionais por elétricos. As vendas de automóveis no mercado chinês caíram 23,4% em maio na comparação anual, para 1,44 milhão de unidades. Foi o sétimo mês consecutivo de queda. As vendas de veículos com motores de combustão interna — incluindo modelos movidos a gasolina e diesel — recuaram quase 42% em relação ao ano anterior, enquanto a participação dos elétricos continuou crescendo. Analistas do UBS esperam que as exportações anuais de automóveis de passeio da China cresçam cerca de 40% em 2026 em relação ao ano anterior, com as exportações de veículos elétricos podendo avançar cerca de 80%. “O alto preço do petróleo certamente se traduziu em um interesse ainda maior pelos veículos elétricos”, afirmou Paul Gong, chefe de pesquisa da indústria automotiva chinesa no UBS. Segundo Gong, as exportações de veículos da China surpreenderam positivamente nos primeiros meses do ano, enquanto as vendas domésticas ficaram abaixo do esperado. Claire Yuan, analista do setor automotivo da S&P Global Ratings, espera que as exportações chinesas de automóveis de passeio mantenham forte ritmo de crescimento em 2026 e projeta uma expansão entre 30% e 50% na comparação anual. Segundo o mais recente relatório anual sobre veículos elétricos da Agência Internacional de Energia (IEA), divulgado em maio, aproximadamente um em cada quatro carros novos vendidos no mundo no ano passado foi elétrico. A participação deve continuar crescendo neste ano, apesar de um início mais lento. A IEA estima que as vendas globais de veículos elétricos possam atingir 23 milhões de unidades e representar quase 30% de todos os carros vendidos em 2026. A China é atualmente a maior produtora mundial de veículos elétricos, abastecendo a maior parte da demanda global. A BYD, maior fabricante chinesa de veículos elétricos, vendeu mais de 160 mil veículos no exterior em maio, alta de 80% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa pretende vender 1,5 milhão de veículos fora da China neste ano, mais de 40% acima dos 1,05 milhão comercializados em 2025. A montadora, sediada no sul da China, ultrapassou a Tesla no ano passado e se tornou a maior fabricante de veículos elétricos do mundo em volume de vendas. A expansão das vendas internacionais também pode melhorar a rentabilidade das montadoras chinesas, já que a intensa guerra de preços no mercado doméstico no ano passado reduziu as margens de lucro de muitas empresas do setor. Para Claire Yuan, da S&P, as vendas de automóveis na China podem ganhar força no segundo semestre, à medida que consumidores acelerem compras após o lançamento de novas linhas de veículos pelas montadoras.
BYD Atto 2 DM-i parte de R$ 149.990; SUV é primeiro híbrido plug-in flex da marca no Brasil

BYD Atto 2 DM-i Flex é lançado oficialmente no Brasil Divulgação / BYD A BYD apresentou nesta terça-feira (9) o Atto 2 DM-i Flex, primeiro híbrido plug-in flex da marca. O modelo será produzido na fábrica de Camaçari (BA). A versão GL tem preço de R$ 149.990. A versão GS custa R$ 169.990. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O SUV tem visual semelhante ao Yuan Pro, seu equivalente 100% elétrico. No entanto, a versão híbrida utiliza a tecnologia DM-i, com motor 1.5 aspirado de quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Atkinson. O propulsor a combustão entrega 98 cavalos de potência e tem torque de 12,6 kgfm. Ele atua primariamente como gerador e assume a tração apenas em situações de carga pesada. O motor elétrico é que faz a maior parte do trabalho de tração. O torque passa de 30 kgfm. Agora no g1 O modelo será oferecido em duas configurações de bateria. A versão com bateria de 7,8 kWh, GL, tem potência combinada de 177 cavalos. Já a opção com bateria de 18,3 kWh, GS, supera os 197 cavalos. Segundo a fabricante, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 8,5 segundos na versão GL e 8,4 segundos na versão GS. A autonomia divulgada pela BYD no ciclo europeu (NEDC) é de 1.045 quilômetros, embora o valor seja reduzido após a correção aplicada nos testes do Inmetro. A velocidade máxima é de 180 km/h nas duas versões. BYD Atto 2 DM-i Flex é lançado oficialmente no Brasil Divulgação / BYD Também utilizando o ciclo NEDC, o Atto 2 Flex na versão GL consegue percorrer até 45 km usando só a energia da bateria. Já a configuração GS percorre 110 km no mesmo teste. Um recurso novo é a regeneração de bateria em descidas de serra. O BYD aproveita o longo trecho em declive e usa o movimento das rodas para carregar as baterias e, ao mesmo tempo, frear o carro sem o uso das pastilhas nos discos. Por ser plug-in, o Atto 2 permite recarregar a bateria por wallbox. A capacidade máxima de recarga, ou seja, o quanto o carro suporta para "encher" as baterias é de 3,3 kW na versão GL e 6,6 kW na GS. BYD Atto 2 DM-i Flex é lançado oficialmente no Brasil Divulgação / BYD Nas dimensões, o SUV mede 4,33 m de comprimento, 2,62 m de entre-eixos, 1,83 m de largura e 1,67 m de altura. O peso ultrapassa 1.600 kg. O porta-malas tem capacidade de 455 litros, volume maior do que o do Yuan Pro, versão totalmente elétrica do modelo. Na cabine, o Atto 2 DM-i Flex mantém diversas semelhanças com o Yuan Pro. Uma das principais diferenças está no console central. Enquanto o modelo elétrico traz uma grande alavanca de câmbio no console, o híbrido tem comando por uma aleta na coluna de direção. BYD Atto 2 DM-i Flex é lançado oficialmente no Brasil Divulgação / BYD O SUV também conta com central multimídia de grandes dimensões e painel de instrumentos digital, equipamentos presentes tanto na versão híbrida quanto na elétrica. O volante multifuncional, os painéis das portas e os bancos seguem um desenho semelhante ao encontrado no Yuan Pro. Há quatro modos de condução que podem ser escolhidos pelo motorista. São eles: Neve, Sport, Eco e Normal Equipamentos A versão GL tem como equipamentos de série de destaque câmera 360, conexões Apple CarPlay e Android Auto, ar-condicionado de duas zonas, frenagem de emergência, reconhecimento de placas, farol alto automático, controle automático da velocidade de cruzeiro, bancos de tecido com ajuste manual, sensor crepuscular e rodas de liga leve. A tela do multimídia tem 10,1 polegadas. A configuração GS tem tudo da versão de entrada, mas a tela do multimídia é maior, com 12,8 polegadas, e conta com Google Maps integrado. Além disso, a versão mais cara tem alerta de colisão traseira, alerta e frenagem de emergência para tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa e detecção de ponto cego. E não para por aí, há também carregador por indução, bancos em couro sintético com ajustes elétricos para o motorista, sensor de chuva, teto panorâmico com filtro UV e rack de teto. Galerias Relacionadas