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Venda de carros elétricos dispara no 1º trimestre O Ceará foi escolhido pela MG Motor para fabricar, no Brasil, dois modelos de carros elétricos. A produção será feita na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza. O anúncio oficial da parceria será feito nesta quinta-feira (25) pelo governador Elmano de Freitas e pelo CEO da empresa, Yang Li, em evento em Fortaleza. Eles também devem apresentar mais detalhes do projeto. LEIA TAMBÉM: Governo renovou cota para importação de carros elétricos sem imposto A MG Motor é uma montadora britânica que pertence ao grupo Shanghai Automotive Industry Corporation (SAIC Motor). Segundo a empresa, o grupo já produziu e vendeu 100 milhões de veículos no mundo. Localizado no município de Horizonte e gerenciado pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), o Polo Automotivo do Ceará foi anunciado em agosto de 2024 e tem como âncora a Comexport, acionista da PACE e maior empresa de comércio exterior e supply chain do Brasil. Mercedes-Benz, Honda, BYD, GWM, Renault, Ford, Volvo, GM, Toyota, Higer, Chery, Volkswagen e Porsche são algumas das marcas que já atuam no Brasil por meio da Comexport. Na quarta-feira (24), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Márcio Fernando Elias Rosa, afirmou que o governo renovou a cota de carros elétricos importados semimontados e desmontados, livre de imposto de importação, para garantir "melhores preços" e favorecer o consumidor. R$ 400 milhões em investimento Planta Automotiva do Ceará vai produzir mais dois modelos elétricos da MG Motor, marca britânica. Divulgação O anúncio da produção no Ceará acontece no momento em que o governo federal renovou a cota de importação de carros elétricos semimontados e desmontados sem cobrança de imposto de importação. A decisão foi tomada na terça-feira (23) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex). A medida vale por seis meses, a partir de 1º de julho de 2026, e prevê um volume de importações de US$ 463 milhões sem imposto. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, a medida busca evitar aumento nos preços dos carros elétricos e beneficiar o consumidor. "O governo federal tomou a decisão ontem [terça] não foi para causar danos para a produção indústria nacional, mas foi para favorecer sobretudo o consumidor, o mercado. E não ignorando que temos de ter uma série de medidas para acomodar todos os interesses, que são legítimos", disse Márcio Elias ao programa "Bom dia, Ministro", da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Pela decisão do governo, veículos montados no Brasil em sistema Completely Knocked Down (CKD) e semimontados no país em sistema Semi Knocked Down (SKD) não vão pagar imposto de importação pelos próximos seis meses, dentro do limite definido. "Precisamos garantir os melhores preços aos consumidores, na medida do possível. A indústria [automotiva] é essencial ao país, são mais de 110 mil empregos diretos", acrescentou o ministro. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

Fábrica da Chevrolet no Brasil divulgação/Chevrolet A General Motors, grupo responsável por marcas como a Chevrolet, anunciou um novo investimento em sua operação no Brasil. O aporte é de R$ 3,5 bilhões e se soma aos R$ 7 bilhões já anunciados, totalizando R$ 10,5 bilhões no país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No Brasil, a GM tem cinco fábricas: Gravataí (RS): onde são produzidos os modelos Chevrolet Onix, Onix Plus e Sonic; Joinville (SC): responsável pela fabricação de motores, cabeçotes e blocos; Mogi das Cruzes (SP): onde são produzidos componentes estampados, como a lataria dos veículos; São Caetano do Sul (SP): a fábrica mais antiga da GM no Brasil, onde são produzidos os modelos Chevrolet Tracker, Spin e a picape Montana; São José dos Campos (SP): onde são fabricados o Chevrolet Trailblazer e a picape S10, além de motores, transmissões e outros componentes. Segundo a empresa, esse investimento será destinado à renovação do portfólio de carros disponíveis no Brasil, além do desenvolvimento de modelos híbridos. Além de lançar novos produtos, o aporte também será usado para modernizar fábricas, com foco nas unidades localizadas no estado de São Paulo. "O Brasil reúne uma sólida base industrial, capacidade de engenharia, mercado consumidor relevante e profissionais altamente qualificados. Esses fatores, aliados a um ambiente favorável ao investimento, são fundamentais para sustentar o desenvolvimento da indústria automotiva e ampliar o papel do país como polo produtor e exportador da General Motors para a América do Sul", diz Thomas Owsianski, presidente da General Motors América do Sul. 5 mudanças para o Chevrolet Captiva EV antes da produção no Brasil O investimento total é de R$ 10,5 bilhões até 2028 Esse novo aporte se soma a um investimento anterior de R$ 7 bilhões, anunciado em 2024, com aplicação prevista até 2028. A montadora destacou que o primeiro investimento tinha foco em mobilidade sustentável, abrange a renovação completa do portfólio de veículos e o desenvolvimento de tecnologias para o mercado local, além de criação de novos negócios. Os recursos começaram a ser utilizados no mesmo ano do anúncio e já resultaram em alguns lançamentos recentes da Chevrolet, como: Duas novas versões do Chevrolet Onix, incluindo uma reestilização recente que trouxe um modelo movido exclusivamente a etanol; O novo Chevrolet Sonic, um SUV compacto que chegou para competir com modelos como Volkswagen Tera, Renault Kardian e Fiat Pulse; O Chevrolet Spark EUV, primeiro modelo 100% elétrico da GM no Brasil após o Chevrolet Bolt, fruto de uma parceria com uma montadora chinesa; O Chevrolet Captiva EV, que retornou ao Brasil e também foi desenvolvido em parceria com uma fabricante chinesa. Os dois últimos carros da lista acima são fabricados no Brasil, mas em um sistema de montagem de kits que chegam praticamente prontos da China. Diferentemente de outros modelos da marca, a produção ocorre em uma fábrica terceirizada localizada na cidade de Horizonte (CE).

Detran RJ deixa de exigir manobra de baliza no exame prático de primeira habilitação DIvulgação/Detran RJ As novas regras para a emissão da primeira CNH aumentaram em 23,5% o número de exames de direção nos primeiros cinco meses de 2026, segundo o Ministério dos Transportes. Em comunicado, o ministério informou que foram realizadas 2.280.021 avaliações neste ano, contra 1.845.694 no mesmo período de 2025. Apesar do aumento no número de candidatos, a pasta destacou que as filas não cresceram na etapa final do processo de habilitação. No mesmo período, foram realizados 2.343.393 cursos práticos, um aumento de 20% em relação aos cinco primeiros meses de 2025. Ao todo, o Brasil já emitiu 1.138.190 CNHs com as novas regras — o maior número já registrado pelo ministério para esse intervalo. CNH ficou mais barata Uma das principais mudanças com a nova CNH foi o fim da exigência do curso teórico obrigatório em autoescolas. Segundo o Ministério dos Transportes, a economia gerada pela medida foi de R$ 1.840.397.022,58. Em Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, o candidato precisava pagar cerca de R$ 1 mil apenas para cobrir o custo do curso teórico em uma autoescola. De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Dados do ministério indicam que 55% da economia total do país está concentrada em seis das 27 unidades da federação — os 26 estados e o Distrito Federal: Novas regras da CNH mudaram o exame prático A publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular estabeleceu diretrizes únicas para os exames de direção em todo o país. As mudanças mais significativas incluem o fim da baliza como etapa obrigatória e a revisão dos critérios de aprovação e reprovação dos candidatos. De acordo com o manual, cada infração recebe uma pontuação específica, e o candidato só é aprovado se não ultrapassar o limite de 10 pontos. Além do sistema de pontos, foi extinta a infração única que levava à reprovação imediata. Com a nova regra, o candidato pode cometê-la e seguir com a prova. As infrações passam a ser classificadas por peso, da seguinte forma: Infrações leves: 1 ponto; Infrações médias: 2 pontos; Infrações graves: 4 pontos; Infrações gravíssimas: 6 pontos. O candidato pode somar pontos em diferentes ocorrências, desde que não ultrapasse o limite de 10 pontos. Ao atingir esse valor, a reprovação é automática.








