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GAC GS3 Divulgação / GAC A GAC confirmou nesta quarta-feira (18) que vai iniciar a produção de veículos no Brasil a partir de 2027. A fábrica é da HPE Automotores e está localizada em Catalão (GO). Lá já são produzidos modelos da Mitsubishi. A previsão é de uma capacidade de produção de até 50 mil veículos da GAC por ano. Segundo a montadora, já existe uma equipe de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. A missão desse time é adaptar os produtos ao mercado nacional e às necessidades dos clientes. A GAC já conta com centro de distribuição de peças em Cajamar (SP) ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Para estabelecar a marca e operação no Brasil, a GAC diz que vai investir US$ 1,3 bilhão até 2030 (R$ 6,76 bilhões, em conversão direta). Fábrida da HPE em Catalão (GO) vai produzir modelos da GAC Divulgação / GAC "A produção local no Brasil representa um passo importante em nossa estratégia global e reforça nossa confiança no potencial do setor industrial brasileiro”, afirmou Lu Guojie, vice-presidente da GAC International. Segundo o executivo, a cooperação com a HPE Automotores vai combinar a experiência de manufatura local com a tecnologia global da GAC. Como é o GAC GS3 GAC GS3: SUV 'esconde' origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão O GAC GS3 ainda não foi confirmado como o primeiro carro a ser produzido na fábrica brasileira, mas é o modelo que marca a estreia dos veículos totalmente a combustão entre as chinesas que chegaram recentemente ao Brasil. O modelo já está à venda no Brasil, com preços a partir de R$ 139.990. Na fase de pré-venda, limitada a 1.000 unidades, há um desconto de R$ 10.000. Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade. Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos. GAC GS3 Divulgação / GAC Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores. Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos. GAC GS3 Divulgação / GAC Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal. Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara. GAC GS3 Divulgação / GAC Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos. Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental. GAC GS3 Divulgação / GAC Lista de equipamentos do GAC GS3 No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma: GAC GS3 Premium, por R$ 139.990 Central multimídia de 14,6 polegadas; Painel de instrumentos digital; Faróis de LED com acendimento automático; Câmera de ré; Freio de estacionamento eletrônico; Rodas de liga leve com 18 polegadas; Chave presencial. GAC GS3 Elipte custa R$ 159.990 e tem todos os itens acima, mais: Piloto automático adaptativo; Frenagem automática de emergência; Assistente de permanência em faixa; Câmera 360 graus; Teto solar panorâmico; Rodas de liga leve com 19 polegadas.

Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto. Alain Jocard/AFP A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos em postos de combustíveis em nove estados e no Distrito Federal. A ação foi conduzida por fiscais da agência, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons municipais e estaduais. Há denúncias de que alguns postos tenham aproveitado o contexto da guerra no Oriente Médio para elevar preços sem justificativa. (leia mais abaixo) 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a ANP, foram analisados 42 postos e uma distribuidora de combustíveis em 22 cidades. A operação resultou em 13 autos de infração por "motivos diversos". A agência informou que, nesses casos, notificou os estabelecimentos para que enviem notas fiscais de compra de combustíveis de períodos recentes. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas", acrescentou, em nota, a agência. Em caso de irregularidades, as multas podem variar de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da conduta e do porte do infrator. A aplicação pode ser feita pela ANP ou por seus órgãos conveniados. O que motivou a operação Segundo a agência, o objetivo da fiscalização é acompanhar a evolução do preço do diesel, especialmente após a publicação da Medida Provisória 1.340, na última sexta-feira (13). A MP zerou os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel, reduzindo o preço em R$ 0,32 por litro. Um decreto complementar determinou o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores do combustível, também no valor de R$ 0,32 por litro. As medidas foram adotadas em meio à guerra no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo no mercado global. Até a publicação da MP, o diesel já havia subido 11,8%, chegando a R$ 6,80 por litro. A operação de fiscalização, porém, ocorreu após denúncias de que redes de postos estariam aproveitando o contexto internacional para elevar o preço do diesel de forma abusiva, antes mesmo de a Petrobras anunciar reajustes às distribuidoras. A operação desta terça-feira foi realizada nos seguintes estados: Amazonas; Bahia; Distrito Federal; Mato Grosso; Minas Gerais; Pará; Paraná; Rio de Janeiro; Rio Grande do Sul; São Paulo. Além dos preços do diesel, a fiscalização também verificou a quantidade de combustível fornecida pelas bombas e a qualidade do produto.

Modelos passam por recall. Divulgação A Stellantis anunciou um recall para os modelos Fiat Toro, Jeep Commander e Ram Rampage. De acordo com a empresa, há a possibilidade de falha na conexão da tubulação de retorno do combustível. Em casos extremos, segundo Stellantis, o defeito pode provocar vazamentos. Se houver contato com as partes do veículo, o combustível pode entrar em ignição e causar um incêndio. Unidades dos veículos comerciais Fiat Ducato, Citroën Jumper e Peugeot Boxer também fazem parte desse recall. A orientação da Stellantis é que os proprietários entrem em contato com a concessionária e agendem uma verificação a partir do dia 16 de março. Se necessário, segundo a empresa, será feita a substituição do tubo de retorno. O serviço demora em torno de duas horas e é gratuito. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quais veículos estão na lista? A Stellantis divulgou que o total de unidades envolvidas é de 1.106. Veja os dados dos veículos que fazem parte deste recall. Jeep Commander Ano/modelo: 2025 e 2026 Chassis: SKN79541 a TKN80339 76 unidades Ram Rampage Ano/modelo: 2025 Chassis: SKS07456 a SKS07939 89 unidades Fiat Toro Ano/modelo: 2025 e 2026 Chassis: SKG44816 a TKG48533 199 unidades Fiat Ducato Ano/modelo: 2026 Chassis: TMB46363 a TMB73806 421 unidades Citroën Jumper Ano/modelo: 2026 Chassis: TMB47843 a TMB73805 121 unidades Peugeot Boxer Ano/modelo: 2026 Chassis: TMB46506 a TMB73894 200 unidades Buzina com volume baixo A Stellantis também anunciou recall para o Peugeot e-208. O elétrico pode ter falha na buzina. Segundo a empresa, existe a possibilidade do “nível de pressão acústica” estar menor do que estabelecido pelas normas. Ou seja, a buzina poderia estar com o volume abaixo do que a lei pede. Os proprietários do carro elétrico devem procurar a concessionária e agendar o serviço gratuito. São 83 unidades envolvidas neste recall. O tempo estimado para realizar o eventual reparo é de uma hora. Peugeot e-208 Ano/modelo: 2020 a 2023 Chassis: LT030572 a PT001030








